Escola de Viagens Fora do Corpo: um guia prático
Técnicas Envolvendo a Visão
Técnica do Movimento Fantasma
O praticante tenta mover alguma parte do seu corpo sem mover nenhum músculo, e também sem imaginar ou visualizar nada. A parte do corpo pode ser um braço, uma perna, o ombro, a cabeça ou mesmo a mandíbula. Quando o movimento surge, o objetivo principal é aumentar sua amplitude tanto quanto possível, mas não necessariamente a velocidade do movimento ou a porção da parte do corpo sendo movida.
Técnica do Movimento Imaginado
A praticante tenta sentir algum movimento que ele iniciou através da imaginação. O movimento pode ser nadar, correr, caminhar, voar ou mexer pernas ou braços. O praticante não tem que visualizar a técnica quando está executando-a, já que o movimento é o mais importante aqui.
TÉCNICAS ENVOLVENDO A VISÃO
Técnica da Observação de Imagens
O praticante observa o vazio diante de seus olhos sem abri-los. Assim que começa a ver qualquer imagem, ele a tenta discernir melhor desfocando sua visão como se estivesse olhando para além dela. Isso fará com que ela fique mais estável e realista.
Técnica da Visualização
O praticante tenta ver e discernir um objeto a não mais de 15 centímetros de seus olhos.
TÉCNICAS BASEADAS NO SENTIDO VESTIBULAR
Técnica da Rotação Imaginada
O praticante tenta imaginar que seu corpo está girando ao longo do eixo que vai da cabeça aos pés. O objetivo final é substituir sensações imaginadas por sensações reais. A rotação pode ocorrer em qualquer plano, mas não se deve tentar visualizá-la ou tentar ver-se de lado, já que a ênfase principal é sobre a própria sensação vestibular.
Técnica da Rotação Real
O praticante tenta fazer girar a sensação de seu corpo físico ao longo do eixo que vai da cabeça aos pés. O processo não precisa ser visualizado ou imaginado. Você deve começar a partir de sensações reais, embora o plano de rotação possa ser alterado à vontade.