A máquina do caos: como as redes sociais reprogramaram nossa mente e nosso mundo
Agradecimentos
Tudo de valor que se encontrar neste livro se deve em grande parte ao editor Ben George, cujo entusiasmo, atenção e espírito contagiante não afrouxaram em momento algum, mesmo durante maratonas de dezesseis horas de edição com uma criança se pendurando nas pernas. Obrigado também a Bruce Nichols, Katharine Myers e a todo o pessoal da Little, Brown pelo entusiasmo e pela confiança.
O livro não seria possível sem Jennifer Joel, da ICM Partners, que o guiou em meio a oportunidades e obstáculos com firmeza e sabedoria.
Tenho grande dívida para com muitos dos meus colegas no New York Times. Michael Slackman, secretário de redação assistente da editoria Internacional, foi o primeiro a sugerir a ideia que se converteu neste projeto, assim como supervisionou e apoiou apurações que se tornaram ou inspiraram trechos deste livro. Eric Nagourney, Juliana Barbassa e Doug Schorzman editaram essas apurações, deixando sangue e suor nas pautas que também deviam ostentar os nomes dos três. Amanda Taub, com quem dividi a coluna “Interpreter” em 2016, foi coautora de matérias feitas no Sri Lanka, na Alemanha e no Brasil. Também tive a sorte de fazer apurações ou ser coautor junto a Wai Moe em Mianmar; a Katrin Bennhold e Shane Thomas McMillan na Alemanha; a Dharisha Bastians no Sri Lanka; e a Mariana Simões e Kate Steiker-Ginzberg no Brasil; assim como a Alyse Shorland e Singeli Agnew, produtoras da série The Weekly . Pui-Wing Tam, Kevin Roose, Paul Mozur, entre outros, me deram apoio e solidariedade na cobertura das mídias sociais. Obrigado à gerência do Times pelo apoio nessas coberturas e por me fornecer o espaço para este livro.
Diversos professores, pesquisadores e outros me concederam sua energia, suas ideias e às vezes suas produções originais com toda a generosidade para dar apoio a este projeto. Assim como o fizeram médicos, engenheiros, ativistas pelos direitos humanos e outros na linha de frente dessas questões, sem falar nas pessoas que, eufemisticamente, chamo de “fontes”: os sobreviventes, a gente de dentro, as testemunhas. São muitas para listar aqui, mas estão referenciadas ao longo do texto. Este livro é, em muitos aspectos, delas.
Obrigado especialmente a mamãe, papai e Joanna por acreditarem em mim e por fazerem de mim quem sou. E a Jordan, por me manter em frente, de corpo e espírito, e fazer que tudo valha a pena.
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