Mito e Psicanálise

Ana Vicentini de Azevedo · Capítulo 60 de 64

Páginas do PDF

Mito e Psicanálise

Sobre o debate acerca do estatuto do…

Referências e fontes

 

Sobre o debate acerca do estatuto do mito foram consul-tadas as seguintes obras: República, de Platão, edição bilín-güe, Loeb Classical Library, ed. e trad. Paul Shorey (Londres, William Heinemann & Cambridge, Mass., Harvard Univer-sity Press, 1953); a Poética, de Aristóteles, ed. bilíngüe e comentários de S.H. Butcher (Londres, Macmillan, 1911); “Mito e interpretação filosófica”, de Paul Ricoeur; “Mitos: epistemologia dos mitos”, de Marcel Detienne, “A Grécia antiga: civilização”, de Pierre Vidal-Naquet, todos publica-dos em Grécia e mito (André Festugière et al. Lisboa, Gradi-va, 1988); Entre mito e política, de Jean-Pierre Vernant (São Paulo, Edusp, 2001); Mito e tragédia na Grécia antiga, de J.-P. Vernant e Pierre Vidal-Naquet (São Paulo, Brasiliense, vol. I, 1988, vol. II, 1991); Antropologia estrutural, de Claude Lévi-Strauss (Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro, 1967) e também do mesmo autor: Mito e significado (Lisboa, Edições 70, 1985).

Sobre as noções de verdade, esquecimento, memória,

comentários e traduções sobre elas, recorremos à Teogonia, de Hesíodo (ed. bilíngüe, Loeb Classical Library, Londres, William Heinemann & Nova York, Putnam’s Sons, 1928), além da edição comentada de M.L. West (Oxford, The Claredon Press, 1966). Em português, consultamos a edição,

71