Mao: a história desconhecida

Jung Chang e Jon Halliday · Capítulo 2 de 69

Páginas do PDF

Mao: a história desconhecida

Nota sobre a grafia dos nomes próprios

 

Nos nomes de pessoas chinesas, o sobrenome vem em primeiro lugar. Nos casos em que as pessoas têm um sobrenome muito comum, referimo-nos a elas pelos prenomes, depois da primeira menção. Grafamos os nomes de modo a torná-los distintos e facilmente reconhecíveis na medida do possível. Para aqueles que não estão em pinyin (o sistema oficial de transliteração da China), a versão em pinyin é dada no índice.

Para os nomes de lugares, usamos o pinyin, exceto para Pequim (Beijing), Yenan (Yan’an), Cantão (Guangzhou), Nanquim (Nanjing) e as ilhas de Quemoy (Jinmen) e Matsu (Mazu).

 

NOTA DA TRADUÇÃO BRASILEIRA

Para os nomes chineses, manteve-se o mesmo critério de grafia do original, em que foi adotado o sistema de transliteração para o inglês criado no século XIX por professores britânicos. Quanto aos nomes russos, fez-se a transliteração para o português somente dos nomes que aparecem no texto principal; para outros nomes que aparecem na lista de entrevistados, nas notas e na bibliografia, manteve-se a transliteração para o inglês do original.