Obcecado pela Protegida: O Tutor Grego e a Bailarina
Capítulo 39
Sem dizer nada, eu me jogo em seus braços, pulando em seu colo. Ele me pega e enfia a cabeça na curva do meu pescoço, mordendo com relativa força. A picada de dor me excita.
— Não fuja de mim novamente.
— Então obrigue-me a ficar — desafio.
Capítulo 39
— Você não tem ideia do que está me pedindo. Eu te dei espaço para crescer, mas ainda é muito jovem para mim.
— O que quer dizer com “me deu espaço para crescer”?
— Eu nunca estive longe.
Ela engole em seco e acho que finalmente entende o tamanho da minha obsessão.
— Eu não quero outro. Nunca poderá ser outro.
Seguro sua cabeça, a mão em uma pegada estreita em sua nuca.
— Eu vou tirar tudo de você.
— Faça, Ares. Eu quero ser sua.
— Porra!
Há paixão e fúria quando a beijo agora.
A agonia da espera.
Fome.
A contenção forçada.
Eu ando com Serenity para fora do apartamento.
— Aonde estamos indo? — ela pergunta, contra meus lábios.
— Para minha casa. Quer mergulhar no meu mundo?
Vamos fazer direito.
O único afastamento entre nós é para abrir a porta.
Assim que a fecho, depois que entro com ela em meus braços, tomo sua boca novamente.
No quarto, eu a ponho de pé, pressionando-a contra a parede, mas a diferença de altura entre nós torna impossível o encaixe. Impaciente, morto de fome, livro-me do blazer do terno e da camisa social. Sei que perco alguns botões pelo caminho.
Atiro os dois aos nossos pés e avanço para ela.
Serenity está me observando com o peito arfante.
— Nunca mais vai fugir de mim — repito.
— Eu gostei de ser caçada. Eu gosto de tudo em você e talvez seja louca por me sentir assim.
Eu a pego no colo e a mantenho presa entre meu corpo e a parede, fazendo-a inclinar a cabeça para trás.
— Não deveria me dizer essas coisas, Serenity. Eu quero devorar você inteira.
Eu revezo entre beijar sua boca e o pescoço. As carícias são urgentes, gananciosas, onde dentes e língua querem provar, chupar, morder, marcar.
Sim, eu quero minha marca nela. Eu gosto de ver a pele clara do pescoço com suaves vergões da minha barba.
Ela me encara com os olhos de boneca apenas parcialmente entreabertos, nublados de paixão.
Segurando seu pescoço com ambas as mãos, eu me obrigo a pegar mais leve com a minha virgem. Deslizo os dedos por seu ombro, descendo uma alcinha do vestido. Eu a mordo ali, no encaixe com o pescoço, deixando mais uma pista em sua carne de que ela é minha.
Abro os botões enquanto minha boca volta a procurar a dela. Quando completo a tarefa, Serenity segura minhas mãos e eu paro, aguardando.
— Diga-me que não quer isso.
— Eu nunca quis tanto algo, mas estou com medo.
— Eu não vou te machucar.
Eu descarto seu vestido no chão e me inclino para beijar seus seios com suavidade. Sugo devagar, chupando gostoso até que ela esteja gemendo contra mim.
Eu me ajoelho e quando olho para cima, Serenity parece uma deusa, seminua, doce, esperando para ser tomada. Um anjo se oferecendo ao pecador.
Ela é tão pequena, que mesmo aos seus pés, minha boca fica na altura de seu abdômen.
Eu seguro sua calcinha pelo cós e a retiro devagar.
— Apoie as costas na parede e incline o quadril para frente, baby.
Ela obedece, mas posso ver que está envergonhada.
Nesse ângulo, põe sua boceta praticamente na minha cara, como um banquete delicioso.
Eu toco seu clitóris com o polegar e com dois dedos, provoco a entrada de seu sexo.
Ela tenta colocar a mão no meu cabelo, mas eu a paro.
— Não. Espalme-as na parede. Sinta, sem tocar. Receba apenas.
Abrindo-a para mim com os polegares, lambo a boceta sem deixar de olhar para ela. Seus olhos se fecham, a cabeça cai para trás e os dentinhos mordem o lábio inferior como que para segurar um grito de tesão.
Eu mamo sua boceta porque estou viciado no sabor dela, na sensação do mel escorrendo pelo meu queixo quando ela me entrega o primeiro orgasmo.
Eu me levanto e escovo sua bochecha com as costas da mão.
— Abra a boca para mim, Serenity.
Pairo os dois dedos com que penetrei seu sexo em frente aos lábios dela.
— Chupe.
— Eu não…
— Siga seu instinto.
A respiração dela é falha, arfante, mas mesmo acanhada, faz o que pedi. A língua escapole da boca, lambendo de leve.
— Chupe, baby. Se for uma boa menina, vou te ensinar a fazer o mesmo com o meu pau. Estou louco para ver essa boca gostosa à minha volta.
Ela separa os lábios e toma mais, provando a si mesma nas pontas dos meus dedos.
Em pouco tempo, sou eu o enfeitiçado, preso na sedução doce da minha bailarina.
Eu a pego no colo e levo para a cama.
Deito-a na beirada, mas continuo em pé, observando-a.
Dispo o que falta e ela desvia o olhar.
— Não tem que sentir vergonha de nada que aconteça entre nós dois.
Ela acena com a cabeça, as bochechas vermelhas, mas se apoia nos cotovelos me encarando. Tenta disfarçar o espanto quando vê meu pau duro, apontando para cima, e se eu não estivesse com tanto tesão, poderia sorrir de sua inocência.
Eu me aproximo da cama e Serenity tenta fechar as coxas, mas seguro cada um dos seus pés, mantendo suas pernas afastadas.
Subo em seu tronco, tomando o cuidado de manter uma perna de cada lado.
Pego sua mão e envolvo meu pau com ela.
— Toque-me.
Ensino-a a me masturbar, a suavidade da mão pequena, sua insegurança e falta de jeito, tudo contribui para aumentar minha loucura.
Eu me deito de costas na cama e a puxo sobre mim, invertida, seu sexo sobre minha boca, o rosto dela alinhado com meu pau.
— Prove-me. Siga seu instinto. Chupe, lamba, mas não morda.
Eu não espero que ela se decida, puxo seu quadril para o meu rosto, devorando seu interior melado, metendo a língua profundamente em suas paredes virgens.
Quando fecho os lábios em seu clitóris, ela se abaixa, seguindo sua natureza e lambendo a cabeça inchada do meu pau.
Quando suga o pré-gozo, quase urro de tesão ao sentir a boquinha quente me envolvendo.
Ela goza pela segunda vez e eu bebo tudo, lambendo seu sexo, sedento por cada gota de seu prazer.
Eu giro seu corpo e me sento, olhando sua cabeça entre as minhas coxas.
É fodidamente erótico vê-la aprender a me tomar e mesmo que não saiba bem o que está fazendo, o tesão que me desperta é mais intenso do que se fosse uma expert me chupando.
Eu apoio uma mão no alto de sua cabeça, agarrando o cabelo e com a outra, acaricio seu mamilo.
— Engula tanto quanto puder, amor. Relaxe essa boquinha deliciosa e me deixe entrar.
Ela toma cada vez mais, e quando se sente segura, vai um pouco além, mas engasga.
Olha para mim com os olhos lacrimejantes do esforço e eu sei que preciso parar ou vou gozar em sua boca.
Serenity nem precisa me chupar para me deixar louco, bastaria continuar me olhando com aquela mistura de demônio e anjo em seu pequeno corpo e em pouco tempo, estarei perdido.
Eu tento puxá-la, para mim, mas me surpreendendo, ela continua me chupando cada vez mais profundo.
Eu quero encher sua boca com minha semente, mas muito mais do que isso, quero me enterrar em sua boceta, tomar sua inocência, fazê-la minha.
Eu a puxo para o meu colo, obrigando-a a ficar ajoelhada apenas.
A ponta do meu pau roça em sua entrada e ela se move sobre mim, provocando uma deliciosa fricção.
Está desinibida em seu prazer agora.
Somos macho e fêmea. Sem regras que nos impeçam, sem mundo, futuro ou pecado.
Mordo sua orelha, puxando o lóbulo entre meus dentes e ela enfia as unhas nos meus ombros, excitada.
Eu massageio seu clitóris enquanto ela se satisfaz roçando a entrada da bocetinha na ponta do meu eixo.
— Vou te fazer gozar assim. Não posso te foder sem preservativo, mas preciso senti-la gozando em mim.
Ela está ultra sensibilizada, desejosa, safada e apoia as mãos nos meus ombros para conseguir se movimentar melhor.
Tomo um mamilo na boca e quando o arranho com os dentes, bem de leve, ela goza, sussurrando meu nome e jurando que é minha.