Espírito de Startup: Tudo ao mesmo tempo agora

Glauter Jannuzzi e Ricardo Abreu · Capítulo 72 de 106

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Espírito de Startup: Tudo ao mesmo tempo agora

DevOps

 

Há alguns anos, outro conceito emergiu dessa evolução, e a tendência de unir as áreas de desenvolvimento e infraestrutura (ou de operações) num conceito integrado e único do ciclo de vida de uma solução de software , que deu origem ao DevOps .

 

O DevOps 70 é uma prática que enfatiza a colaboração e a comunicação entre os profissionais da área de desenvolvimento e de operações graças a implementação de um processo automatizado de entrega de softwares e mudanças na infraestrutura.

 

O conceito de DevOps veio para complementar os princípios do manifesto ágil e tornou-se um importante aliado no que diz respeito ao foco na melhoria da qualidade de aplicações que são entregues ao cliente final. De forma a evitar ou minimizar antigos problemas entre as áreas de desenvolvimento e infraestrutura, que precisam estar atuando bem integradas e, em parceria, para que as soluções sejam implantadas de forma efetiva para os clientes finais.

 

O QUE ESTÁ POR TRÁS DAS LEAN

STARTUPS?

Como já mencionamos anteriormente, um dos nomes de maior respeito na comunidade empreendedora é o de Eric Ries, autor do best-seller The Lean Startup . Em sua obra, Ries analisa o que leva muitas startups a falharem e traz argumentos próprios contra a crença de que apenas uma boa ideia e um bom plano de negócios justifiquem o sucesso de uma empresa. Ries não concorda com o modelo just do it , ou faça isso e pronto, mas concorda, sim, que paixão, visão e energia não devam ser desperdiçados. Portanto, propõe um modelo de gestão e condução de startups para que estas façam sucesso e consigam mudar o mundo.

 

Acreditamos muito nessa metodologia e abaixo descrevemos nossa interpretação dos cinco princípios em que ela é baseada:

 

1. Empreendedores estão por todas as partes. Isto inclui todos que

trabalham no contexto de uma startup (conforme definimos no

Capítulo 1), que pode ser em uma garagem, em um espaço de

coworking ou mesmo dentro de uma grande empresa.

 

2. Empreender é administrar. Startups devem ser vistas como uma

instituição e não como um produto. Portanto, requerem, sim, um novo

tipo de gestão que seja adequada aos novos tempos. Mas não se pode

pensar que o caos é a resposta, e também não é possível seguir com

uma gestão engessada de uma empresa tradicional.

 

3. Validação do aprendizado. O foco central das startups deve ser um

ciclo contínuo de experimentos e validações. Elas existem para entrar É importante notar que em termos de processos e metodologias, de tempos em tempos, surgem novos procedimentos, ou novas roupagens, que incluem estudos baseados em outros bem mais antigos, como é o caso do Lean e Six Sigma .