Enquanto Houver Champanhe, Há Esperança
Fotografias
A versão “Sete carinhas” de Zózimo, no final de 1941.
[Acervo pessoal/Izabel Barrozo do Amaral dos Reis Velloso]
O engenheiro cearense Zózimo Barrozo do Amaral, avô do colunista,
foi o primeiro Zózimo.
[Acervo pessoal/Izabel Barrozo do Amaral dos Reis Velloso]
Zózimo Bráulio, o futuro colunista, no colo do pai, também Zózimo,
mais conhecido como Boy.
[Acervo pessoal/Izabel Barrozo do Amaral dos Reis Velloso]
Elza e seus dois filhos, Izabel e Zózimo, em 1945.
[Acervo pessoal/Izabel Barrozo do Amaral dos Reis Velloso]
A casa da família, antes da reforma, no número 35 da rua Frei
Leandro, no Jardim Botânico.
[Acervo pessoal/Izabel Barrozo do Amaral dos Reis Velloso]
Zózimo, em primeiro plano, com os colegas do Externato Menino
Jesus, no Jardim Botânico, onde fez o curso primário. [Acervo pessoal/Izabel Barrozo do Amaral dos Reis Velloso]
A família comemora um aniversário na cantina Don Ciccillo, em
Copacabana: Zózimo, Izabel, Elza, Laura Taunay (amiga de Elza e
madrinha de Izabel) e Boy.
[Acervo pessoal/Izabel Barrozo do Amaral dos Reis Velloso]
O playboy Jorginho Guinle, presença constante nas colunas sociais,
conversa na boate Vogue com as atrizes Dorothy McGuire e Elaine
Stewart, sua namorada; ao fundo, Waldemar Schiller.
[Luis Piududo/Agência O Globo]
O Vogue, na divisa entre Copacabana e Leme, foi o primeiro grande
ponto de reunião, em público, da alta sociedade carioca.
[Carlos Moskovics/Acervo Instituto Moreira Salles]
Maneco Muller construiu um tipo sofisticado, sempre de cachimbo,
e se protegeu atrás de um pseudônimo, Jacinto de Thormes.
[Arquivo/Agência O Globo]
Muller inovou com sua coluna social no Diário Carioca.
[Acervo da Fundação Biblioteca Nacional/Brasil]
Terceiro ano ginasial no Colégio Santo Inácio, comandado pelos
padres jesuítas: Zózimo é o quarto, da esquerda para a direita, na
fila do meio dos alunos em pé. Foi um período de muita repressão
que acabou com sua expulsão, ao repetir a quarta série.
[Acervo CSI]
Terceiro ano do Clássico no Colégio Andrews, de direção liberal,
com meninas na turma: um período de bom aproveitamento escolar
para Zózimo, o mais alto, no meio da última fila. Ao seu lado, de
camisa branca, o futuro jornalista de TV Renato Machado. Marcia
Kuperman, com quem Zózimo se casaria, é a segunda, da esquerda
para a direita, na primeira fila.
[Acervo pessoal/Ary Coslov]
Ibrahim Sued, em 1958, com Gloria Drumond, sua primeira mulher.
[Arquivo/Agência O Globo]
A coluna de Sued, Reportagem Social, começou a ser publicada em
O Globo em 1954: notícias e “furos” de política e economia
passaram a dividir espaço com festas.
[Arquivo/Agência O Globo]
Tereza de Souza Campos e Carmen Mayrink Veiga: destaques nas
festas e nas listas das mais elegantes feitas pelas colunas sociais.
[Pinheiro/CPDoc JB]
Cena da noite elegante do Rio de Janeiro nos anos 1950: a pista de dança cheia, com mulheres de longo no ambiente mais chique dos
anos dourados carioca, o Golden Room do Copacabana Palace.
[Carlos Moskovics/Acervo Instituto Moreira Salles]
Ainda no Golden Room, o jantar black tie à luz de candelabros.
[Carlos Moskovics/Acervo Instituto Moreira Salles]
Playboy em tamanho gigante, Baby Pignatari conversa, sorridente,
com amigos.
[Arquivo/Agência O Globo]
Entre as várias revistas que se dedicavam apenas aos eventos sociais
estava a Sombra, com edições lançadas em festas onde o dress code
era o mais fino black tie.
[Carlos Moskovics/Acervo Instituto Moreira Salles]
Alunos e familiares posam na porta da igreja Santa Margarida
Maria, na Lagoa, no final de 1960, logo após a missa de formatura
do Colégio Andrews. Zózimo, de óculos escuros, está no meio da
última fila.
[Acervo pessoal/Ary Coslov]
Os irmãos Izabel e Zózimo dançam em festa de formatura no Clube
da Aeronáutica.
[Acervo pessoal/Izabel Barrozo do Amaral dos Reis Velloso]
Da esquerda para a direita: Zózimo Bráulio, Renato Machado,
Marcia Kuperman, Alberto Flaksman, Heitor O’Dwyer e Marcos
Flaksman: participantes do Orla, grupo que fez montagens teatrais
inspiradas na vanguarda do início dos anos 1960.
[Acervo pessoal/Alberto Flaksman (imagens no alto), Acervo pessoal/Izabel
Barrozo do Amaral dos Reis Velloso (primeiro retrato enfileirado à
esquerda), Acervo pessoal/Alberto Flaksman (cinco retratos enfileirados à
direita)]
Duda Cavalcanti, que integrou o Orla por um breve período antes de
começar sua vitoriosa carreira de modelo.
[David Zingg/Acervo Instituto Moreira Salles]
O autógrafo de Zózimo no programa de uma montagem.
[Acervo pessoal/Alberto Flaksman]
Álvaro Americano, de black tie, entre duas senhoras da sociedade
carioca.
[Arquivo/Agência O Globo]
Com o pseudônimo de Carlos Swann, Americano substituiu Ibrahim
Sued em 1963 no comando da Reportagem Social.
[Arquivo/Agência O Globo]
A redação de O Globo, basicamente masculina, no final dos anos
1950.
[Arquivo/Agência O Globo]
Os irmãos Marinho (Rogério, Roberto e Ricardo), da família
proprietária de O Globo, onde Zózimo começou no jornalismo.
[Arquivo/Agência O Globo]
A revista Mundo Jovem, editada por Zózimo em 1968.
[Reprodução da revista Mundo Jovem]
Zózimo, em 1968, quando já assinava a coluna social de O Globo sob
o pseudônimo de Carlos Swann: posando diante de um mural de
fotos na redação.
[Arquivo/Agência O Globo]
Com pé-direito alto e grandes espaços, a redação do Jornal do
Brasil criou, em seu novo prédio, inaugurado em 1973, um novo
desenho para o trabalho dos jornalistas. Nessa época as mulheres
começaram a aparecer atrás das máquinas (à esquerda, a jornalista
Míriam Leitão, em foto dos anos 1980).
[Mauro Nascimento/CPDoc JB]
A primeira coluna de Zózimo no JB foi publicada em 4 de fevereiro
de 1969.
[CPDoc JB]
O Painel do Ego, com fotos das andanças de Zózimo pela noite,
decorava a parede da sala do colunista.
[Flávio Rodrigues/Tyba]
Manoel Francisco do Nascimento Brito dirigiu o JB na grande
reforma editorial que começou no fim dos anos 1950 e, em 1969,
teve um de seus capítulos mais importantes com a contratação de
Zózimo.
[Rubens/CPDoc JB]
Zózimo trabalhava com Fred Suter e Marly Gonçalves.
[Foto de Luiz Carlos David]
Cena da grande festa do Regine’s: a decoração de espelhos e luzes consagrou a casa do Leme como a primeira discoteca frequentada
pela alta sociedade.
[Vidal Trindade/CPDoc JB]
Jorginho Guinle dança com Tônia Carrero.
[Arquivo/Agência O Globo]
A conversa de Danuza Leão, o estilista Guilherme Guimarães e
Lauretta.
[Antonio Nery/Agência O Globo]
O grande show dos decotes generosos: a miss Brasília 1974, Mariza
Sommer, e as atrizes Tânia Loureiro e Alcione Mazzeo.
[Athayde dos Santos/Agência O Globo]
Com os amigos inseparáveis, o empresário Paulo Marinho e o
jornalista Ricardo Boechat.
[Acervo Cristina Granato]
O empresário Olavo Monteiro de Carvalho: parceiro nos eventos
sociais, na troca de informações e nas reuniões dos Alcoólicos
Anônimos.
[Bruno Veiga/Tyba]
Com Marcia, a primeira mulher, mãe de Fernando: uma história de
amor com início dificultado pela religião.
[Acervo Rogério Ehrlich]
Com Fernando, o único filho, futuro economista.
[Acervo Rogério Ehrlich]
Com a turma do Dia D, programa da Rede Bandeirantes, entre
Marcos Sá Corrêa e Edgar Flexa Ribeiro. À frente, Scarlet Moon,
Belisa Ribeiro e Paulo Marinho.
[Marco Rodrigues]
Capa do livro que Fernando Barrozo do Amaral escreveu sobre o
pai: o homem que carrega Zózimo no braço, no intervalo de um
desfile de Carnaval, é o jornalista Elio Gaspari.
[Mariana Bernd]
A boate Hippopotamus, em Ipanema, reunia a sociedade que queria se encontrar para conversar e jantar (na foto acima, Sônia Gadelha,
Aloysio Queiroz e Silvia Fraga, Moema Jafet, Cristiano Kerti e
Angela Carvalho são alguns dos colunáveis às mesas).
[Ari Gomes/CPDoc JB]
Outros preferiam a pista de dança, como a atriz Christiane Torloni e
o cirurgião plástico Robi Tulli.
[Arquivo/Agência O Globo]
No alto, Ronaldo Zanon, um dos principais fotógrafos das noites do
Hippopotamus; ao lado, os casais Gisela e Ricardo Amaral
(proprietário da casa) e Jorginho e Ionita Guinle; acima, um grupo
fiel de frequentadores: Guide Vasconcelos, Katia Vita, Betsy
Monteiro de Carvalho, Rodolfo Garcia e José Hugo Celidônio.
[Marcos Ramos/Agência O Globo (acima, direita), Vieira de Queiroz/Tyba
(acima, esquerda), Ronaldo Zanon/CPDoc JB (abaixo)]
Carmen D’Alessio e Zózimo.
[Acervo pessoal/Fernando Barrozo do Amaral]
Irene Singery.
[Autor desconhecido/Todos os direitos reservados/CPDoc JB]
Yolanda Figueiredo e Iara Andrade.
[Antonio Nery/Agência O Globo]
Odile Marinho.
[Autor desconhecido/Todos os direitos reservados/CPDoc JB]
Lourdes Catão.
[Autor desconhecido/Todos os direitos reservados/CPDoc JB]
Marialice Celidônio.
[Autor desconhecido/Todos os direitos reservados/CPDoc JB]
Mirtia Gallotti.
[Rubens Monteiro/CPDoc JB]
Sílvia Amélia Marcondes Ferraz.
[Autor desconhecido/Todos os direitos reservados/CPDoc JB]
Kiki Garavaglia.
[Autor desconhecido/Todos os direitos reservados/CPDoc JB]
O colunista tira o black tie: Zózimo posa de short e camiseta, na
ciclovia da Lagoa Rodrigo de Freitas, para a foto que O Globo usaria
ao anunciar sua volta ao jornal, em 1993.
[Monique Cabral/Agência O Globo]
Carmen Viana juntou psicanálise, física quântica e regressão para
conduzir Zózimo até vidas passadas.
[Luciana Leal/Agência O Globo]
A Vejinha carioca deu destaque à transferência do colunista para O
Globo. Karmita Medeiros (à direita) chegou à capa da Playboy apresentada por texto de Zózimo, seu “criador” em dezenas de
notinhas.
[Veja Rio/Abril Comunicações S/A (esquerda), Ricardo Siqueira/Abril
Comunicações S/A (direita)]
Zózimo e Dorita Moraes Barros, sua segunda mulher, que o levou ao
roteiro espiritualizado de templos e divindades budistas do Nepal e
da Tailândia.
[Acervo pessoal/Fernando Barrozo do Amaral]
A estátua de Zózimo, no final do Leblon, de frente para o
movimento na praia: em tamanho natural, com as roupas que o
colunista costumava usar. Na amurada, a máquina de escrever e a
agenda de telefone.
[Leo Aversa]
Você terminou Enquanto Houver Champanhe, Há Esperança
Joaquim Ferreira dos Santos
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