Escola de Viagens Fora do Corpo: um guia prático
Variações na Utilização das Técnicas Diretas
As técnicas utilizadas para a obtenção das entradas diretas na FASE são exatamente as mesmas utilizadas para a obtenção das entradas indiretas. A única diferença está no método de implementação. As técnicas estão descritas em detalhe no Capítulo 2. Como técnicas diretas necessitam sobretudo de passividade, nem todas as técnicas funcionam igualmente bem para os dois tipos de entrada na FASE. Técnicas ativas, como a do tensionamento do cérebro, não devem ser usadas para a obtenção de uma entrada suave na FASE.
As técnicas diretas diferem das indiretas na implementação por causa da produção lenta de resultados, que ocorre desde o início de uma tentativa direta até o seu final. A mesma movimentação de um membro fantasma pode rapidamente começar antes de dormir, mas a amplitude de movimento não será fácil de aumentar e toda a implementação da técnica contará com um movimento rítmico prolongado. Os resultados levam muito mais tempo para acontecer: 10 minutos, ao invés de 10 segundos. Essas diferenças também podem ser aplicadas a todas as técnicas descritas neste guia.
Da mesma forma que acontece com a prática das técnicas indiretas, para começar a prática das técnicas diretas, o praticante deve escolher as 2 ou 4 mais adequadas dentre aquelas que provaram ser mais eficazes para o indivíduo.
A principal diferença na prática das técnicas diretas em relação às indiretas é o tempo necessário para a execução de cada uma delas. Se o teste de uma técnica indireta leva apenas de 3 a 5 segundos, serão necessários vários minutos para a execução da mesma técnica na versão direta. A duração varia de acordo com alguns fatores.
Há três maneiras principais de se realizar as técnicas: clássica, sequencial e em ciclos - semelhante aos ciclos usados com as técnicas indiretas. Para entender qual variante deve ser utilizada, considere a seguinte tabela: