Obcecado pela Protegida: O Tutor Grego e a Bailarina
Capítulo 40
Beijo sua boca, permitindo que Serenity tome o tempo dela para voltar do orgasmo e somente quando abre os olhos para mim, eu a deito na cama e vou em busca do preservativo.
Eu o desenrolo no meu pau, sob o olhar atento da minha pequena tentação. Quando volto para a cama, torno a me deitar, puxando-a sobre mim.
— Vamos começar assim, baby. Sou muito grande e não quero te machucar.
Eu alinho nossos corpos, cravando as mãos nas bochechas de sua bunda e sem desviar meus olhos dos dela, roço meu pau em sua abertura.
Serenity arqueia o corpo para trás como uma deusa devassa, aproveitando as sensações, descobrindo-se como mulher.
Ela treme inteira e suas reações às minhas carícias aumentam meu desejo.
Empurro o corpo para cima, apenas o bastante para que meu pau adentre as dobras de seu sexo.
Ela desce um pouquinho, mas eu sinto o quanto está tensa.
— Eu só quero te deixar mais abertinha para mim. É
muito pequena, amor.
O rosto fica da cor de uma maçã madura, mas ela acena com a cabeça, concordando.
— Apoie as mãos no meu peito. Vou te deixar tomar o controle por ora.
Eu a assisto se masturbar no meu pau, gemendo a cada vez que se esfrega. Toco seu clitóris e o ritmo com que roça em mim acelera, o sugar do ar cada vez mais difícil.
Eu faço com que desça até que a cabeça da minha extensão desapareça completamente em suas paredes e quando ela começa a implorar por mais, sei que está pronta para mim.
Inverto nossas posições, encaixando-me com dificuldade entre suas pernas. Nem mesmo o preservativo consegue
impedir que eu sinta o calor melado.
Serenity rebola sob meu corpo e eu preciso parar por uns segundos para me impedir de entrar inteiro nela.
Abaixo-me para beijá-la e volto a meter devagar.
Intensifico o beijo, ao mesmo tempo que empurro em seu canal virgem.
Os peitos de mamilos duros pressionam contra o meu, as pernas torneadas ampliando-se ao máximo para me acomodar.
Eu entro e saio, penetrando-a bem de leve, recuando eventualmente para olhá-la.
Estou adicto das reações dela, fascinado com seus gemidos, ofegos, e na maneira como choraminga meu nome ao gozar.
Serenity está completamente à mercê do meu tesão, mas ela não é uma boneca sem vontade, um corpo que se deixa ser usado. Mesmo em sua inexperiência, ela exige também.
Puxa-me pelos ombros para me beijar. Morde, arranha, pede.
Eu a penetro mais um pouco e ela fica rígida, as unhas fincadas em minha bunda.
Com uma das mãos, prendo as dela sobre a cabeça.
— Eu não vou te machucar, mas tem que confiar em mim.
Ela assente e desço a boca sob a dela. Afundo a língua em um beijo e enterro meu pau até as bolas em sua boceta, simultaneamente.
Ela solta um uivo de dor dentro do nosso beijo. Mal respira e eu deslizo a mão entre os corpos para transformar o sofrimento em prazer.
Chupo o mamilo duro enquanto acaricio seu clitóris, os dentes puxando de leve até sentir sua respiração se acalmar um pouquinho.
Enrijeço como madeira, tenso, desesperado de tesão quando a sinto dilatando-se à minha volta.
Eu sei que ela está com dor, mas mesmo com a expressão carregada pelo sofrimento, ela é linda para caralho.
— Você é uma deusa, Serenity. A mulher mais bonita que já existiu.
Eu não falei isso como um elogio vazio. Ela é perfeita mesmo. Porém, minhas palavras parecem ter devolvido sua
confiança, tornando-a mais ousada e ela segura meu rosto, tomando a iniciativa do beijo.
Lentamente, testo me mover, saindo e voltando a empurrar contra seu centro.
Seguro-a pela bunda, angulando-a como eu quero, as mãos cravando-lhe a carne.
Os seios redondos sobem e descem conforme a fodo, me provocam, e eu lambo os bicos duros, rosados, implorando por minha língua.
Aumento a velocidade. Ela me morde, tenta escapar, serpenteia sob mim.
— Muito?
— Dói.
— Vou fazer passar.
Ela me olha com os olhos rasos de lágrimas e algo dentro de mim balança.
Eu quero protegê-la, não por causa do fodido acordo de tutela, mas porque eu enfim entendo que desde o momento em que pus os olhos nela, Serenity passou a me pertencer.
Sua face está banhada de suor, mas agora, a cada vez que entro e saio, ela me acompanha, remexendo, erguendo
os quadris ao meu encontro, pedindo por mais.
— Que boceta gostosa.
Saio e volto cada vez mais rápido e a sensação de enchê-la, tomá-la inteira, está me deixando alucinado.
Tento controlar o ritmo da foda porque não quero gozar antes dela. Quero ficar dentro do seu corpo apertado por horas, dias.
Eu nunca senti um prazer tão intenso.
Como sua boca com a língua, no ritmo do bater de nossos sexos. Dentro e fora, meu eixo devora sua boceta com uma urgência agonizante.
As paredes estreitas puxam-me para si, aprisionando-me.
Eu a como profundamente, trabalhando meu autocontrole para fazer o prazer durar.
As línguas se atacam em um beijo esfomeado, o êxtase da conexão completa eleva a luxúria a um nível que nunca experimentei.
Por muito tempo, revezo entre acelerar a foda, chegando à beira do precipício e recuar, retardando o prêmio final até o limite da dor.
A quentura de sua boceta é perfeita e o cheiro de tesão misturado se propaga pelo quarto, criando um perfume único, só nosso, que eu tenho certeza, vou memorizar para sempre.
Eu chego ao meu limite quando Serenity goza outra vez, me apertando em pequenas convulsões.
Começo a fodê-la com força, cada martelada confirmando que ela é minha.
Eu me dou conta de que talvez tenha ido longe demais quando ela me dá um gemido longo, mas ao tentar diminuir o ritmo, ela me implora para não parar.
Os corpos colidem, os sexos roçando molhados, escorregadios. Dentes, línguas, dedos, explorando tudo o que alcançam.
Seus músculos internos palpitam à minha volta em um aviso de que mais um gozo se aproxima.
Eu saio quase todo e volto, surrando seu sexo com meu pau duro.
Ela se contrai ainda mais e quando sugo um mamilo, rodando a língua na carne dura, Serenity explode em um orgasmo, o rosto de anjo a mais pura imagem da luxúria saciada.
Sinto a pressão para o meu clímax se construindo. O
corpo endurecendo pelo prazer quase animalesco do nosso ato.
Segundos depois, eu sigo, gozando duro, minha libertação tão violenta que por alguns segundos, fico meio fora do ar.
Seu sexo ainda convulsiona, mesmo depois de passado um minuto que gozamos.
Eu saio dela devagar, mesmo sendo a última coisa que desejo. Sei que é arriscado continuar. Ainda que eu sempre faça sexo protegido, não há chance de que Serenity use pílula.
Eu levanto-me da cama para descartar a camisinha e quando volto a me deitar, ela não espera convite para se esparramar sobre meu corpo. Como uma gata, sobre mim, dá um gemidinho e em seguida desmaia em sua languidez saciada.
Eu fico acordado, sentindo o corpo quente e delicioso sobre o meu, acariciando seu cabelo, vigiando seu sono.
— O que eu vou fazer com você, Serenity?
Eu achei que ela estava dormindo, mas talvez estivesse só cochilando, porque levanta a cabeça para me encarar.
— Precisa fazer algo? Não podemos só viver?
— Eu não funciono desse jeito. Sou um planejador.
— Não sou uma de suas empresas.
— Não, mas é minha.
Ela volta a deitar no meu peito e logo está ressonando outra vez, mas agora, cai em um sono profundo.
Eu acho que adormeci também, mas tenho sono leve e desperto com a sensação de que estou sendo observado.
Quando abro os olhos, Serenity está ajoelhada na cama, nua, me olhando.
— Eu não quero que saibam sobre nós.
Essa era a última coisa que eu esperava que ela fosse dizer.
— O quê?
— Não vai durar, você disse que não fica mais de uma semana com a mesma mulher. Não quero que sua família descubra. Sete dias passam rápido.
— Não.
— Não?
Eu ainda estou meio sonolento, o quarto se encontra na penumbra, mas se há uma fodida certeza no momento, é que não teremos um prazo.
Sem responder sua pergunta, eu a puxo sobre mim, uma mão em sua nuca, tomando sua boca com brutalidade.
Ergo seus quadris e seguro seu sexo, testando se está molhada. Ela encharca minha mão.
— Cavalgue-me.
Olha-me confusa.
— Eu preciso te foder, mas não confio em mim mesmo para tomar o controle.
Ela abaixa a cabeça, criando uma cortina para esconder o rosto e acho que está tímida. Ainda assim, ergue-se e encaixa a bocetinha no meu pau. Começa a descer devagar e nós dois gememos.
— Delícia. Diga-me se doer.
Eu seguro sua cintura e faço deslizar em meu pau duro.
Ela choraminga, mas me toma inteiro.
Quando volta a me olhar, seu rosto é pura sensualidade.
Eu a faço deslizar e Serenity apoia as mãos no meu peito, me deixando fodê-la cada vez mais profundo. Eu me enterro, mantendo-a sentada em mim.
— Ahhhh…
— Rebole no meu pau.
Minha voz sai áspera, brutal.
Eu me sento, trazendo-a comigo.
— Rebole — gemo em sua orelha. — Entregue-me essa boceta doce. Vou te fazer gozar só metendo, sem dedilhar seu clitóris.
Ela move os quadris em círculos, inicialmente obedecendo o meu comando, mas não leva muito tempo para que fique louca de tesão e goze em mim.
Apenas quando sinto a quentura de seu mel escorrendo pelo meu eixo, percebo que não coloquei preservativo.
Eu quero enchê-la, fazer meu esperma vazar de sua boceta, mas não sou um moleque e nunca trairia sua confiança assim.
Eu a deito na cama e saio dela. Ajoelhado entre suas coxas, bombeio meu pau, apertando as bolas com uma das mãos, a outra trabalhando uma masturbação áspera.
Quando meu orgasmo vem, fico fascinado em ver os jatos de sêmen em seus seios e abdômen. Com os dedos, espalho meu prazer por todo seu corpo como uma pintura.
Ela não se move.
Não para de me olhar.
— Não me leve muito longe, Ares, ou eu nunca vou conseguir esquecer você.
— É essa a ideia. Você é minha.