Os Fundamentos da Liberdade
Capítulo 47
Leslie A. White, “Man’s Control over Civilization: An Anthropocentric Illusion”, Scientific Monthly, LXVI (1948), página 238.
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Ver G. Ryle, “Knowing How and Knowing That”, Proceedings of the Aristotelian Society, 1945-46. Comparar também M. Polanyi, Personal Knowledge: Towards a Post-critical Philosophy (Londres e Chicago, 1958).
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Cf. a observação freqüentemente citada de F. P. Ramsey, The Foundations of Mathematics (Cambridge: Cambridge University Press, 1925), página 287: “Não existe nada a conhecer, exceto a ciência”.
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Sobre esses diferentes tipos de conhecimento, ver meu artigo “Ueber den ‘Sinn’ sozialer Institutionen”, Schweizer Monatshefte, outubro de 1955, e, sobre a aplicação de toda a tese deste capítulo aos problemas mais especificamente econômicos, ver os artigos “Economics and Knowledge” e “The Use of Knowledge in Society”, reeditado no meu livro Individualism and Economic Order (Londres e Chicago, 1948).
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G. de Santillana, The Crime of Galileo (Chicago: University of Chicago Press, 1955), página 34. Em uma de suas obras, Herbert Spencer faz a seguinte observação: “Os avanços científicos nada fazem senão estender nosso contato com o que desconhecemos”.
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Cf. H. G. Barnett, Innovation: The Basis of Cultural Change (Nova Iorque, 1953), particularmente a página 19: “Todo indivíduo, em muitos momentos de sua vida, é um inovador”; e página 65: “Existe uma correlação positiva entre o individualismo e o potencial inovador. Quanto maior é a liberdade do indivíduo de explorar o seu universo de experiência e de organizar seus elementos de acordo com a interpretação individual de suas sensações, maior será a probabilidade de surgirem novas idéias”.
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