Trem-Bala
Start
TREM-BALA T R E M-B A L A
MARTHA MEDEIROS
CRÔNICAS
OR RELHA AS DO LIVRO
O Ritmo Alucinante do Cotidiano
“Não há paciência para uma paisagem, para um deslumbramento, para um silêncio. Ao menos não aqui, nos trilhos urbanos, onde todos assistem à vida passar como se estivessem na janela de um Trem (...) Empurrados por este ritmo alucinante do cotidiano, fazemos uma leitura dinâmica dos fatos (...). Fatos pessoais, diários, que mereceram uma espiada menos veroz (...) A vida não vem com air-bag: uma freada agora, a esta velocidade, seria fatal. Em frente, então. Mas que cada um saiba criar sua área privativa de descanso: um livro no final da noite, um fim de semana na praia, uma caminhada pela manhã, uma meditação básica. Refúgios que permitam continuar seguindo a viagem sem perder a melhor parte, que é nossa reflexão sobre o que acontece lá fora, já que não dá para saltar deste trem-bala.”
(Trecho da crônica “Trem-bala”)
Martha Medeiros publica suas crônicas no Jornal Zero Hora de Porto Alegre e em outras importantes publicações do país, além da revista eletrônica ZAZ. É autora dos livros de poesia Strip-tease (1985), Meia-noite e um quarto (1987), Persona non grata (1991), De cara Lavada (1995) e Poesia reunida (L&PM Pocket, 1998), dos livros de crônicas, Geração Bivolt (1995) e Topless (1997), e do relato de viagem, Santiago do Chile (1996).
As crônicas deste livro foram publicadas nos jornais Zero Hora (Porto Alegre) e O Pioneiro (Caxias do Sul), na revista Estilo Zaffari e no site Almas Gêmeas do ZAZ (internet).
SUMÁRIO
As boazinhas que me perdoem
A imprensa não age sozinha
A hora e a vez dos fanáticos
O que quer uma mulher
Jogando pôquer com Burroughs
Parto sem dor
Mulher de um homem só
Sur-pre-sa!
Crônica do imediato
Mulheres de preto
Não basta amar
Madrugada é um lugar que não existe
Provação
Quando um não quer
Viajar para dentro
Apelidos: dupla identidade
Sexo e verdade
Festim diabólico
A avalanche foi sem querer
Trancados por fora
Homens x mulheres: empate técnico
Rir com o cérebro
Prova de amizade
Casamento na igreja
Herança de papel
Choque térmico
Cordão umbilical
É namoro ou amizade?
Amores intraduzíveis
Atrasados e orgulhosos
A idade de casar
Cultura de rua
Resorts flutuantes
A felicidade a nosso modo
O fascínio por quebrar recordes
Sozinha no restaurante
A dor que dói mais
A morte, a vida e o amor
As razões que o amor desconhece
Um Silva a menos, um Collor a mais
O sexo das mães
Absolvidos pela conversão
Vencer sem se perder
Palavras mortas
Maníacas pela fama
Amor de fã
Grávidos
Liberdade vigiada
Beijo na boca
Pobre Ratinho rico
O lugar ideal
Quem tem medo de Alain de Botton?
Censo interno
Mil vezes Clarice
O tarado Americano
O melhor presente
Mulheres como vieram ao mundo
35 anos para ser feliz
Dois governadores e um Rio Grande
A necessidade e o acaso
O homem e a mulher da sua vida
Verdades e mentiras
Não dançando conforme a música
Televisão: a nova casa do Senhor
Miss Brasil 2000
Baixo astral: de quem é a culpa?
Homens que se aproveitam
Emancipação masculina
Foi tudo muito rápido
Os melhores, os piores e os diferentes
Mamãe Noel
O tempo e a pressa
O bicho homem
Tiazinha, Zorro e outras máscaras
O palácio e o apê
Em perigo de extinção
Relacionamentos maduros
A necessidade de desejar
Existir, a que será que se destina?
Paquera pela internet
Próxima parada, Wonderland
Dia internacional da porção mulher
Livros e latas de azeite
O Lixo do século
O mulherão
Freud em Wall Street
A minha Porto Alegre
A zona franca do pensamento
Beijos a granel
O primeiro bebê do ano 2000
Refeições literárias
O fim do mundo, de segunda à sexta, às 20h.
O casamento invisível
O contrário do amor
Convenções: prós e contras
Outras abolições
A noite das Mães
Rasgação de seda
Imitação de vida
Kit felicidade
Os caras e suas carangas
Caminhando e cantando
Lista de noivas
Guardar
O repouso das coisas
Bateristas
Feliz você novo
O jogo da velha
Ilha dos lobos
Pai nosso
Trem bala