Mito e Psicanálise

Ana Vicentini de Azevedo · Capítulo 61 de 64

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com introdução e estudo crítico, de Jaa Torrano (São Paulo, Roswitha Kempf Editores, 1986). Também recorremos a Os mestres da verdade, de Marcel Detienne (Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1988); ao já citado livro de J.-P. Vernant, Entre mito e política, como também à obra de Joaquim Brasil Fontes, Eros, tecelão de mitos: a poesia de Safo de Lesbos (São Paulo, Estação Liberdade, 1991).

A respeito dos mitos de Narciso, Eco e Dioniso, con-

sultamos as Metamorphoses, de Ovídio (ed. bilíngüe, Loeb Classical Library, Londres, William Heinemann & Nova York: Putnam’s Sons, 1929); a obra de Françoise Frontisi-Ducroux e J.-P. Vernant, Dans l’oeil du mirroir (Paris, Édi-tions Odile Jacob, 1997); como também “One, two three... Eros”, de J.-P. Vernant, publicado em Before sexuality: the construction of erotic experience in the ancient Greek world. Org. David Halperin, John Winkler e Froma Zeitlin (Prin-ceton, Princeton University Press, 1990); e A morte nos olhos: figuração do outro na Grécia antiga, de J.-P. Vernant (Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1988).

Sobre o mito de Édipo, consultamos as obras de J.-P.

Vernant já citadas, incluindo Mito e tragédia na Grécia antiga, em co-autoria com Pierre Vidal-Naquet, também supracitada. As questões acerca do nome de Édipo estão em meu artigo “Entre tyche e autómaton: o próprio nome de Édipo”, in Pulsional, Revista de Psicanálise. Ano XII, n. 23, 1999. O estudo de C. Lévi-Strauss sobre Édipo, “A estrutura do mito”, está publicado em Antropologia estrutural, acima citado.