Eu Mato
Agradecimentos
AO CHEGAR AO FIM DE UM TRABALHO com o este, os agradecim entos tornam -se, além de um gesto obrigatório, um prazer pessoal. Portanto, quero agradecer à Em baixada dos Estados Unidos em Rom a, ao Federal Bureau of Investigation (FBI) e à Sûreté Publique do Principado de Mônaco pela assistência dada a um a pessoa que se apresentava com o escritor, m as que, naquele m om ento, o era apenas em sua própria cabeça.
Obrigado a Gianni Rabacchin, assistente da Polícia de Estado de Asti, e ao Maresciallo Pinna, dos carabinieri de Capoliveri, que, além de serem nom es e patentes num uniform e, são tam bém am igos.
O m esm o discurso vale para o dr. Gianni Miroglio e para o dr. Agostino Gaglio que, num m undo de barões, são verdadeiros gentlemen da m edicina. Junto a eles o professor Vincenzo Mastronardi, psiquiatra crim inologista clínico, titular de psicopatologia forense da Faculdade de Medicina da Universidade de Rom a La Sapienza, que, apesar de seus inúm eros com prom issos, conseguiu encontrar tem po para um a consultoria tão preciosa quanto sua am izade.
Um a saudação e um agradecim ento a Alberto Hazan e ao staff da Rádio Monte Carlo, com um a m enção especial a Alain Gaspar, que suportou e am parou m inhas incursões com um savoir-faire realm ente louvável. E que se cum pra tam bém um louvor ao céus por seu italiano, que é m uito m elhor que m eu francês…
Cum prim ento e agradeço a m eu am igo Jeffery Deaver, que dem onstrou, panela de polenta na m ão, que um grande autor pode habitar o m esm o corpo que um a pessoa sim ples e sim pática.
E, a propósito de livros, obrigado a Claudia e Alberto Zappa pelos volum es que eu talvez m antenha “em prestados” para sem pre…
Obrigado de todo o coração aos que m e apoiaram , um tim e de leitores com pulsórios form ado por Doretta Freilino, Mauro Vaccaneo, Laura Niero, Enrico Biasci e Roby Facini, que m e alim entaram de com bustível e pneus novos nos m eus frequentes e talvez inconvenientes pit-stops.
Obrigado a Roberta, por estar e chegar sem pre: com o e onde, se m e perm item , é deliciosam ente problem a nosso.
Obrigado a Piergiorgio Nicolazzini, m eu agente literário, que aceitou cuidar de um aspirante a escritor praticam ente “na confiança”. Pelo m esm o m otivo, obrigado a Alessandro Dalai, a Eugenio Rognoni e a toda a Baldini & Castoldi por seus preciosos conselhos que m e aj udaram a escapar da “Síndrom e de Matarazzo”, e a Paola Finzi, heroica editora que conseguiu sobreviver a um a de m inhas bissextas crises nervosas.
Se esqueci de alguém , saiba que não está na lista, m as está em m eu coração.
No que m e diz respeito, tem o ter tom ado, aqui e ali, algum as liberdades, narrativas ou geográficas. Essa é, por enquanto, a única coisa que m e aproxim a de alguns grandes autores, que são de certa m aneira responsáveis pela presença deste volum e nas livrarias. A precisão “por enquanto” não é um transbordam ento de presunção, m as o único, frágil otim ism o que m e concedo. É sem pre bom recordar, no que for necessário, que os fatos narrados neste rom ance são fruto da fantasia e que os personagens não pertencem à vida real.
E talvez nem o autor…