Obcecado pela Protegida: O Tutor Grego e a Bailarina
Epílogo 2
Noite de núpcias e início da lua de mel
Ela quis continuar na ilha.
Poderíamos viajar para qualquer lugar do planeta, mas Serenity escolheu a Grécia para nossa lua de mel. Disse-me que foram aqui suas melhores lembranças.
Enquanto a vejo caminhar para mim, totalmente nua, saída do banheiro, eu me pergunto se alguma vez conseguirei reagir com menos voracidade à visão da minha mulher pronta para se entregar para mim.
Levanto-me, encontrando-a no meio do caminho, o desejo já totalmente fora de controle, como uma avalanche impossível de ser parada.
O corpo retesado, os músculos transmutados em aço.
Eu seguro seu rosto e passo o polegar por seus lábios.
Serenity os separa, prendendo entre os dentes, lambendo a ponta, provocando.
Eu enfio a mão em seu cabelo, torcendo-o em meu punho e mantendo-a parada, ataco seus lábios.
Os dedos pequenos tocam minha mandíbula, os peitos se esfregando em mim.
Deslizo a outra mão pela bunda, tateando a boceta por trás.
Roço sua entrada e ela ofega, geme, e quando tomo sua boca, responde ao meu beijo com avidez.
— Você é deliciosa. Eu vou te comer como merece na segunda vez, mas agora, quero te foder duro.
Eu a levo até a cama e a faço se inclinar, o rosto no colchão, empinada para mim.
Agacho-me e chupo de sua boceta à bunda, que já tomei vezes sem conta e que me dá tanto prazer quanto seu sexo.
— Vou te fazer gozar na minha boca. Vai ser rápido e intenso, amor.
Seguro-a pelas ancas e o cheiro dela é por si só um afrodisíaco. Boceta doce e encharcada.
Mergulho a cara em seu sexo, me lambuzando com seu tesão. Quando prendo o clitóris entre os dentes, ela engasga em um gemido de prazer, palpitando em meus lábios, gozando intensamente.
— Tão gostosa. Está prontinha para me tomar agora.
Ergo-me, e com as minhas pernas, obrigo-a a separar as coxas. De pé, seguro seu rosto contra o colchão e meto até o saco em sua boceta apertada.
Vejo suas mãos agarrarem o lençol com força toda vez que golpeio-a em um bater ritmado e profundo.
— Sou louco por você, Serenity.
— E e eu por você, marido.
Ouvi-la usar o título recém adquiro pela primeira vez, faz com que eu me sinta como um neandertal.
Eu seguro seus quadris e empurro para dentro em golpes rápidos.
Ela grita e se aperta à minha volta.
Movendo a mão por baixo dela, eu abro suas dobras, me dedicando ao clitóris sensível.
— Oh, meu Deus…
— Porra, você é um tesão.
Eu agarro um punhado de seu cabelo sem parar de meter.
A foda é suja e talvez um pouco dura para uma noite de núpcias, mas ela implora por mais.
Eu me afasto, saindo inteiro e volto mergulhar, martelando cada vez mais rápido, percorrendo várias vezes o caminho
dentro de seu corpo.
Deslizo em sua boceta, fodendo-a sem dó.
Sinto pequenos espasmos em volta do meu eixo.
— Vai gozar comigo, safada.
Meto sem interrupção o dedo médio, massageando o clitóris, deliciando-me com cada investida dentro de seu corpo.
As contrações aumentam e minha demanda se torna animalesca.
Segundos depois, ela geme e força o corpo para frente, gozando.
Eu bombeio dentro dela mais algumas vezes e então, chego ao meu limite.
Seguro-a pelas ancas e gozo, a encho com meu sêmen, mas não é o bastante, então deslizo o pau para fora e me masturbo, fazendo com que outro jato de esperma se espalhe pelas bochechas de sua bunda.
Eu me jogo na cama e a puxo comigo, deitando-a por cima do meu corpo.
— Eu te amo, Serenity Kostanidis. Sempre e para sempre.
— Eu te amo e sou louca por você, Ares Kostanidis. Eu serei sua até o meu último suspiro.
Dez anos depois
Como da primeira vez que a vi dançar, fico fascinado ao ver minha Serenity encerrando a temporada com “A Bela Adormecida”.
A menina que um dia foi uma promessa, é hoje a rainha absoluta dos palcos do mundo inteiro.
Mas não é só no palco que a minha Serenity comanda o espetáculo, hipnotizando seus espectadores. Ela reina em nossas vidas também.
Mãe, esposa, amante, amiga. Ela é o pacote completo em uma pessoa só.
A garota que teve sua história roubada, hoje é senhora do próprio destino.
Eu saio de trás dos bastidores com meus dois filhos no colo, ao encontro da nossa musa. Serenity mantém a mim, Hunter e Becker, totalmente aos seus pés. Em breve nossa família vai aumentar com a chegada de uma menina, Liz e é por isso que minha mulher tomou a decisão de encerrar a carreira. Hoje não é o fim da temporada, somente. É o coroamento de uma caminhada de sucesso.
— A mamãe está chorando — nosso filho mais velho, Hunter, diz.
Ele tem seis anos e ainda não consegue distinguir lágrimas de alegria das de tristeza.
— Ela está emocionada.
— Por que não vai dançar mais?
— Não, sua mãe nunca vai parar de dançar. Ela é a nossa bailarina particular. A mamãe está chorando de felicidade.
E eu sei que é verdade. Não foi uma decisão por impulso.
Serenity resolveu que queria parar, ou melhor, mudar sua contribuição para o mundo do balé, de maneira consciente.
Assim como Debra, ela quer dar aulas, para poder passar mais tempo conosco. Por mais que eu tente acompanhá-la, as crianças precisam de rotina e a cada separação, ela sofre ao ponto de não conseguir se concentrar como deveria.
O que um dia foi sua paixão absoluta, virou motivo de angústia.
Eu vi acontecer. Soube o exato momento em que ela ficou dividida e também adivinhei, antes que ela me dissesse, qual
seria sua decisão.
Quando nos vê, ela vem correndo em nossa direção. Nós, os três homens de sua vida, lhe damos um abraço triplo.
— Não chore, mamãe — Becker pede, beijando a bochecha dela.
— Eles estão preocupados — falo.
— A mamãe está chorando porque precisou ser muito corajosa — digo.
Eu entrego as crianças para as babás e a puxo para os meus braços.
— Talvez queira voltar no futuro, quando Liz estiver maior.
— Não, Ares. Eu já vivi meu sonho nos palcos. Agora quero criar memórias. Viver meu sonho de esposa e mãe em toda a plenitude.
Não deixem de ler na página seguinte o bônus do livro 4 da presente série.