O Circo dos Fantasmas

Barbara Ewing · Capítulo 15 de 52

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O Circo dos Fantasmas

Capítulo 14

 

Era início de noite quando Cordelia e Gwenlliam retornaram a Nova York. A CASA DE

REFEIÇÕES DE CELINE estava cheia como sempre; Celine, sentada à sua escrivaninha,

supervisionava tudo e cuidava do dinheiro; a pérola em seu tapa-olho negro brilhava

ocasionalmente à luz dos lampiões. Nas compridas mesas, havia uma família alemã,

empresários, contadores (homens jovens e solitários que vinham para a cidade em busca

de fortuna), marinheiros das docas: todos muito bem recebidos por Celine desde que

não perturbassem os demais clientes. Normalmente, não perturbavam: aquela era Nova

York. As pessoas iam até lá para comer e o faziam depressa, querendo voltar logo ao

trabalho. Mas se perturbassem outros clientes, o homenzarrão chamado Jeremiah, que

vendia bebidas atrás de um balcão no canto, entrava em ação de forma

surpreendentemente rápida considerando seu tamanho: logo ficaram sabendo que ele

trabalhara como halterofilista no circo.

— Senhor, isto aqui não é uma taverna! — advertiria Jeremiah, providenciando para

que qualquer confusão fosse resolvida fora do estabelecimento, antes de voltar para as

suas pequenas prateleiras de cerveja, uísque, vinho do Porto, sarsaparilla e cerveja preta.

Naquela noite, havia várias senhoras atrás do biombo grande e decorado na parte

especial do salão de jantar, reservada apenas para mulheres: uma delas morava no andar

de cima, e outras duas viviam em uma pensão próxima; embora não estivessem

acompanhadas por nenhum cavalheiro, se sentiam perfeitamente confortáveis ali. As duas

garçonetes, que diziam ser sobrinhas de Celine, eram caprichosas, eficientes e bem

treinadas por ela; anotavam os pedidos, recebiam comentários rudes ou elogios com a

mesma atenção solícita. O serviço também era rápido: da cozinha no andar de baixo,

ouvia-se o som contínuo de passos e gritos de pedidos, enquanto as garçonetes ou as

empregadas negras que limpavam os pratos subiam e desciam as escadas. O que talvez

fosse incomum em estabelecimentos como aquele era o fato de um jovem tocar as

músicas da moda em um harmônio. Às vezes, cantava também; enquanto novos clientes

entravam, ele cantava a última música, “Oh! Suzana!”, mas se ouviam não davam qualquer

sinal, e se conversassem durante a refeição, o assunto era sobre negócios, ou sobre a

busca ao ouro na Califórnia: dizem que lá existem pepitas de ouro do tamanho de ovos de

galinha! O jovem continuava tocando, animado, o harmônio.

O, Susanna!

O don’t you cry for me!

I am come from Alabama

With my banjo on my knee.*

 

La Grande Celine, contando o dinheiro, pôde dar apenas um rápido aceno quando as

duas mulheres do circo finalmente chegaram, olhando-as com grande interesse. Mas

Celine não perdeu nada: logo percebeu o entusiasmo dos hóspedes quando se

reencontraram, abraçando-se de forma calorosa ainda na grande porta da frente. Eram,

sem dúvida, uma família, percebeu ela, uma estranha família. Viu Monsieur Roland

inclinando a cabeça, sorrindo ao ouvir a conversa animada de Gwenlliam. Observou

como Rillie e Cordelia cumprimentaram-se com prazer e entusiasmo: como se fossem

irmãs — talvez fossem irmãs? — isso nunca lhe havia ocorrido. Viu o inspetor Rivers se

virar para beijar o rosto de Cordelia, e pegar seu braço enquanto conversavam. Ela

pousou a mão sobre a dele e logo Celine compreendeu e seu coração ardeu no peito.

Sentiu uma pontada inesperada de solidão, enquanto todos se apressaram para estarem

juntos no andar de cima.

La Grande Celine era, porém, americana, e, apesar do romantismo e esperança que

nutria por Monsieur Roland, sentiu em seu coração que deveria conhecer os interessantes

hóspedes e descobrir suas histórias. Com isso em mente, na mesma hora, enviou um

convite para o andar de cima, tão especial que seria impossível recusar: La Grande Celine

reservou a mesa atrás do biombo para, talvez, uma hora mais tarde. Por volta desse

horário, as damas solteiras já teriam terminado o jantar; todos do andar de cima foram

convidados para a ceia, até mesmo as senhoras mais idosas. Serviria as grandes ostras de

Staten Island, as melhores de Nova York, que tinham acabado de chegar.

Celine, supervisionando o salão de jantar e o dinheiro que entrava como uma pirata

excêntrica, observou enquanto os sete hóspedes desciam; a Sra. Regina colocara uma pena

brilhante e festiva no chapéu que sempre usava. Sorrindo para todos os clientes, Celine

analisava com cuidado o pequeno grupo e as duas recém-chegadas. Cordelia Preston era

extremamente atraente, e a filha, Gwenlliam, muito bonita e, de alguma forma, confiante.

Percebeu de imediato como todos, talvez até mesmo a senhora louca que carregava uma

luva amarela, formavam uma aura amorosa em torno da garota. Isolados dos demais

clientes pelo biombo, houve muita conversa e sorrisos enquanto comiam as ostras.

Regina ouviu a música: Celine observou como ela esticava o pescoço para observar o

harmônio, enquanto batia os pés no ritmo. Viu também como todos se dirigiam a

Monsieur Roland com respeito, embora ele mesmo não falasse muito; apenas ouvia com

atenção as histórias que as duas mulheres contavam sobre o circo. La Grande Celine

olhava para ele — sem perceber talvez — com grande desejo, como se, de alguma forma,

ele fosse a resposta para o que procurava; então, teve de se virar rapidamente, jogando o

grande cabelo ruivo por cima dos ombros de forma desinteressada, ao perceber que o inspetor Rivers a observava. Entendeu que o inspetor era o protetor natural daquele

estranho grupo.

Por fim, a maioria dos clientes já havia ido embora, e Celine viu que o pequeno grupo

especial dava sinais de cansaço. Sra. Spoons bocejou, olhando vagamente ao redor, e Rillie

voltou-se para ela.

— Já vamos subir, mamãe — disse, amorosa.

Cordelia e Gwenlliam estavam exaustas e pálidas. Cordelia descansou um pouco seu

ombro contra o corpo do inspetor Rivers, o que deixou Celine muito feliz. O harmonista

tocava a última música da noite, o momento que sugeria uma balada de amor, mas como

o músico era jovem e vigoroso, o tom foi alegre, não lento.

 

O whistle and I’ll come to you, my lad,

O whistle and I’ll come to you, my lad,

Though father and mother and all should go mad

Thy Jeannie will venture with thee, my lad.**

 

E, entre todas as pessoas, foi a Sra. Spoons que se juntou a ele no refrão; com voz aguda e

trêmula, ela se lembrara de algo e cantou, com doçura, a versão escocesa original: o

whistle and I’ll come to ye, my lad, though father and mother and a’ should gae mad,

sorrindo e balançando a cabeça enquanto cantava. Celine percebeu que a atenção de

Monsieur Roland se voltara para aquilo, pois ele se inclinou para a frente com grande

interesse. Também observou Rillie, surpresa e emocionada, escutando a mãe cantar.

 

Ao amanhecer, o inspetor Rivers partiu para as docas. Viu um pequeno grupo de homens

na esquina da Water Street, apenas observando o mundo, ou, talvez, observando a ele, já

que raramente se enganava com aquelas coisas. Afinal, era, acima de tudo, um detetive, e,

duas noites antes, havia frustrado a ação de uma das gangues enquanto se esgueiravam

discreta e silenciosamente pelas águas com seus remos em direção a um dos barcos com

um carregamento de joias. Um marinheiro estrangeiro levara um tiro: mas o detetive

efetuara quatro prisões. Eles estariam, certamente, observando o inspetor.

 

Mais tarde, naquela manhã, na grande sala de jantar, com a luz do sol entrando pelas

janelas, La Grande Celine foi devidamente apresentada a Cordelia Preston e a sua filha,

Gwenlliam, que apreciaram, assim como os outros, a extravagante e agradável senhoria

com tapa-olho de pirata. Agradeceram-lhe a agradável ceia e sentaram-se na grande sala

com pôsteres coloridos de circo e das cataratas do Niágara nas paredes. Aceitaram uma xícara de café e insistiram em pagar. Em volta delas, duas empregadas negras varriam e

poliam o chão.

— Maybelle e Blossom — chamou Celine, e as garotas sorriram, tímidas, exibindo

dentes brancos e polidos. Abaixou o tom de voz. — É possível conseguir empregadas

irlandesas por menos — confidenciou ela. — E cocheiros, estivadores e engraxates

também. Todos tão desesperados e dispostos a trabalhar recebendo menos que os

negros. Mas onde isso vai terminar, eu me pergunto, se toda população negra de Nova

York está desempregada? Eles já estão se matando, formando gangues! Pago pouco a essas

garotas, mas ainda assim são boas trabalhadoras.

As três mulheres trocaram mais histórias animadas sobre a vida no circo, e Celine

suspirou:

— Eu digo que não sinto falta do circo, mas, para ser honesta, às vezes eu sinto. O que

Silas está planejando agora?

— Estamos aguardando para saber. De repente, recebemos uma mensagem dizendo

que deveríamos encurtar a turnê e retornar a Nova York. Ele nos disse que em poucos

dias tudo seria resolvido. Mas os rumores são que vamos nos apresentar na cidade por

um tempo.

— Vocês vão precisar de sorte! Como sabem, circos estão sofrendo grande

desaprovação hoje em dia.

— Sabemos muito bem! Mas Silas já deve ter algo planejado.

La Grande Celine soltou sua gargalhada franca e cativante.

— Aquele louco do Silas, é claro que já deve ter algo em mente! — divertiu-se ela.

Quando Gwenlliam soube que Celine havia queimado o olho enquanto engolia fogo,

mostrou-se horrorizada.

— Engolidores de fogo fazem uma preparação tão cuidadosa, a parafina e os bastões

com fogo. Já os observei em diversas ocasiões.

— Realmente — respondeu Celine. — Eu, é claro, era meticulosa.

— Então, como isso pode ter acontecido?

Cordelia adivinhou na hora.

— Outra pessoa?

— Outra pessoa.

— Mas por quê?

— Acho que vocês sabem, tanto quanto eu, que essa coisa chamada amor nem sempre

é como cantam nas canções. Basta assoviar e irei até você. Pois sim! O amor também pode

ser uma energia negativa, que toma formas estranhas e causa grandes danos.

Ela teria dado qualquer coisa para retirar o que acabara de dizer; pois ambas as

mulheres empalideceram, de repente, e pareceram desprotegidas. Era como se as tivesse

esbofeteado. Recuperaram-se, mas já era tarde demais para ela não ter entendido e sentiu-

se envergonhada. Tentou se desculpar oferecendo a história de sua vida.

— Um acrobata estava apaixonado por mim. Ou pensou estar, pobre rapaz. Era

alemão, povo que costuma ser contido. Conheço muitos cavalheiros alemães que não tiram o chapéu da cabeça por nada, sem falar nas outras partes do vestuário. — Percebeu

que despertara um leve sorriso. — Ele implorou que eu abandonasse o circo para nos

casarmos e morarmos em uma fazenda. Uma fazenda de porcos! Conseguem imaginar?

Ele dizia que os porcos davam muito dinheiro. Tentei ser gentil, mas, é claro, que não

consegui ser o suficiente. — Soltou um leve suspiro de pesar. — Meu bastão de fogo foi

sabotado. Havia tanta parafina e, consequentemente, tanto fogo, que perdi o tempo certo

de engolir e meus cabelos pegaram fogo na hora, deixando-me tão aterrorizada que acertei

meu próprio olho com o bastão. Meus colegas ajudaram, foi muita sorte não ter

queimado ainda mais o rosto. Foram meses até que meus cabelos crescessem até o

comprimento de antes e eu perdi a visão do olho queimado. — Sacudiu os cabelos ruivos

que caíam ao redor do rosto, e seu olho bom brilhava. — Tento ver isso como uma

bênção disfarçada. Uma engolidora de fogo velha não é nada digno. E aqui estou no

comando de meu próprio mundo. — E, naquele exato momento, as sobrinhas

apareceram e foram apresentadas. — Na verdade, não são minhas sobrinhas, não tenho

família, mas eu as chamo assim, com o objetivo de parecer que tenho parentes! — Celine

riu. — Ruby e Pearl de Cincinnati. — As garotas sorriram. — Sem elas eu não conseguiria

gerenciar este estabelecimento. — Então, as três tiveram que sair, pois o açougueiro

chegara trazendo a carne e chamava na porta da frente.

— Ela está apaixonada por Monsieur Roland — contou Rillie quando voltaram ao

andar de cima. As duas olharam para ela surpresas.

— Mas ele é nosso! — exclamou Gwenlliam com firmeza, mas logo percebeu o que

dissera e corrigiu-se envergonhada. — Não, ele não é nosso não, mas nós o amamos.

— Então você não deveria se surpreender se mais alguém também o amar — retorquiu

Rillie.

— É diferente! — declarou Cordelia, sorridente.

— Nunca estive apaixonada, mas já vi “apaixonados” — declarou Gwenlliam em tom

misterioso.

Embora ela e a filha estivessem lavando todas as roupas em grandes bacias, Cordelia

começou a esfregar mais devagar e olhou para Gwenlliam com dúvida. Mas o que posso falar

a ela sobre o amor? Pois entendia que Gwenlliam sabia e se lembrava de muitas coisas.

Esfregou agora com força, como se pudesse limpar seu passado. E agora Gwenlliam se

misturava com pessoas selvagens e excêntricas. Certa vez, a filha lhe contara:

— Hoje beijei um marinheiro no cais.

Cordelia tentava disfarçar surpresa ou espanto à filha forte e segura.

— Ele era seu amigo?

— Não, mas estava só, não havia ninguém para se despedir dele. E era muito bonito.

— Sorriu com delicadeza.

— Celine realmente quer casar com Monsieur Roland — dizia Rillie agora. Ela tirava as

roupas limpas da água e as colocava em um recipiente.

Cordelia e Gwenlliam digeriram o assunto, enquanto batiam e esfregavam as roupas.

O cheiro de sabão tomou o sótão de forma agradável. Regina estava lendo o jornal, mas escutava atentamente a conversa, apreciando a discussão e o cheiro de limpeza que

impregnava o ar.

— O que o velho senhor acha disso? — perguntou Cordelia por fim.

— Acho que ainda não percebeu — respondeu Rillie. — Mas agora que você conheceu

La Grande Celine, há de concordar que é uma questão de tempo até que ele perceba.

 

Objeto daquela discussão romântica, Monsieur Roland levou Cordelia e Gwenlliam para

assistir a uma operação médica em um dos hospitais de Nova York: as duas estavam

acostumadas a participar de operações. No começo, pensaram que Gwenlliam acharia

perturbador, mas foi o oposto, ela conversou com a primeira paciente de forma gentil,

uma jovem americana, mesmerizou-a permanecendo com ela sem empalidecer, mantendo-

a mesmerizada enquanto abriam seu estômago. Agora conheciam, é claro, a descoberta do

éter como anestésico.

Monsieur Roland lhes disse que naquele dia veriam algo diferente.

— Talvez o éter já tenha sido ultrapassado — contou ele. — Confirmei com o cirurgião

e hoje usarão clorofórmio. É muito mais eficiente e a utilização de inaladores não é mais

necessária. No entanto, é preciso muito mais cuidado do que com o éter, pois o

clorofórmio pode ser fatal se utilizado de forma errada.

O cirurgião cumprimentou cordialmente Monsieur Roland e suas acompanhantes: ele

o conhecia e o respeitava muito. Também se lembrava das mulheres. Colocou os

convidados onde poderiam observar a operação sem problemas. O paciente teria o pé

gangrenado amputado e estava bastante agitado. Logo testemunharam como uma esponja

embebida no líquido transparente, o clorofórmio, e colocada sobre o rosto apavorado do

paciente foi o bastante para deixá-lo inconsciente de forma quase instantânea. Quando o

homem mostrava sinais de que poderia acordar, ou de que sentia algum desconforto,

simplesmente cobriam seu rosto uma vez mais com a esponja enquanto o cirurgião

serrava o pé.

Mais tarde, quando o paciente foi levado embora, foi permitido aos visitantes, devido

ao respeito que todos no hospital tinham por Monsieur Roland, que dessem uma leve

inspirada na esponja com clorofórmio.

— Tenham cuidado — alertou o cirurgião.

— Mmmm. Sim, eu conheço este — declarou Gwenlliam, com calma, devolvendo a

esponja. — Mas nunca experimentei propriamente. Já cheirei éter algumas vezes, mas esse

é diferente. Mais doce, mais agradável, não acham?

O cirurgião pareceu espantado; Monsieur Roland e Cordelia também ficaram, de certa

forma, confusos.

— Como você sabe? — todos perguntaram. Ela sorriu.

— Os anões — respondeu ela. — Eles experimentam de tudo para ficarem “altos”. E

me deixam experimentar também. Todos sabem sobre a embriaguez de éter! Um grande negócio. Eles gostam mais de óxido nitroso. Disseram-me que o gás do riso é o melhor

de todos, como se fosse gargalhada e champanhe misturados!

Monsieur Roland respondeu a ela de forma severa (para ele):

— Isso é perigoso, minha querida. Tudo isso. Clorofórmio, éter, óxido nitroso

podem ser muito perigosos quando não compreendidos.

O cirurgião escutava a conversa com interesse. Anões? Só então se lembrou de que a

mulher trabalhava em um circo. Mas acrescentou a própria advertência:

— Sim, de fato, clorofórmio, em especial, deve ser manuseado com muita precaução.

Sabe-se que essa substância — explicou ele, em tom de alerta — se utilizada de forma

imprópria, ou em grande quantidade, pode causar uma parada cardíaca. Inúmeras

fatalidades já ocorreram. É como Monsieur Roland disse: perigoso.

— Os anões vivem perigosamente — respondeu ela, como quem soubesse tudo. —

Não costumo me juntar a eles, pois acho alguns deles, de certo modo, muito difíceis de

lidar; ficam muito furiosos e violentos. Mas me sinto triste por eles. Acreditam que

foram, de certa forma, trapaceados por causa do tamanho. Sabem que estão no circo

somente devido à baixa estatura, mas mesmo assim vários deles são excelentes

malabaristas. De qualquer maneira, eu não fui atrás de clorofórmio; os anões me falaram

que não gostaram.

O cirurgião estava fascinado.

— Eles disseram por quê?

Ela riu novamente.

— Bem, eles querem alegrar a vida! Disseram que clorofórmio os deixa inconscientes

ao invés de eufóricos, como se tivessem bebido champanhe.

Notas

 

* Tradução livre: “Oh, Susanna! / Não chores por mim! / Eu venho do Alabama / Com

meu banjo no joelho.” (N.T.)

 

** Tradução livre: “Basta assoviar e irei até você, meu rapaz / Basta assoviar e irei até você,

meu rapaz / Embora papai e mamãe e todos fiquem loucos / Tua Jeannie se aventurará

contigo, meu rapaz.” (N.T.)