Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo
Quando o “mau gosto” é indiscutível
Quando o “mau gosto”
é indiscutível
Cada tribo possui seus códigos. Seus ritos. Suas atitudes obscuras, difíceis de serem decifradas pelo resto do mundo. A parisiense é particularmente severa em relação a isso. Os sinais de “mau gosto”, sejam na maneira de se vestir ou na de pensar, devem ser evitados a todo o custo, para que ela não se passe por uma plouc (ver “15 palavrinhas essenciais”).
Em uma festa, perguntar a uma pessoa “o que ela faz da vida”. * Ou
pior, perguntar quanto ela ganha. * Ter uma foto de casamento na
bancada da sala. * Combinar a bolsa com a roupa. * Clarear demais
os dentes. * Tirar excessivamente as sobrancelhas. * Ser
“amiguinha” dos próprios filhos. * Ostentar riqueza... ou ser pão-
dura. * Fazer qualquer coisa com o pretexto de ter bebido demais. *
Deixar a boca parecendo um bico de pato de tanta plástica. * Andar
arrumada demais. Maquiada demais. * Fazer as coisas só para
arrancar elogios. * Usar expressões da moda, vindas do jargão de
empresas: brainstorming, networking... * Ter mais de duas cores no
cabelo. * Levar-se a sério demais.