O Circo dos Fantasmas
Capítulo 14
Era início de noite quando Cordelia e Gwenlliam retornaram a Nova York. A CASA DE
REFEIÇÕES DE CELINE estava cheia como sempre; Celine, sentada à sua escrivaninha,
supervisionava tudo e cuidava do dinheiro; a pérola em seu tapa-olho negro brilhava
ocasionalmente à luz dos lampiões. Nas compridas mesas, havia uma família alemã,
empresários, contadores (homens jovens e solitários que vinham para a cidade em busca
de fortuna), marinheiros das docas: todos muito bem recebidos por Celine desde que
não perturbassem os demais clientes. Normalmente, não perturbavam: aquela era Nova
York. As pessoas iam até lá para comer e o faziam depressa, querendo voltar logo ao
trabalho. Mas se perturbassem outros clientes, o homenzarrão chamado Jeremiah, que
vendia bebidas atrás de um balcão no canto, entrava em ação de forma
surpreendentemente rápida considerando seu tamanho: logo ficaram sabendo que ele
trabalhara como halterofilista no circo.
— Senhor, isto aqui não é uma taverna! — advertiria Jeremiah, providenciando para
que qualquer confusão fosse resolvida fora do estabelecimento, antes de voltar para as
suas pequenas prateleiras de cerveja, uísque, vinho do Porto, sarsaparilla e cerveja preta.
Naquela noite, havia várias senhoras atrás do biombo grande e decorado na parte
especial do salão de jantar, reservada apenas para mulheres: uma delas morava no andar
de cima, e outras duas viviam em uma pensão próxima; embora não estivessem
acompanhadas por nenhum cavalheiro, se sentiam perfeitamente confortáveis ali. As duas
garçonetes, que diziam ser sobrinhas de Celine, eram caprichosas, eficientes e bem
treinadas por ela; anotavam os pedidos, recebiam comentários rudes ou elogios com a
mesma atenção solícita. O serviço também era rápido: da cozinha no andar de baixo,
ouvia-se o som contínuo de passos e gritos de pedidos, enquanto as garçonetes ou as
empregadas negras que limpavam os pratos subiam e desciam as escadas. O que talvez
fosse incomum em estabelecimentos como aquele era o fato de um jovem tocar as
músicas da moda em um harmônio. Às vezes, cantava também; enquanto novos clientes
entravam, ele cantava a última música, “Oh! Suzana!”, mas se ouviam não davam qualquer
sinal, e se conversassem durante a refeição, o assunto era sobre negócios, ou sobre a
busca ao ouro na Califórnia: dizem que lá existem pepitas de ouro do tamanho de ovos de
galinha! O jovem continuava tocando, animado, o harmônio.
O, Susanna!
O don’t you cry for me!
I am come from Alabama
With my banjo on my knee.*
La Grande Celine, contando o dinheiro, pôde dar apenas um rápido aceno quando as
duas mulheres do circo finalmente chegaram, olhando-as com grande interesse. Mas
Celine não perdeu nada: logo percebeu o entusiasmo dos hóspedes quando se
reencontraram, abraçando-se de forma calorosa ainda na grande porta da frente. Eram,
sem dúvida, uma família, percebeu ela, uma estranha família. Viu Monsieur Roland
inclinando a cabeça, sorrindo ao ouvir a conversa animada de Gwenlliam. Observou
como Rillie e Cordelia cumprimentaram-se com prazer e entusiasmo: como se fossem
irmãs — talvez fossem irmãs? — isso nunca lhe havia ocorrido. Viu o inspetor Rivers se
virar para beijar o rosto de Cordelia, e pegar seu braço enquanto conversavam. Ela
pousou a mão sobre a dele e logo Celine compreendeu e seu coração ardeu no peito.
Sentiu uma pontada inesperada de solidão, enquanto todos se apressaram para estarem
juntos no andar de cima.
La Grande Celine era, porém, americana, e, apesar do romantismo e esperança que
nutria por Monsieur Roland, sentiu em seu coração que deveria conhecer os interessantes
hóspedes e descobrir suas histórias. Com isso em mente, na mesma hora, enviou um
convite para o andar de cima, tão especial que seria impossível recusar: La Grande Celine
reservou a mesa atrás do biombo para, talvez, uma hora mais tarde. Por volta desse
horário, as damas solteiras já teriam terminado o jantar; todos do andar de cima foram
convidados para a ceia, até mesmo as senhoras mais idosas. Serviria as grandes ostras de
Staten Island, as melhores de Nova York, que tinham acabado de chegar.
Celine, supervisionando o salão de jantar e o dinheiro que entrava como uma pirata
excêntrica, observou enquanto os sete hóspedes desciam; a Sra. Regina colocara uma pena
brilhante e festiva no chapéu que sempre usava. Sorrindo para todos os clientes, Celine
analisava com cuidado o pequeno grupo e as duas recém-chegadas. Cordelia Preston era
extremamente atraente, e a filha, Gwenlliam, muito bonita e, de alguma forma, confiante.
Percebeu de imediato como todos, talvez até mesmo a senhora louca que carregava uma
luva amarela, formavam uma aura amorosa em torno da garota. Isolados dos demais
clientes pelo biombo, houve muita conversa e sorrisos enquanto comiam as ostras.
Regina ouviu a música: Celine observou como ela esticava o pescoço para observar o
harmônio, enquanto batia os pés no ritmo. Viu também como todos se dirigiam a
Monsieur Roland com respeito, embora ele mesmo não falasse muito; apenas ouvia com
atenção as histórias que as duas mulheres contavam sobre o circo. La Grande Celine
olhava para ele — sem perceber talvez — com grande desejo, como se, de alguma forma,
ele fosse a resposta para o que procurava; então, teve de se virar rapidamente, jogando o
grande cabelo ruivo por cima dos ombros de forma desinteressada, ao perceber que o inspetor Rivers a observava. Entendeu que o inspetor era o protetor natural daquele
estranho grupo.
Por fim, a maioria dos clientes já havia ido embora, e Celine viu que o pequeno grupo
especial dava sinais de cansaço. Sra. Spoons bocejou, olhando vagamente ao redor, e Rillie
voltou-se para ela.
— Já vamos subir, mamãe — disse, amorosa.
Cordelia e Gwenlliam estavam exaustas e pálidas. Cordelia descansou um pouco seu
ombro contra o corpo do inspetor Rivers, o que deixou Celine muito feliz. O harmonista
tocava a última música da noite, o momento que sugeria uma balada de amor, mas como
o músico era jovem e vigoroso, o tom foi alegre, não lento.
O whistle and I’ll come to you, my lad,
O whistle and I’ll come to you, my lad,
Though father and mother and all should go mad
Thy Jeannie will venture with thee, my lad.**
E, entre todas as pessoas, foi a Sra. Spoons que se juntou a ele no refrão; com voz aguda e
trêmula, ela se lembrara de algo e cantou, com doçura, a versão escocesa original: o
whistle and I’ll come to ye, my lad, though father and mother and a’ should gae mad,
sorrindo e balançando a cabeça enquanto cantava. Celine percebeu que a atenção de
Monsieur Roland se voltara para aquilo, pois ele se inclinou para a frente com grande
interesse. Também observou Rillie, surpresa e emocionada, escutando a mãe cantar.
Ao amanhecer, o inspetor Rivers partiu para as docas. Viu um pequeno grupo de homens
na esquina da Water Street, apenas observando o mundo, ou, talvez, observando a ele, já
que raramente se enganava com aquelas coisas. Afinal, era, acima de tudo, um detetive, e,
duas noites antes, havia frustrado a ação de uma das gangues enquanto se esgueiravam
discreta e silenciosamente pelas águas com seus remos em direção a um dos barcos com
um carregamento de joias. Um marinheiro estrangeiro levara um tiro: mas o detetive
efetuara quatro prisões. Eles estariam, certamente, observando o inspetor.
Mais tarde, naquela manhã, na grande sala de jantar, com a luz do sol entrando pelas
janelas, La Grande Celine foi devidamente apresentada a Cordelia Preston e a sua filha,
Gwenlliam, que apreciaram, assim como os outros, a extravagante e agradável senhoria
com tapa-olho de pirata. Agradeceram-lhe a agradável ceia e sentaram-se na grande sala
com pôsteres coloridos de circo e das cataratas do Niágara nas paredes. Aceitaram uma xícara de café e insistiram em pagar. Em volta delas, duas empregadas negras varriam e
poliam o chão.
— Maybelle e Blossom — chamou Celine, e as garotas sorriram, tímidas, exibindo
dentes brancos e polidos. Abaixou o tom de voz. — É possível conseguir empregadas
irlandesas por menos — confidenciou ela. — E cocheiros, estivadores e engraxates
também. Todos tão desesperados e dispostos a trabalhar recebendo menos que os
negros. Mas onde isso vai terminar, eu me pergunto, se toda população negra de Nova
York está desempregada? Eles já estão se matando, formando gangues! Pago pouco a essas
garotas, mas ainda assim são boas trabalhadoras.
As três mulheres trocaram mais histórias animadas sobre a vida no circo, e Celine
suspirou:
— Eu digo que não sinto falta do circo, mas, para ser honesta, às vezes eu sinto. O que
Silas está planejando agora?
— Estamos aguardando para saber. De repente, recebemos uma mensagem dizendo
que deveríamos encurtar a turnê e retornar a Nova York. Ele nos disse que em poucos
dias tudo seria resolvido. Mas os rumores são que vamos nos apresentar na cidade por
um tempo.
— Vocês vão precisar de sorte! Como sabem, circos estão sofrendo grande
desaprovação hoje em dia.
— Sabemos muito bem! Mas Silas já deve ter algo planejado.
La Grande Celine soltou sua gargalhada franca e cativante.
— Aquele louco do Silas, é claro que já deve ter algo em mente! — divertiu-se ela.
Quando Gwenlliam soube que Celine havia queimado o olho enquanto engolia fogo,
mostrou-se horrorizada.
— Engolidores de fogo fazem uma preparação tão cuidadosa, a parafina e os bastões
com fogo. Já os observei em diversas ocasiões.
— Realmente — respondeu Celine. — Eu, é claro, era meticulosa.
— Então, como isso pode ter acontecido?
Cordelia adivinhou na hora.
— Outra pessoa?
— Outra pessoa.
— Mas por quê?
— Acho que vocês sabem, tanto quanto eu, que essa coisa chamada amor nem sempre
é como cantam nas canções. Basta assoviar e irei até você. Pois sim! O amor também pode
ser uma energia negativa, que toma formas estranhas e causa grandes danos.
Ela teria dado qualquer coisa para retirar o que acabara de dizer; pois ambas as
mulheres empalideceram, de repente, e pareceram desprotegidas. Era como se as tivesse
esbofeteado. Recuperaram-se, mas já era tarde demais para ela não ter entendido e sentiu-
se envergonhada. Tentou se desculpar oferecendo a história de sua vida.
— Um acrobata estava apaixonado por mim. Ou pensou estar, pobre rapaz. Era
alemão, povo que costuma ser contido. Conheço muitos cavalheiros alemães que não tiram o chapéu da cabeça por nada, sem falar nas outras partes do vestuário. — Percebeu
que despertara um leve sorriso. — Ele implorou que eu abandonasse o circo para nos
casarmos e morarmos em uma fazenda. Uma fazenda de porcos! Conseguem imaginar?
Ele dizia que os porcos davam muito dinheiro. Tentei ser gentil, mas, é claro, que não
consegui ser o suficiente. — Soltou um leve suspiro de pesar. — Meu bastão de fogo foi
sabotado. Havia tanta parafina e, consequentemente, tanto fogo, que perdi o tempo certo
de engolir e meus cabelos pegaram fogo na hora, deixando-me tão aterrorizada que acertei
meu próprio olho com o bastão. Meus colegas ajudaram, foi muita sorte não ter
queimado ainda mais o rosto. Foram meses até que meus cabelos crescessem até o
comprimento de antes e eu perdi a visão do olho queimado. — Sacudiu os cabelos ruivos
que caíam ao redor do rosto, e seu olho bom brilhava. — Tento ver isso como uma
bênção disfarçada. Uma engolidora de fogo velha não é nada digno. E aqui estou no
comando de meu próprio mundo. — E, naquele exato momento, as sobrinhas
apareceram e foram apresentadas. — Na verdade, não são minhas sobrinhas, não tenho
família, mas eu as chamo assim, com o objetivo de parecer que tenho parentes! — Celine
riu. — Ruby e Pearl de Cincinnati. — As garotas sorriram. — Sem elas eu não conseguiria
gerenciar este estabelecimento. — Então, as três tiveram que sair, pois o açougueiro
chegara trazendo a carne e chamava na porta da frente.
— Ela está apaixonada por Monsieur Roland — contou Rillie quando voltaram ao
andar de cima. As duas olharam para ela surpresas.
— Mas ele é nosso! — exclamou Gwenlliam com firmeza, mas logo percebeu o que
dissera e corrigiu-se envergonhada. — Não, ele não é nosso não, mas nós o amamos.
— Então você não deveria se surpreender se mais alguém também o amar — retorquiu
Rillie.
— É diferente! — declarou Cordelia, sorridente.
— Nunca estive apaixonada, mas já vi “apaixonados” — declarou Gwenlliam em tom
misterioso.
Embora ela e a filha estivessem lavando todas as roupas em grandes bacias, Cordelia
começou a esfregar mais devagar e olhou para Gwenlliam com dúvida. Mas o que posso falar
a ela sobre o amor? Pois entendia que Gwenlliam sabia e se lembrava de muitas coisas.
Esfregou agora com força, como se pudesse limpar seu passado. E agora Gwenlliam se
misturava com pessoas selvagens e excêntricas. Certa vez, a filha lhe contara:
— Hoje beijei um marinheiro no cais.
Cordelia tentava disfarçar surpresa ou espanto à filha forte e segura.
— Ele era seu amigo?
— Não, mas estava só, não havia ninguém para se despedir dele. E era muito bonito.
— Sorriu com delicadeza.
— Celine realmente quer casar com Monsieur Roland — dizia Rillie agora. Ela tirava as
roupas limpas da água e as colocava em um recipiente.
Cordelia e Gwenlliam digeriram o assunto, enquanto batiam e esfregavam as roupas.
O cheiro de sabão tomou o sótão de forma agradável. Regina estava lendo o jornal, mas escutava atentamente a conversa, apreciando a discussão e o cheiro de limpeza que
impregnava o ar.
— O que o velho senhor acha disso? — perguntou Cordelia por fim.
— Acho que ainda não percebeu — respondeu Rillie. — Mas agora que você conheceu
La Grande Celine, há de concordar que é uma questão de tempo até que ele perceba.
Objeto daquela discussão romântica, Monsieur Roland levou Cordelia e Gwenlliam para
assistir a uma operação médica em um dos hospitais de Nova York: as duas estavam
acostumadas a participar de operações. No começo, pensaram que Gwenlliam acharia
perturbador, mas foi o oposto, ela conversou com a primeira paciente de forma gentil,
uma jovem americana, mesmerizou-a permanecendo com ela sem empalidecer, mantendo-
a mesmerizada enquanto abriam seu estômago. Agora conheciam, é claro, a descoberta do
éter como anestésico.
Monsieur Roland lhes disse que naquele dia veriam algo diferente.
— Talvez o éter já tenha sido ultrapassado — contou ele. — Confirmei com o cirurgião
e hoje usarão clorofórmio. É muito mais eficiente e a utilização de inaladores não é mais
necessária. No entanto, é preciso muito mais cuidado do que com o éter, pois o
clorofórmio pode ser fatal se utilizado de forma errada.
O cirurgião cumprimentou cordialmente Monsieur Roland e suas acompanhantes: ele
o conhecia e o respeitava muito. Também se lembrava das mulheres. Colocou os
convidados onde poderiam observar a operação sem problemas. O paciente teria o pé
gangrenado amputado e estava bastante agitado. Logo testemunharam como uma esponja
embebida no líquido transparente, o clorofórmio, e colocada sobre o rosto apavorado do
paciente foi o bastante para deixá-lo inconsciente de forma quase instantânea. Quando o
homem mostrava sinais de que poderia acordar, ou de que sentia algum desconforto,
simplesmente cobriam seu rosto uma vez mais com a esponja enquanto o cirurgião
serrava o pé.
Mais tarde, quando o paciente foi levado embora, foi permitido aos visitantes, devido
ao respeito que todos no hospital tinham por Monsieur Roland, que dessem uma leve
inspirada na esponja com clorofórmio.
— Tenham cuidado — alertou o cirurgião.
— Mmmm. Sim, eu conheço este — declarou Gwenlliam, com calma, devolvendo a
esponja. — Mas nunca experimentei propriamente. Já cheirei éter algumas vezes, mas esse
é diferente. Mais doce, mais agradável, não acham?
O cirurgião pareceu espantado; Monsieur Roland e Cordelia também ficaram, de certa
forma, confusos.
— Como você sabe? — todos perguntaram. Ela sorriu.
— Os anões — respondeu ela. — Eles experimentam de tudo para ficarem “altos”. E
me deixam experimentar também. Todos sabem sobre a embriaguez de éter! Um grande negócio. Eles gostam mais de óxido nitroso. Disseram-me que o gás do riso é o melhor
de todos, como se fosse gargalhada e champanhe misturados!
Monsieur Roland respondeu a ela de forma severa (para ele):
— Isso é perigoso, minha querida. Tudo isso. Clorofórmio, éter, óxido nitroso
podem ser muito perigosos quando não compreendidos.
O cirurgião escutava a conversa com interesse. Anões? Só então se lembrou de que a
mulher trabalhava em um circo. Mas acrescentou a própria advertência:
— Sim, de fato, clorofórmio, em especial, deve ser manuseado com muita precaução.
Sabe-se que essa substância — explicou ele, em tom de alerta — se utilizada de forma
imprópria, ou em grande quantidade, pode causar uma parada cardíaca. Inúmeras
fatalidades já ocorreram. É como Monsieur Roland disse: perigoso.
— Os anões vivem perigosamente — respondeu ela, como quem soubesse tudo. —
Não costumo me juntar a eles, pois acho alguns deles, de certo modo, muito difíceis de
lidar; ficam muito furiosos e violentos. Mas me sinto triste por eles. Acreditam que
foram, de certa forma, trapaceados por causa do tamanho. Sabem que estão no circo
somente devido à baixa estatura, mas mesmo assim vários deles são excelentes
malabaristas. De qualquer maneira, eu não fui atrás de clorofórmio; os anões me falaram
que não gostaram.
O cirurgião estava fascinado.
— Eles disseram por quê?
Ela riu novamente.
— Bem, eles querem alegrar a vida! Disseram que clorofórmio os deixa inconscientes
ao invés de eufóricos, como se tivessem bebido champanhe.
Notas
* Tradução livre: “Oh, Susanna! / Não chores por mim! / Eu venho do Alabama / Com
meu banjo no joelho.” (N.T.)
** Tradução livre: “Basta assoviar e irei até você, meu rapaz / Basta assoviar e irei até você,
meu rapaz / Embora papai e mamãe e todos fiquem loucos / Tua Jeannie se aventurará
contigo, meu rapaz.” (N.T.)