1973: O Ano que Reinventou a MPB
Os Álbuns que Não Saíram, ou Quase
OS ÁLBUNS QUE NÃO SAÍRAM,
OU QUASE
A E O Z − OS MUTANTES
TUTTI FRUTTI − RITA LEE
CIDADE DO SALVADOR − GILBERTO GIL
BANQUETE DOS MENDIGOS − DIVERSOS ARTISTAS
Marcelo Fróes
s avanços na tecnologia de gravação tam bém foram responsáveis por acontecim entos nos bastidores de produções
O e lançam entos de discos em 1973. A m odernização dos estúdios teve im portante papel na história de algum as produções. Senão, vej am os.
Ainda que as sedes de gravadoras im portantes com o
Continental, RCA e RGE ficassem em São Paulo, o Rio de
Janeiro m antinha-se na qualidade de capital cultural do Brasil − e as sedes cariocas das majors CBS, Odeon, Phonogram e Sigla só confirm avam esta realidade.
Ainda que im portantes estúdios de São Paulo tenham sido fundam entais na história das nossas produções dos anos 60, a virada da década acelerou a m odernização dos estúdios na cidade m aravilhosa. Enquanto nos anos 60 as salas de gravação da Musidisc, da CBD, da CBS e da Odeon tenham praticam ente m onopolizado as gravações produzidas no Rio, eram estúdios que gravavam em apenas 2, 3 ou 4 canais. No início dos anos 70, enquanto os estúdios paulistanos Eldorado e RCA davam largo avanço e ofereciam a chance de se gravar em 16 canais – com o em Londres ou Nova Iorque, no Rio as salas ainda m igravam para m eros 8 canais. Em 1972, tanto os Mutantes quanto os baianos Gilberto Gil e Caetano Veloso, recém -chegados do exílio londrino, entraram no Eldorado para fazer seus novos álbuns para aquele ano. A RCA inaugurou suas salas de 16 canais na m esm a época, tanto em São Paulo quanto no Rio.
Em 1973, tanto a Odeon quanto a Phonogram resolveram m odernizar suas instalações no Rio. Enquanto a Odeon acom odava-se m elhor no com plexo de estúdios que m andara construir nos fundos de sua sede na Rua Mena Barreto, em Botafogo, a Phonogram m udava-se tam bém do centro para a Av. Érico Veríssim o, no Jardim Oceânico, Barra da Tij uca. Am bas agora com gravadores suíços da m arca Studer que ainda gravavam em 8 canais. Apesar da relativa inferioridade dos estúdios cariocas, em com paração aos 16 canais j á disponíveis em São Paulo, nada substituiu o talento e a garra com que se gravou no Rio em 8 canais a m aior parte de tantos discos especiais daquela fase. Ainda em 1973 a RCA inauguraria seu estúdio carioca de 16 canais com um a gravação de Martinho da Vila.
Em todo caso, os paulistanos dos Mutantes escreveram dois capítulos im portantes da história de 1973 com dois álbuns gravados em 16 canais no Eldorado de São Paulo. Por coincidência ou não, nenhum dos dois foi lançado. Pelo m enos na época.
A E O Z − OS MUTANTES
“OAEOZ” teria sido álbum duplo na concepção original de Arnaldo Baptista, quando produzido no verão de 1973 – pouco após a saída de Rita Lee. A banda tinha na form ação som ente Arnaldo Baptista, Sérgio Dias, Lim inha e Dinho. O alinham ento original, anotado na tam pa das caixas de fitas, previa que entrasse no repertório a faixa “Mande um abraço pra velha”, gravada ainda com Rita para o últim o Festival Internacional da Canção (1972) e só incluída no álbum coletivo do evento. OAEOZ com eçou a ser trabalhado pela banda em shows em m arço de 1973, um m ês antes do lançam ento previsto. O disco acabou não saindo em abril e, para pressionar a gravadora, a banda chegou a executar boa parte do repertório na noite de abertura da Phono 73 no m ês de m aio. E, com o a captação do áudio resultou em registros distorcidos, im possíveis de se aproveitar, a banda acabou ficando de fora dos três álbuns lançados pela Phonogram – ainda que apareça na arte das capas. OAEOZ ficou para depois.
Quando saiu dos Mutantes, Rita Lee form ou inicialm ente a dupla Cilibrinas do Éden com a cantora e guitarrista Lucia Turnbull. Esta fase teve curta duração, e o único capítulo público se deu na abertura do show dos Mutantes na Phono 73 – quando reza a lenda de que teriam sido vaiadas e saído após poucas canções. Nasceu em seguida a banda Tutti Frutti – form ada por Rita Lee (voz, flauta, sintetizador e violão), Lúcia Turnbull (guitarra, violão e vocal), Luis Sérgio Carlini (guitarra e auto harp), Lee Marcucci (contrabaixo) e Em ilson Calantonio (bateria e percussão). Prim eiro álbum produzido pelo baixista Lim inha, com arranj os da banda e colaboração especial de Zé Rodrix, o disco foi gravado em setem bro de 1973, m ixado por Alan Kraus em São Paulo e m ontado por William Tardelli na Phonogram em 30 de novem bro, para lançam ento urgente de Natal – LP Poly dor 2451 038 – m as estava m uito em cim a do final do ano e acabou sendo adiado. Rita caiu na estrada, adiantando e prom etendo o disco em entrevistas, m as, quando o ano virou, o proj eto acabou sendo arquivado e eventualm ente esquecido. Em 1974 a artista gravou um outro disco, Atrás do Porto Tem Uma Cidade, realizado em 8 canais no estúdio da Phonogram , cuj a finalização revelaria conflitos com a direção artística que acabaram fazendo a artista sair da gravadora.
No final de 1973, os Mutantes rom peram com a Phonogram e assinaram com a Sigla – pela qual fizeram um prim eiro álbum progressivo em 1974. Àquela altura, Rita Lee tam bém se desligava da Phonogram e se preparava para, em 1975, tam bém estrear na Sigla – a gravadora global por onde realizou extensa discografia.
OAEOZ seria lançado pela prim eira vez em 1992, j á com o A e o Z, quando a Poly gram entendeu-se com os m em bros da banda para reeditar a discografia da banda em CD e o álbum inédito voltou à baila, sendo efetivam ente m asterizado com o álbum sim ples sem a faixa “Mande um abraço pra velha” e com capa feita especialm ente por Arnaldo Baptista.
A e o Z
Produzido por Mutantes (1973)
Direção artística: May rton Bahia (1992)
Técnicos: Allan Watts e Pena Schm idt
Proj eto gráfico e arte final: Arthur Fróes
Concepção: Arnaldo Baptista e Fabiana Figueiredo
Ilustrações de Arnaldo Baptista
1. “A” e o “Z” (Mutantes)
2. Rolling Stones (Mutantes)
3. Você Sabe (Mutantes)
4. Hey Joe (Mutantes)
5. Uma Pessoa Só (Mutantes)
6. Ainda Vou Transar Com Você (Mutantes)
TUTTI FRUTTI − RITA LEE
Tutti Frutti foi redescoberto no final dos anos 90 e, a pedido de Rita, para o lançam ento a capa original deveria ser descartada e um a nova deveria ser feita, servindo-se de um a foto que a artista fizera para a revista Pop em 1973. Ainda que m asterizado, e com faixas bônus do show de abertura das Cilibrinas do Éden, o disco enfrentou questões burocráticas com m em bros originais do Tutti Frutti e acabou sendo novam ente arquivado. Um a cópia em cassete, que j á circulava entre os m úsicos desde 1973, acabou caindo em m ãos erradas e dando origem a um LP há alguns anos – equivocadam ente creditado às Cilibrinas do Éden e recebendo tratam ento de reedição, quando efetivam ente era um bootleg de um disco oficialm ente inédito. E com um a capa que nada tinha a ver, nem com a versão original do LP de 1973 e nem com lançam ento em CD que quase aconteceu em 2000.
Tutti Frutti
Produção: Lim inha
Coordenação da produção: Mônica Lisboa Técnicos de gravação: Flavinho e Marcus Vinicius
Técnicos de m ixagem : Alan Kraus, Sérgio e Lim inha
Coordenação geral: Arnaldo Saccom ani (1973)
Produção executiva: Marcelo Fróes (1999/2000)
1. Mamãe Natureza (Rita Lee)
2. Paixão da Minha Existência Atribulada (Rita Lee e Lúcia
Turnbull)
3. Festival Divino (Rita Lee, Arnaldo Baptista e Lúcia Turnbull)
4. Medley: a) Bad Trip (Rita Lee e Arnaldo Baptista)
b) Ainda Bem (Rita Lee)
5. Nessas Alturas dos Acontecimentos (Rita Lee e Tutti Frutti)
6. Cilibrinas do Éden (Rita Lee)
7. Medley: a) E Você Ainda Duvida (Rita Lee)
b) Tutti Frutti (Pennim an, Lubin e Bostrie)
8. Minha Fama de Mau (Roberto Carlos e Erasm o Carlos)
CIDADE DO SALVADOR − GILBERTO GIL
Outro capítulo especial do ano de 1973 é o álbum duplo que Gilberto Gil gravou em 8 canais na Phonogram entre m arço e abril daquele ano. “Conheci Dom inguinhos quando ele foi com Gal (Costa) para um a apresentação no Midem no início de 1973”, lem bra Gil. “Foi ali que ele m e apresentou ‘Só quero um xodó’ e nós apresentam os a m úsica lá, daquele j eito m esm o. Eu m e lem bro que nós voltam os e logo entram os em estúdio para gravá-la num disco m eu. Originalm ente a m úsica tinha sido gravada pela Anastácia, m as ela era um xote bem regionalista. Com igo ela j á ganhou um a levada de blues e acabou virando um xote-reggae, né?”
Das sessões do álbum duplo, que chegou a ser testado ao vivo no Teatro Opinião em tem porada realizada em abril, e que quase saiu com o título Umeboshi, som ente as faixas “Só quero um xodó” e “Meio de cam po” foram lançadas à época – no com pacto m ilionário da Philips. A banda de Gil era com posta por Tutty Moreno (bateria e percussão), Rubão Sabino (baixo), Aloy sio Milanez (teclados) e Chiquinho Azevedo (percussão), com participação especial de Dom inguinhos no acordeon em algum as faixas. Os m eses passaram , Gil foi se envolvendo em outros proj etos e com pactos de sucesso sucederam -se nas paradas – notadam ente Maracatu Atômico. Em “Menina goiaba”, registrada no álbum ao vivo de 1974, Gil faria referência ao disco que nunca foi lançado. E, num a entrevista daquela época, ele tam bém fala que estava fazendo m uitos com pactos m as não queria fazer um LP. “É, eu não fiz um LP e é por isso que fiz aquele disco ao vivo no final de 1974”, explica Gil. “Porque eu deveria ter feito um disco depois do Expresso 2222 (1972), m as eu não o finalizei. Aquelas gravações que ficaram para trás dão um disco inédito.”
E deram . Entre 1996 e 1998, quando foi produzida a caixa de CDs Ensaio Geral (Poly gram , 1999), os tapes inéditos foram localizados e m ixados em ordem cronológica – reunindo a totalidade das faixas gravadas e até algum as j á de 1974. Rebatizado com o Cidade do Salvador, o CD duplo ganhou capa com fotos produzidas especialm ente para aquele LP duplo que nunca saiu em 1973.
Cidade do Salvador
Produzido originalm ente por Gilberto Gil (1973)
Produção executiva: Marcelo Fróes (1998)
Estúdio de gravação: Phonogram (RJ)
Estúdio de m ixagem : Poly Gram (RJ)
Técnico de m ixagem : Carlos Savalla
Proj eto gráfico: Manifesto/Adriana Lins e Guto Lins
Foto: João Castrioto
CD 1
1. Meio de Campo (Gilberto Gil)
2. Eu Só Q uero Um Xodó (Dom inguinhos e Anastácia)
3. Edyth Cooper (Gilberto Gil)
4. Umeboshi (Gilberto Gil)
5. Essa é Pra Tocar no Rádio (Gilberto Gil)
6. Tradição (Gilberto Gil)
7. Minha Nega na Janela (Germ ano Mathias e Doca)
8. Ó, Maria (Gilberto Gil)
9. A Última Valsa (Gilberto Gil e Rogério Duarte)
10. Ladeira da Preguiça (Gilberto Gil)
11. Rainha do Mar (Dorival Cay m m i)
12. Iansã (Gilberto Gil e Caetano Veloso)
13. Doente, Morena (Gilberto Gil e Duda Machado)
CD 2
1. Cidade do Salvador (Gilberto Gil)
2. Imbalança (Luiz Gonzaga e Zé Dantas)
3. Duplo Sentido (Gilberto Gil)
4. Eu Preciso Aprender a Só Ser (Gilberto Gil)
5. Maracatu Atômico (take 1) (Jorge Mautner e Nelson Jacobina)
6. Maracatu Atômico (Jorge Mautner e Nelson Jacobina)
7. Todo Dia é Dia D (Torquato Neto e Carlos Pinto)
8. Esses Moços (Pobres Moços) (Lupicínio Rodrigues)
9. Meditação (instrum ental) (Gilberto Gil)
Bônus:
10. Pocalipi (versão 1) (Gilberto Gil)
11. Pocalipi (versão 2) (Gilberto Gil)
12. Maracatu Atômico (regravação inédita) (Jorge Mautner e
Nelson Jacobina)
BANQ UETE DOS MENDIG OS − DIVERSOS ARTISTAS
E, para fechar aquele ano tão im portante, por que não um proj eto bem grandioso? Jards Macalé idealizou com o am igo e parceiro Xico Chaves um show coletivo para arrecadar recursos, num m om ento em que passava por dificuldades financeiras. Teve a boa ideia de celebrar os 25 anos da Declaração Universal dos Direitos Hum anos e convocou um a parte considerável da nata da MPB para um a apresentação história no Museu de Arte Moderna (RJ). Era um a segunda-feira, 10 de dezem bro, e um público de dois m il pagantes assistiu a um a sequência m em orável de apresentações. A longa noite foi secretam ente gravada a m ando de Macalé num gravador estereofônico sem iprofissional, sob as barbas dos olheiros das autoridades da ditadura m ilitar, m ais conhecidos com o censores. Nos m eses seguintes Macalé entrou em estúdio para editar o m aterial e durante longos anos lutou contra a censura para ver o disco com o registro devidam ente lançado. Em bora corretam ente datado com o de 1973, o disco só acabou saindo após a Abertura em 1979 – num LP duplo com nova capa, feito via licenciam ento de Macalé e Chaves para a RCA.
Banquete dos Mendigos
Ficha Técnica – Show
Direção Geral: Jards Macalé
Assistente de Direção: Ana Maria Miranda
Coordenação Geral: Xico Xaves e Lula
Assistentes de Coordenação: Flor Maria e Beto
Técnicos de Som : Maurício Hughes e Ray
Contrarregragem : Etiny
Ficha Técnica – Discos
Coordenação Artística e Direção de Estúdio: Jards Macalé
Técnicos de Mixagem : Paulo Frazão e Luis Carlos
Fotos: Alexandre Koester, Cleber Cruz e Ivan Klingen (Dom inguinhos)
Direção de Arte: Ney Tavora
LP 1
1. No Pagode do Vavá (Paulinho da Viola)
Intérprete: Paulinho da Viola
2. Roendo as Unhas (Paulinho da Viola)
Intérprete: Paulinho da Viola
3. Percussão (Pedro dos Santos)
Intérprete: Pedro dos Santos
4. Samba dos Animais (Jorge Mautner)
Intérprete: Jorge Mautner
5. Pra Dizer Adeus (Edu Lobo e Torquato Neto)
Intérprete: Edu Lobo
6. Viola Fora de Moda (Edu Lobo e Capinan)
Intérprete: Edu Lobo
7. Palavras (Luiz Gonzaga Jr.)
Intérprete: Luiz Gonzaga Jr.
8. Eu e a Brisa (Johnny Alf)
Intérprete: Johnny Alf
9. Ilusão à Toa (Johnny Alf)
Intérprete: Johnny Alf
10. Cachorru Urubu (Raul Seixas e Paulo Coelho)
Intérprete: Raul Seixas
11. P.F. (Bruce e Shields)
Intérprete: Som a
12. Nanã das Águas (João Donato e Geraldo Carneiro)
Intérprete: Edison Machado
LP 2
1. Medley
a) Pesadelo (Maurício Tapaj ós e Paulo César Pinheiro) b) Q uando o Carnaval Chegar (Chico Buarque) c) Bom Conselho (Chico Buarque) Intérpretes: Chico Buarque & MPB4
2. Jorge Maravilha (Julinho da Adelaide)
Intérprete: Chico Buarque & MPB4
3. Abundantememente Morte (Luiz Melodia)
Intérprete: Luiz Melodia
4. Cais (Milton Nascim ento e Ronaldo Bastos)
Intérprete: Milton Nascim ento
5. A Felicidade (Tom Jobim e Vinicius de Moraes)
Intérprete: Milton Nascim ento
6. Anjo Exterminado (Jards Macalé e Waly Salom ão)
Intérprete: Jards Macalé
7. Rua Real G randeza (Jards Macalé e Waly Salom ão)
Intérprete: Jards Macalé
8. Asa Branca (Luiz Gonzaga e Hum berto Teixeira)
Intérprete: Dom inguinhos
9. Lamento Sertanejo (Dom inguinhos e Gilberto Gil)
Intérprete: Dom inguinhos
10. Oração da Mãe Menininha (Dorival Cay m m i)
Intérprete: Gal Costa
AUTORES
Analu G ermano é j ornalista e pesquisadora. Atua em com unicação institucional para setor público; Assessora de Im prensa e divulgadora para diversas instituições e proj etos culturais; Produção e program ação de proj etos m usicais; Elaboração de textos para Marketing Eleitoral, Criação e conteúdos para sites e redes sociais. Trabalhou na Fundação Museu da Im agem e do Som ; Teatro João Caetano; Furnas Centrais Elétricas; Rádios Sulam érica (com unitária) e Roquette Pinto (94,1 FM).
André Agra é instrum entista, arranj ador e produtor m usical. Form ado pela Uni-Rio no curso de bacharelado de m úsica popular brasileira, em 1999 produziu o prim eiro CD solo de seu colega de universidade Pedro Lim a, ex-integrante do grupo vocal Garganta Profunda. A partir dessa experiência criou o selo e gravadora Sala de Som através das quais lança produções próprias e conj untas. Elba Ram alho, o proj eto PianOrquestra, de Cláudio Dausberg, Roberto Menescal (em parceria com Wanda Sá e o grupo BeBossa) e João Pinheiro são alguns dos artistas que tiveram obras lançadas pela Sala.
André Cananéa é j ornalista, crítico de m úsica, editor de cultura do Jornal da Paraíba e com entarista da CBN em João Pessoa (PB), onde m ora e trabalha.
Aimée Louchard atua há 30 anos com o j ornalista, com passagens por veículos com o Jornal do Brasil, O Globo, O Dia, Veja, O Estado de São Paulo (sucursal Rio), Jornal do Commercio (RJ), TVE Brasil, entre outros, nas áreas de Cultura, Com portam ento, Entretenim ento e Gente. Desde 2007, é docente de Redação na área de Jornalism o de Moda.
Álvaro Costa e Silva é j ornalista desde 1988. Trabalhou nos j ornais O Globo, Última Hora, Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, A Notícia, e nas revistas Manchete e Ele & Ela. Foi o últim o editor do suplem ento literário Ideias & Livros, do JB. Atualm ente colabora com a Folha de S. Paulo e o portal IG, entre outros veículos.
Antônio Carlos Miguel é j ornalista especializado em m úsica há 35 anos, com passagens por O Globo, Jornal da Tarde, Manchete, Bravo, Revista Bizz; é autor de Guia de MPB em CD (Zahar Editor, 1999); m em bro do conselho e do j úri do Prêm io da Música Brasileira; m em bro votante do Gram m y Latino, no qual preside o com itê brasileiro; um dos autores do livro Morro da Urca: Estação da Música (Lacre Editora/Agência Globo).
Ayrton Mugnaini Jr., paulistano de 1957, é j ornalista, com positor e pesquisador de m úsica popular. Integrou os grupos Língua de Trapo e Magazine; hoj e está nos grupos TONQ, Tato Fischer & A Banda e Spectacles. Escreveu em publicações com o Somtrês, O Pasquim e, atualm ente, Cães & Cia. É m em bro do Clube Caiubi de Com positores e produtor do program a Rádio Matraca, na USP FM. Escreveu livros sobre Raul Seixas, Adoniran Barbosa, Queen e outros. Autor das prim eiras grandes pesquisas sobre festivais (1985) e sobre m úsica e circo, a pedido do Centro de Mem ória do Circo (2010). Curador do Arquivo do Rock Brasileiro. Autor da prim eira enciclopédia de m úsica sertanej a em geral (2001).
Beto Feitosa é j ornalista form ado pela PUC-Rio. Em j aneiro de 1996 fundou a revista Ziriguidum, que ganhou versão online dois m eses depois, sendo o prim eiro site a falar exclusivam ente sobre m úsica brasileira. Desde o início desenvolve conteúdo para web no Brasil j á tendo produzido sites e trabalho de m arketing digital para diversos artistas. Desenvolveu proj etos para TV e em 1998 lançou um program a de rádio feito exclusivam ente para internet − RadioAtivo.
Carlos Evandro Lordello (Cevandro), carioca, rubronegro, quintanilha, pisciano com ascendente em gêm eos, poeta aprendiz, arte educador, professor de m atem ática, engenheiro civil, com positor popular, um dos fundadores do grupo m usical Param Pam Pam .
Célio Albuquerque é j ornalista. Colaborou com as publicações Fatos e Fotos, Ele & Ela, Revista do CD, Shopping Music e com o j ornal International Magazine. Foi colunista náutico do Jornal do Brasil, repórter e subeditor do Program a Mar Brasil, Canal ESPN Brasil, e trabalhou nas revistas Náutica, Pense Leve, Telebrasil, Mar, Vela e Motor e TN Petróleo. Atualm ente é assessor de com unicação do CRESS-RJ. Seu curso de pós-graduação em j ornalism o cultural na UERJ (2002) teve com o tem a trilhas sonoras de telenovela. Coproduziu, com o produtor André Agra, os discos Futebol Musical Brasileiro Social Clube, com o cantor Pedro Lim a e A Galeria do Menescal, com o grupo vocal BeBossa, Wanda Sá e Roberto Menescal.
Cláudia Menescal, nascida no Rio de Janeiro, historiadora e j ornalista, pesquisadora em História do Brasil, em especial da cidade do Rio de Janeiro, seus bairros, sua gente, suas histórias, etc. Estudiosa de cultura afro-brasileira e pesquisadora m usical com foco em MPB.
Dácio Malta é j ornalista e trabalhou nos três principais j ornais do Rio: foi diretor-editor de O Dia, editor-chefe do Jornal do Brasil e diretor da sucursal do O Globo em Brasília, além de ter sido editor-assistente da revista Veja. Em 1996, escreveu e dirigiu o espetáculo m usical Começaria Tudo Outra Vez - A História de Luiz Gonzaga Júnior, na época cam peão de bilheteria e sucesso de crítica, no Rio, além de ter sido apresentado em São Paulo, Belo Horizonte, Niterói, Salvador, entre outras. Em 2010, dirigiu o docum entário Noel Rosa − Poeta da Vila e do Povo, exibido em cinco episódios na TV Brasil, com o especial de final de ano, no m ês em que ele com pletaria 100 anos. O film e foi apresentado depois em diversos festivais, entre eles os de Paris, do Japão e o de Havana. No Brasil ganhou quase um a dezena de prêm ios, entre os quais o de m elhor film e e m elhor diretor.
Danilo Casaletti, form ado em j ornalism o há m ais de um a década, sem pre esteve envolvido com a cobertura de grandes m om entos da Música Popular Brasileira. Entre as experiências m ais afetuosas, o aniversário de 50 anos da Bossa Nova (2008), um a entrevista exclusiva com o “professor” Cauby Peixoto (2011) e um grande especial sobre os 30 anos do últim o show da cantora Elis Regina, Trem Azul (2011). Atualm ente, faz pós-graduação em Gestão Cultural para tentar dar, de form a m ais efetiva, sua contribuição para a cultura do país.
Emílio Pacheco é gaúcho de Porto Alegre, form ado em Direito e Jornalism o pela PUC/RS. Trabalha na Caixa Econôm ica Federal e desenvolve um a atividade paralela de pesquisador e j ornalista, com ênfase na área da m úsica. Sua atuação m ais longa foi com o colaborador do International Magazine, m as j á teve m atérias publicadas em Poeira Zine e O Globo.
José Maria dos Santos foi repórter dos diários associados, Folha, Bloch Editores, Quatro Rodas; editor das revistas Cláudia, Veja, Placar, Manequim, Guia Quatro Rodas, Jornal da Tarde; fundador das publicações Revista do CD, Guia Net de Programação (Diretor de Redação) e Época (redator-chefe) da Editora Globo. Tem tam bém no currículo um Prêm io Esso em 1972 e três Prêm io Abril de Jornalism o nos anos 80.
José Rosa G arcia, nascido em São João de Meriti, na Baixada Flum inense, em 1960, se apaixonou pelo sam ba quando, ao com pletar 10 anos, ganhou de presente o disco Foi um Rio que Passou na Minha Vida, até hoj e um dos m elhores trabalhos de Paulinho da Viola. A partir daí, além de Paulinho, passou a ouvir as com posições de nom es com o Zé Kéti, Cartola, Nelson Cavaquinho, Monarco, Mauro Duarte, Wilson Moreira, Nei Lopes, Elton Medeiros e m uitos outros bam bas. Jornalista, há três décadas trocou o Rio de Janeiro por São Paulo, onde trabalhou durante m uito tem po no Grupo Estado. Agora, atua na área de Assessoria de Com unicação.
José Teles é j ornalista profissional, crítico de m úsica do Jornal do Commercio do Recife, desde 1986. Pesquisador de m úsica popular, publicou alguns livros sobre o tem a, entre estes Do Frevo ao Manguebeat (Editora 34, São Paulo). É tam bém escritor de ficção e cronista, tendo m ais de 25 títulos publicados, a m aioria pela Edições Bagaço, do Recife.
Juca Filho , carioca, 57 anos, é form ado em Licenciatura em Música e Educação Artística e foi, durante 20 anos, m úsico profissional. Com positor com cerca de 100 m úsicas gravadas por nom es com o Boca Livre, Zé Renato, Cláudio Nucci, Flávio Venturini, Milton Nascim ento, Sivuca, Joy ce, Nana Cay m m i, Mário Adnet, Alberto Rosenblit e Titane, entre outros, atualm ente é autor e roteirista de televisão.
Luís Pimentel é j ornalista e escritor, com obras publicadas em diversos gêneros. Escreveu sobre m úsica, discos e artistas em publicações com o Última Hora, O Dia, Jornal do Brasil, Revista Bundas e j ornal OPasquim21, e edita a revista eletrônica Música Brasileira. É autor de um livro de crônicas inspiradas em nom es da nossa m úsica, Com Esses Eu Vou, e de perfis (Luiz Gonzaga, Ary Barroso, Wilson Batista, Geraldo Pereira) de com positores brasileiros.
Luiz Américo Lisboa Júnior é historiador, pedagogo e escritor. Pesquisador da história da m úsica popular brasileira com cinco livros publicados: A Presença da Bahia na Música Popular; 81 Temas da Música Popular Brasileira; Compositores e Intérpretes Baianos − de Xisto Bahia a Dorival Caymmi; MPB em Textos − História, Crítica e Marchas Brasileiras 1927/1940 – em Dois Volumes. É sócio efetivo do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia.
Luiz Antônio Mello é j ornalista, radialista, escritor e produtor fonográfico. Fundador da Rádio Flum inense FM, a “Maldita”, em 1982, trabalhou tam bém na Rádio Jornal do Brasil, Rádio Cidade, Rádio Federal, fez o proj eto da Globo FM em 1985. É autor de cinco livros, entre eles A Onda Maldita - Como Nasceu a Fluminense FM, reeditado com um novo form ato recentem ente pela editora Nitpress. Foi diretor de m usicais da Rede Manchete de Televisão, subeditor do Caderno B do Jornal do Brasil, consultor de m arketing da gravadora Poly gram (hoj e Universal Music), presidente da Fundação de Arte de Niterói − FAN − diretor do Teatro Municipal de Niterói e, atualm ente, é freelancer, diretor do recém -criado program a de TV Café Paris (operadora SIM canal 12 e na webTV Atlântica), editor de sites e colaborador de diversas m ídias.
Luiz Felipe Carneiro é j ornalista especializado em m úsica, trabalhou na International Magazine, Folha de S.Paulo e SRZD, além de ter colaborado com o Jornal do Brasil e a Carta Capital, e editado o blog Esquina da Música. É autor do livro Rock in Rio - A História do Maior Festival de Música do Mundo (Globo Livros).
Luiz Fernando Vianna é j ornalista, trabalhou em O Globo, Jornal do Brasil e Folha de S. Paulo, e é autor dos livros Zeca Pagodinho - A Vida que Se Deixa Levar, Heranças do Samba (com Aldir Blanc e Hugo Sukm an), Geografia Carioca do Samba, João Nogueira - Sambabook e Aldir Blanc - Resposta ao Tempo.
Luiz Maciel é o autor dos textos dos 20 livros-CDs de Milton Nascim ento lançados em 2012 pela Abril Coleções. Jornalista, baseado em São Paulo, trabalhou na sucursal do Jornal do Brasil e nas revistas Manchete, Quatro Rodas, Náutica, Terra e Viagem e Turismo. Atualm ente é colaborador regular de vários veículos de com unicação, com o o j ornal Valor Econômico e as revistas Forbes e Gosto.
Marcelo Fróes é produtor e pesquisador atuante no m ercado m usical há m ais de 20 anos. Autor ou coautor de livros sobre Beatles, Bob Dy lan, Jovem Guarda e Gilberto Gil, foi editor-diretor do tabloide m usical International Magazine (150 edições m ensais) entre 1994 e 2009. Com o produtor freelancer, foi responsável pela reedição de m ais de 500 LPs de m úsica brasileira em CD – incluindo caixas de Gilberto Gil, Roberto Carlos, Vinicius de Moraes, Nara Leão, Erasm o Carlos, Zé Ram alho, Raim undo Fagner, Elza Soares, e Gal Costa, dentre outras. Fundador da gravadora Discobertas em 2008, é o CEO responsável por inúm eras reedições e tam bém novas produções. Um dos fundadores e diretor-editor da Sonora Editora, voltada exclusivam ente para livros de m úsica.
Marcos Sampaio é j ornalista form ado em 2008 pela Universidade de Fortaleza (CE). Repórter do núcleo de Cultura e Entretenim ento do Jornal O Povo, é tam bém colunista de m úsica no caderno Vida & Arte e na revista O Povo Cenário e editor do blog Discografia (blog.opovo.com .br/discografia). Leitor irrefreável de biografias, m antém um a coleção de m ais de 3500 CDs catalogados num banco de dados particular. Suas horas de folga são dedicadas a ouvir esses discos.
Marcos Suzano é percussionista e com positor. Durante cerca de oito anos foi diretor artístico do festival internacional de percussão Percpan. Ao longo da carreira j á tocou com Sting, Joan Baez, Zé Kéti, Marisa Monte, Zizi Possi, Gilberto Gil e Ney Matogrosso. Tem vários CDs lançados solos e em grupo, com Nó em Pingo d’água e Aquarela Carioca. Lançou tam bém discos em dupla com Victor Ram i (Universal), em 2007, e o cultuado Olho de Peixe (Velas), em 1997, em parceria com Lenine.
Marcus Veras de Faria é j ornalista, escritor e fotógrafo. Assinou colunas de m úsica em revistas da extinta editora Manchete e editou a página de discos do Jornal do Brasil, além de artigos freelancers para a revista Billboard Brasil. Com passagens pela TV Manchete, TV Globo, globoesporte.com , atualm ente adm inistra a em presa Coringa Com unicação, especializada em assessoria de im prensa na área de cultura.
Maurício G ouvêa é m úsico e com positor. Atua com o engenheiro e consultor de proj etos da Fundação Getúlio Vargas. Possui artigos publicados em diferentes revistas e websites, dentre os quais destaca-se sua colaboração de m ais de dez anos para o j ornal International Magazine. Nos últim os anos tem colaborado na elaboração de textos (releases, discos, resenhas) de artistas com o Ricardo Silveira, Joy ce, Liz Rosa e Léo Minax, entre outros.
Moacyr Luz, carioca, 55 anos, é com positor com aproxim adam ente 200 m úsicas gravadas e 10 discos lançados em 35 anos de carreira. Entre seus parceiros estão Martinho da Vila, Paulo César Pinheiro, Herm ínio Bello de Carvalho, Sereno e o m ais constante, Aldir Blanc. Suas m úsicas j á foram interpretadas por artistas com o Maria Bethânia, Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Nana Cay m m i e Leni Andrade. Cronista, publicou 4 livros e atualm ente escreve sem analm ente para o j ornal O Dia.
Mona G adelha é cantora, com positora e j ornalista cearense. Lançou seis discos (Mona Gadelha, Cenas & Dramas, Tudo se Move, Salve a Beleza, Praia Lírica, um Tributo à Canção Cearense dos Anos 70 e Cidade Blues Rock nas Ruas). Estreou em disco no proj eto Massafeira (show em 79 e álbum em 80) com o representante da cena pop rock, que dava os prim eiros passos na cidade. Criou e produziu proj etos de m úsica e literatura (Iracema, do épico ao pop e O Dom do Ciúme).
Nélio Rodrigues é autor dos livros Os Rolling Stones no Brasil (2000), Sexo, Drogas e Rolling Stones (2006) e Histórias Perdidas do Rock Brasileiro, Vol. 1 (2009). Tam bém assina texto no livro The Rolling Stones: Discografia Portuguesa a 45 RPM, editado em Portugal em 2011, além de liner notes e curtas biografias em LPs e CDs, de lançam entos brasileiros e do exterior. Ultim am ente, tem atuado na viabilização de proj etos para lançam entos da Groovie Records, de Portugal, e na finalização de m ais um livro sobre o rock brasileiro.
Nilton Pavin é j ornalista, fotógrafo e escritor com 30 anos de experiência. Entre outras publicações, foi editor da revista Imprensa e autor dos livros: Momentos, Um Dia Te Verei do Outro Lado da Lua, Versos Reversos, Imagens da Paz – Uma Viagem ao Sudeste Asiático, Imagens Proibidas – Uma Viagem aos Mistérios do Butão e do Tibete, e O Paradoxo de Itararé. Atualm ente trabalha com Com unicação Em presarial e Governança Corporativa.
Pedro Só é editor-chefe da Billboard Brasil e escreve sobre m úsica há m ais de 25 anos. Foi redator-chefe da revista Bizz por cinco anos, com andou um a iniciativa pioneira em m úsica por assinatura na web (Usina do Som ) e atuou tam bém por seis anos com o editor-executivo do globoesporte.com . Atualm ente colabora para Bravo, Trip, Playboy e outras publicações.
Rafael Zapater nasceu em São Paulo no ano de 1983, form ado em Artes Cênicas. Colaborador da Revista Possível, é editor e roteirista de curtas m etragens. Fã e colecionador de Antônio Marcos há m ais de 17 anos.
Regina Zappa é carioca, j ornalista e escritora. Trabalhou no Jornal do Brasil por m ais de 20 anos, no qual chefiou as editorias de Internacional, Política e Cultura, e em outros órgãos da im prensa carioca. É autora de Chico Buarque Para Todos (Relum e-Dum ará, 1999), Hugo Carvana, Adorável Vagabundo (Relum e-Dum ará, 2005), do rom ance Doce Lar (Rocco, 2005), do Cancioneiro Chico Buarque (Jobim Music, 2008), de 1968, Eles só queriam mudar o mundo, (com Ernesto Soto, Zahar, 2008), Pra Seguir Minha Jornada - Chico Buarque, (Nova Fronteira, 2011) e de Gilberto Bem Perto (Nova Fronteira, 2013). Tam bém é diretora, j unto com Beatriz Thielm ann, do docum entário Edu Lobo Vento Bravo.
Renato Vieira é pesquisador m usical e foi repórter e crítico de m úsica no j ornal O Tempo (BH). Atualm ente integra o núcleo de produção e captação m ultim ídia do j ornal O Estado de São Paulo.
Ricardo Moreira é profissional com 30 anos de m ercado fonográfico, m arketing cultural, produção m usical e direção artística. Form ado ao lado de grandes nom es da MPB, renom ados executivos da área e produtores de conteúdo m usical. Criador de proj etos com o Samba Social Clube Ao Vivo do qual assina a direção geral. Fez curadoria e assinou 13 fascículos dos 25 álbuns da Grande Discoteca da Música Brasileira lançada pelo Estadão em 2009. Mantém o blog deusam úsica. Presta consultoria criativa independente de A& R e catálogo. Seus trabalhos m ais recentes incluem o CD/DVD Cristo 80 Anos e a caixa A benção, Vinicius com em orativa do centenário do poeta.
Ricardo Pugialli é escritor, pesquisador e produtor. Criado ao som dos Beatles, teve no hard e no glam rock dos anos 1970 o terreno ideal para sua form ação m usical. Os Beatles sem pre foram sua paixão m aior e, em 1992, lançou o livro Os Anos da Beatlemania, em parceria com o tam bém produtor e pesquisador Marcelo Fróes. Em 1999, lançou Nos Embalos da Jovem Guarda, contextualizando o m ovim ento na História recente do Brasil. Coproduziu, roteirizou e dirigiu o docum entário Nos Embalos da Jovem Guarda, incluído no DVD Rock Brasil − 40 Anos de Jovem Guarda, de 2005, que recebeu DVD de Ouro e Platina. Em 2006 lançou o Almanaque da Jovem Guarda, e em 2008 lançou Beatlemania, com prefácio do produtor dos Beatles, Sir George Martin.
Ricardo Schott é j ornalista e crítico m usical, nascido em Niterói, em 1974. Trabalha no j ornal carioca O Dia e j á colaborou com revistas com o Billboard, International Magazine, Bizz e com o Jornal do Brasil. Manteve por três anos o blog pessoal Discoteca Básica, com resenhas e textos sobre m úsica. É fã de rock e m úsica brasileira (em especial a nordestina e a m ineira) dos anos 70.
Rildo Hora é tocador de realej o (gaitista), arranj ador, com positor e produtor m usical. Estudou com posição com Guerra Peixe. Autor de clássicos com o “Visgo de j aca” e “Meninos da Mangueira”, em parceira com o j ornalista Sérgio Cabral, tem vários discos solo de m úsica instrum ental e em parceria com Sivuca, Rom ero Lubam bo, Maria Tereza Madeira. Com o produtor atuou com Gonzagão, Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Beth Carvalho e Orlando Silva. Tem cinco Gram m y s e diversos dos álbuns que produziu ganharam discos de ouro e platina.
Roberto Muggiati é curitibano e botou o pé no m undo aos 20 anos. Com eçou na redação da Gazeta do Povo e com pleta 60 anos de carreira em m arço de 2014. Estudou j ornalism o em Paris, trabalhou na BBC de Londres, colaborou na revista Senhor, foi editor de Manchete, Veja e Fatos & Fotos. Há 45 anos escreve sobre m úsica e política – e a relação entre as duas: de Mao e a China (1968) a Improvisando Soluções (2008), passando por Rock − O grito e o mito (1973) e pelo rom ance A contorcionista mongol (2000) — e m ais a cam inho.
Sérgio Natureza é autor com m ais de 300 com posições gravadas − em parcerias com Tunai, Paulinho da Viola, Lenine, Guinga, Rosa Passos − entre as quais destacam -se: “As aparências enganam ”, dele e de Tunai, eternizada por Elis Regina. Natureza é j ornalista, gestor cultural e produtor. Desde de 2004 é Coordenador de Program ação Musical da Rádio Nacional do Rio de Janeiro (1130 AM). Produziu, entre 1997/1998, o CD Balaio do Sampaio, tributo póstum o ao parceiro Sergio Sam paio, com a participação de craques com o João Bosco, Erasm o Carlos, João Nogueira, Luiz Melodia, Chico Cesar, Zeca Baleiro, Lenine, Eduardo Dusek e Jards Macalé. Em 2005 lançou o CD autoral Um Pouco de Mim – Sérgio Natureza e Amigos, do qual participaram Leny Andrade e seu trio, Mônica Salm aso com o grupo Maogani, Ná Ozzetti (com Cristóvão Bastos), Luiz Melodia (com Swam i Jr.), dentre outros. Natureza tem dois livros publicados O Surfista no Dilúvio e Minimal Necessário (além de poem as incluídos em antologias no Brasil e no exterior).
Sílvio Atanes é form ado em j ornalism o pela Faculdade de Com unicação Social Cásper Líbero, tem 25 anos de experiência profissional, com passagens por em presas com o Editora Abril, Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, Bridgestone-Firestone, Rede Globo Noroeste Paulista e Diário Com ércio Indústria – DCI. É consultor de textos e estilo de redação.
Sílvio Essinger é repórter e crítico m usical do Segundo Caderno do j ornal O Globo. Trabalhou no Jornal do Brasil e na revista Manchete. Foi editor do site
Cliquem usic (www.cliquem usic.com .br), especializado em m úsica brasileira. Colaborou com as revistas Billboard, Vizoo, Veja Rio, Trip, Vogue RG, Personnalité, Outracoisa, Bizz, Oi, entre outras. Na TV Globo, trabalhou nos program a Por Toda Minha Vida. É autor dos livros Punk: Anarquia Planetária e a Cena Brasileira (Editora 34, 1999), Batidão: Uma História do Funk (Record, 2005) e Almanaque Anos 90 (Agir, 2008). Participou, ao lado de Sérgio Cabral, Ruy Castro, Nei Lopes, João Máxim o e Hugo Sukm an, do livro de ensaios Canções do Rio (Casa da Palavra, 2009). Em 2005, organizou o Baú do Raul Revirado (Ediouro), coletânea de textos de Raul Seixas.
Tavito é m úsico, com positor, arranj ador, produtor de discos e publicitário, nascido e criado na gem a de Belo Horizonte. Fruto de ideias, am igos e canções de Minas, m udou-se para o Rio em 1968, na correnteza poética do am igo Vinicius de Moraes. Tavito se destacou prim eiram ente com o guitarrista violeiro do grupo Som Im aginário, j untam ente com Zé Rodrix, Robertinho Silva, Wagner Tiso, Luís Alves, Naná Vasconcellos e Fredera. Essa m oçada foi convocada para acom panhar um noviço Milton Nascim ento com seu nascente Clube de Esquina. Tavito gravou dois LPs com Milton e três com o Som Im aginário. Em 1971 com pôs com Rodrix a canção “Casa no cam po”, im ortalizada na voz de Elis Regina. Em 1973 passou a se dedicar à criação de jingles e trilhas publicitárias. Só m ais tarde – em 1979 – gravou para a CBS o prim eiro de três discos solo, onde hom enageava os Beatles e sua cidade natal, com a canção “Rua Ram alhete”. Em 2009, lançou m ais um álbum , TUDO, e agora prepara o lançam ento de seu m ais recente trabalho, Mineiro. Com pôs trilhas para novelas, tem as específicos para cinem a, televisão, esporte e teatro, além de produzir dezenas de discos dos artistas m ais variados. Mantém hoj e um a agenda ativa que se divide entre shows pelo Brasil e sua produtora publicitária.
Talles Colatino é j ornalista, graduado pela Universidade Católica de Pernam buco (Unicap), com especialização em Crítica Cultural, pela Universidade Federal de Pernam buco (UFPE). Atualm ente é editor-assistente de Program a, caderno de cultura da Folha de Pernambuco, no qual tam bém atua com o colunista e crítico m usical. É tam bém colaborador do suplem ento literário Pernam buco, da Com panhia Editora de Pernam buco (Cepe).
Thelmo Lins é cantor, ator, gestor cultural e j ornalista. Nasceu em Itabirito (MG), m as vive em Belo Horizonte. Com eçou sua carreira em 1983, no teatro. A partir de 1992, dedicou-se tam bém à m úsica, realizando shows e gravando vários CDs com o Nada Será Como Antes (1999), Encontro dos Rios (2000), Thelmo Lins Canta Drummond (2003), Cânticos (2006), Trá-lá-lá-lá-li Trá-lá-lá-lá-lá – Poemas Musicados de Henriqueta Lisboa (2010) e Samba Sambá Sambô (2011). Em 2010, produziu e atuou no prem iado m usical infantil O Menino Poeta. Adm inistra, desde 2009, o Teatro Santo Agostinho, de Belo Horizonte e apresenta o program a sem anal Arte no Ar, da TV Horizonte.
Vagner Fernandes é j ornalista, escritor, pesquisador e pós-graduado em j ornalism o cultural, com um a carreira que cobre quase duas décadas de reportagens e com entários de cultura no Brasil. Já trabalhou em m ídia im pressa, rádio, televisão e internet, tendo passagens pela Bloch Editores, O Globo, Jornal do Brasil, revistas Vogue e L’Officiel. Tem 41 anos e m ora no Rio de Janeiro.
Vicente Dattoli está envolvido com o Carnaval há quase tanto tem po quanto com o esporte, sua área de atuação no Jornalism o. Já passou pelas redações da Última Hora, Jornal do Brasil e O Dia, sem pre falando de esportes e, claro, carnaval. Atuou tam bém na cobertura de Carnaval da TV Globo e, há 13 anos, é o assessor de im prensa da Liga das Escolas de Sam ba, m antendo, desde 2008, um a coluna diária de esportes no Jornal de Brasília.
Washington Roberto dos Santos, 54 anos, é j ornalista profissional há 25 anos, com Mestrado em Bens Culturais e Proj etos Sociais pelo CPDOC/FGV e Especialização em Políticas Públicas e Governo pela UFRJ.
Você terminou 1973: O Ano que Reinventou a MPB
Célio Albuquerque
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