Os Fundamentos da Liberdade

Friedrich A. Hayek · Capítulo 46 de 49

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Os Fundamentos da Liberdade

Capítulo 61

Ver A. Director, “The Parity of the Economk Market Place”, em Conference on Freedom and the Law (“University of Chicago Law School Conference Series”, N? 13 [Chicago, 1953]).

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Cf. meu livro The Road to Serfdom (Londres e Chicago, 1944), Cap. VII.

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Ver K. R. Popper, The Open Society and Its Enemies (ed. americana, Prineeton: Princeton University Press, 1950), especialmente página 195: “Se pretendemos continuar sendo seres humanos, só temos um caminho, aquele que leva à sociedade aberta. Devemos ir ao encontro do desconhecido, do incerto e do inseguro, utilizando ao máximo nossa razão para planejar tendo em vista, ao mesmo tempo, a segurança e a liberdade”.

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(*) A epígrafe do capítulo foi extraída de Mémoires du Cardinal de Reiz (Paris, 1820), página 497, em que o presidente Bellièvre teria afirmado que Cromwell lhe dissera, certa vez, “on ne montait jamais si haut que quand on ne sait oú Pon va”. Essa frase causou, ao que parece, uma impressão profunda nos pensadores do século XVIII, sendo citada por David Hume (Essays, I, 124), A. Ferguson (An Essay on the History of Civil Society [Edimburgo, 1767], página 187) e (segundo D. Forbes, “Scientific Whiggism”, Cambridge Journal, VII, [1954], página 654) também por Turgot. Aparece outra vez, justificadamente, em Dicey, Law and Opinion, página 231. Uma versão ligeiramente modificada aparece na obra póstuma de Goethe Maximen und Reflexionen: Literatur und Leben (Schriften zur Literatur; Grossherzog Wilhelm Emst Ausgabe [Leipzig, 1913], II, página 626): “Man geht nie weiter, als wenn man nicht mehr weiss, wohin man geht". Cf. também G. Vico (Opere, ed. G. Ferrari [2? ed., Milão, 1854], V, página 183): “Homo non intelligendo fit omnia”. Já que não haverá outra oportunidade para nos referirmos a Vico, deve-se mencionar aqui que ele, bem como seu grande discípulo, F. Galiani, constituem o único paralelo importante, no continente, da tradição anti-racionalista britânica, que apreciaremos mais detalhadamente no próximo capítulo. Uma tradução alemã de uma versão mais antiga e um pouco mais extensa do presente capítulo foi publicada em Ordo, Vol. IX (1957).

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J. B. Bury, The Idea of Progress (Londres, 1920), página 2.

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