Escola de Viagens Fora do Corpo: um guia prático

Michael Raduga · Capítulo 86 de 154

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Escola de Viagens Fora do Corpo: um guia prático

O Contato com Objetos Vivos

A visão está frequentemente disponível no início de uma FASE especialmente quando o praticante utiliza para a entrada a observação de imagens e as técnicas de visualização. Às vezes a visão aparece dentro dos primeiros segundos. Outras vezes ela manifesta-se durante o processo de aprofundamento. Existem casos onde a visão não está disponível e deve ser criada rapidamente. A visão pode manifestar-se tão logo se pense sobre ela, mas se isso não ocorrer, uma técnica especial se faz necessário.

 

Para criar a visão, o praticante precisa trazer as mãos para uma distância de 10 a 15 centímetros na frente dos olhos e tentar detectá-las através escuridão ou de uma névoa acinzentada. Examinar determinada (agressiva) e atentamente os detalhes minuciosos das palmas das mãos fará com que elas apareçam, assim como se estivessem sendo reveladas em um filme Polaroid. Depois de alguns segundos a visão tornar-se-á clara e, junto com as palmas das mãos, o ambiente também tornar-se-á visível.

Sob nenhuma circunstância as pálpebras físicas devem ser abertas. A visão aparecerá por si própria e não diferirá da realidade, e a sensação física de olhos abertos surgirá. É possível fechar os olhos na FASE um número infinito de vezes, mesmo sem tê-los aberto fisicamente. Não é necessário a abertura dos olhos físicos para que o correspondente na FASE ocorra. As pálpebras físicas podem ser abertas apenas numa FASE muito profunda. Em uma FASE superficial a abertura dos olhos (físicos) causará um retorno à vigília.

O praticante deve também ter em mente que a visão deve ser criada apenas após ter sido alcançada uma separação completa do corpo e uma subsequente translocação. A tentativa de visualização das mãos durante o vôo ou enquanto estiver pairando em um espaço não identificado pode levar a uma translocação arbitrária.

 

O CONTATO COM OBJETOS VIVOS