Escola de Viagens Fora do Corpo: um guia prático

Michael Raduga · Capítulo 60 de 154

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Escola de Viagens Fora do Corpo: um guia prático

Trabalhando em Duplas

Trabalhar em duplas é considerado o segundo métodos não autônomo mais eficaz para se entrar na FASE. Um será o praticante e o outro o ajudante. O praticante tenta entrar na FASE enquanto o ajudante oferece vários tipos de apoio para este fim.

O praticante deita-se na cama enquanto o ajudante permanece por perto esperando o praticante adormecer. Quando o sono ocorrer o ajudante observará os olhos do praticante, prestando atenção para os sinais de sono REM, que é principalmente caracterizado por movimentos oculares rápidos, como o próprio nome diz. Quando o sono REM for evidente, o ajudante comunicará ao praticante através de um sussurro que o que ele está experimentando é um sonho. O ajudante poderá variar o volume do sussurro, usar o toque para fortalecer o sinal ou acender uma lanterna nas pálpebras do adormecido.

O praticante deve detectar os sinais sem acordar e indicar a estado de consciência através da realização de movimentos rápidos e cíclicos com os olhos. Se não houver tal indicação por parte do praticante o auxiliar continuará a despertá-lo, o que pode finalmente acordá-lo.

Se o praticante for incapaz de permanecer no sonho, técnicas indiretas devem ser realizadas. O praticante, sob nenhuma circunstância, deverá se mover ao acordar ou perderá valiosos segundos antes da transição para as tentativas indiretas. Se a entrada na FASE não ocorrer após as técnicas terem sido realizadas, o praticante deverá voltar a adormecer com a intenção de fazer outra tentativa.

Geralmente várias tentativas nesse sentido são suficientes para se colher resultados. Trabalhar em duplas é mais bem executado pouco antes de um cochilo durante o dia ou com o mesmo método diferido (adiado) usado para as técnicas indiretas.