Os Fundamentos da Liberdade
Unnamed
Cf. F. H. Knight, Freedom and Reform (Nova Iorque, 1947), página 193: “A função primária do governo é impedir a coerção, garantindo assim a todos os indivíduos o direito de viver sua própria vida em termos de livre associação com seus semelhantes” Ver também sua análise do problema no artigo citado na Nota 3.
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Cf. R. von Ihering, Law as a Means to an End, traduzido por 1. Husik (Boston. 1913), página 242; Max Weber, Essays in Sociology (Nova Iorque, 1946), página 78: “Um Estado é uma comunidade humana que reivindica (com êxito) o monopólio do aso legítimo da força físicaB. Malinowski, Freedom and Civilization (Londres, 1944). página 265: o Estado “é a única instituição histórica que detém o monopólio da força": também J. M. Clark, Social Control of Business (2? ed.; Nova Iorque, 1939), página 115: “A coerção pela força é supostamente o monopólio do Estado”; e E. A. Hoebel, The Law of Primitive Man (Cambridge: Harvard University Press, 1954), Cap. 11.
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A epígrafe do capítulo foi extraída de A. N. Whitehead, Introductiontics to Mathematics (Londres, 1911), página 61. Uma versão anterior do capítulo apareceu em Essays on Individuality, ed. F. Morley (Pittsburgh: University of Pennsylvania Press, 1958).
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Cf. A. Ferguson, An Essay on theHistory of Civil Society (Edimburgo, 1767), página 279: “O engenho do castor, da formiga e da abelha é atribuído à sabedoria da natureza. O engenho das nações civilizadas ê atribuído aelas mesmas e, supostamente, indica uma capacidade superior àquela das mentes mais rudes. Mas os feitos humanos, como os de qualquer outro animal, são inspirados pela natureza, e são fruto do instinto, orientados pela variedade de situações com que a humanidade se depara. Esses feitos advêm de avanços sucessivos ocorridos sem qualquer idéia de suas consequências gerais; e levam as relações humanas a uma situação tão complexa, que nem a maior agudeza de que a natureza humana foi jamais dotada poderia ter planejado; nem mesmo quando o todo é executado pode ser entendido em sua plenitude”.
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Cf. M. Polanyi, The Logic of Liberty (Londres, 1951), página 199: “Os conceitos à luz dos quais os homens julgarão nossas próprias idéias daqui a mil anos - talvez mesmo daqui a cinqüenta anos - estão além de nossa imaginação. Se por acaso descobríssemos, hoje, umabiblioteca do ano 3000, não entenderíamos seu conteúdo. Como poderíamos, conscientemente, determinar um futuro que está, por sua própria natureza, além da nossa compreensão? A idéia de que poderíamos determiná-lo revela apenas a mediocridade de uma visão desprovida de humildade”.