Escola de Viagens Fora do Corpo: um guia prático
Capítulo 10: - Aplicação
A ESSÊNCIA DAS APLICAÇÕES PARA OS ESTADOS DE
FASE
A percepção inicial da FASE provoca tanta emoção e variedade de experiências que o praticante muitas vezes não se preocupada com a questão de como a FASE pode ser usada para algum propósito. A questão da aplicação torna-se ainda mais crítica com o aumento das experiências. As aplicações da FASE tornam-se mais evidentes no contexto da compreensão de como o fenômeno pode fornecer um meio para a obtenção de informações e de novas experiências.
Alguns abordam a prática da FASE com um objetivo pré-determinado, sem interesse em qualquer outra coisa. Com um objetivo específico pode surgir um problema na origem do objetivo, porque o fenômeno da FASE é envolto em uma espessa camada de preconceitos e estereótipos, que, muitas vezes, não têm relação com a realidade. O objetivo principal deste capítulo é separar a realidade da ficção. Seu objetivo secundário é fornecer uma descrição detalhada do que pode ser obtido a partir da prática de experiências de FASE.
Toda aplicação comprovada e prática acessível da FASE é baseada em três características: 1) Aplicação fundamentada na capacidade que a FASE tem de simular qualquer objeto e qualquer espaço com todas as suas propriedades e funções; 2) Aplicação baseada na oportunidade de se conectar com a mente subconsciente a fim de se obter informações e 3) aplicação com base na capacidade da FASE em causar impacto na fisiologia do praticante.
Mais importante: nada descrito neste capítulo é difícil de ser alcançado. Qualquer aplicação pode ser alcançada durante a primeira experiência de FASE se o praticante conseguir se concentrar e aplicar as técnicas adequadas para a translocação ou localização de objetos. Independentemente do praticante ter uma visão de mundo mística ou pragmática, a FASE está disponível para todos.
As possíveis aplicações do fenômeno certamente excedem as descrições relacionadas neste capítulo. É possível que outras aplicações e os respectivos métodos corretos de praticá-las ainda sejam desconhecidos. Somente o praticante pode determinar o limite das possibilidades dentro da FASE. O bom senso deve ser aplicado, ou seria lógica e psicologicamente difícil de se desfazer os equívocos. O objetivo deste capítulo é fornecer uma base firme e real, seja qual for a circunstância. Se o praticante seguir uma abordagem rigorosa para a prática será muito mais difícil de se perder durante estudos práticos e teóricos posteriores.