Eu vejo Kate: O despertar de um serial killer

Cláudia Lemes · Capítulo 25 de 80

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Eu vejo Kate: O despertar de um serial killer

Quando chego no apartamento de Kate, o…

Quando chego no apartamento de Kate, o relógio marca nove horas.

Eu bato e espero ela abrir. Começo a me preocupar à medida que o momento se arrasta, mas finalmente ela abre. Estou surpreso comigo mesmo pelo quão feliz me sinto quando ela aparece. Quero beijá-la.

Kate está de calça de moletom cinza, uma camiseta preta e meias quentinhas. Seu cabelo está puxado para trás.

– Ei – eu consigo dizer, enquanto ela fecha a porta atrás de mim e a tranca.

Ela começa a chorar. Faz isso fechando os olhos e espremendo o rosto e a visão é de desespero e cansaço.

Isto me pega completamente de surpresa e estou dando um passo em direção a ela.

– Kate... Está tudo bem?

Ela concorda com a cabeça, mas está cobrindo o rosto com as mãos.

– Sinto muito. É que você demorou tanto tempo e eu estava com medo e estava... – ela tenta se controlar. – Pensei sobre a menina, Jennifer. Ryan, eu não sou assim, não choro tão facilmente, mas estou apavorada. Pela primeira vez na minha vida sei o significado verdadeiro dessa palavra.

– Estou aqui. – É o que eu digo. Percebo que perdi minha maneira de lidar com mulheres que choram. Quero confortá-la, e não tenho nenhuma ideia de como fazer isso. Eu a abraço e ela esfrega o rosto contra meu peito. Porra, a sensação é ótima. Beijo sua cabeça e gosto do cheiro do seu shampoo cítrico. Quando ela olha para mim, não está mais chorando.

E, de repente, não há nada que eu queira fazer mais do que transar com ela. Dou um passo quase que para dentro dela e a beijo, e ela se abre para mim. Aqui estamos novamente: línguas e suspiros. Pressiono Kate contra a parede, com medo que ela queira parar, mas ela é receptiva. Dá um longo gemido e o som diz muito. Ele diz que está exausta e feliz ao mesmo tempo, com medo, mas querendo contato. É ela quem tira sua camiseta desta vez e eu estou feliz que não há nada por baixo. Meu corpo reage um segundo antes da minha mente e estou apertando aqueles seios pequenos rudemente. Mais gemidos, ela parece gostar. Estou instantaneamente duro, mas quero ir com calma e fazer certo dessa vez. Ela está puxando minha camisa, beijando meu peito e descendo para meus jeans. Vejo-a abrir minhas calças, a expressão em seu rosto, os lábios entreabertos, a luxúria. Kate nunca pareceu tão bonita para mim.

Ela se ajoelha e lambe meu pau e é quase demais. Descanso minhas mãos na sua parede e fecho os olhos para sentir isso, e sentir suas mãos na minha bunda enquanto ela me enfia na sua boca. Não posso deixar de fechar a mão em torno de seu cabelo. Ela está gemendo enquanto faz isso e eu tento segurar. Consigo, mas não vai durar muito tempo se ela continuar.

É o instinto que me faz agarrá-la, puxá-la para cima, e ir para o sofá. Mas agora Kate me interrompe:

– Não, vamos fazer na cama.

Eu vou atrás dela, para o quarto onde o abajur no canto está aceso. Caímos na cama e estou em cima dela. Beijo-a, quero fazer isso devagar. Ela está beijando de volta e movendo seus quadris contra os meus.

– Me fode, me fode.

E eu a silencio com um shhh... movendo para baixo. Arranco suas calças e as jogo no chão. Ela está vestindo meias, mas isso não afeta meu tesão. Tento mover para baixo para sentir o gosto dela, não quero nada além da sua boceta contra a minha boca, mas ela me interrompe:

– Não, só me fode, vem.

Eu me movo para cima, e empurro contra ela, tão molhada que deslizo facilmente para dentro. Os dedos de Kate estão agarrando minhas costas, mas ela rói as unhas e portanto não sinto arranhões. Meto uma e outra vez, amando o quanto está apertada, observando sua cabeça para trás com os lábios entreabertos, gemendo alto, movendo os quadris para cima para encontrar os meus.

Amo seus peitos, seu cabelo, tudo nela.

Mas me recuso a terminar rápido desta vez. Retiro meu pau de dentro dela e ela está gemendo:

– Não, não...

Caminho à sua volta e a coloco de quatro, e lá está ela:

– Sim, me fode com força.

E eu obedeço.

Não consigo ver o rosto dela, mas adoro isso. Gosto da visão que tenho, da sua bunda, gosto de puxar seus quadris para mim com impulso, e ouvir seus gritos curtos agora. Sem pensar, empurro meu dedo médio em sua boca e ela o suga obscenamente. Eu o retiro e tão suavemente quanto o meu desejo permite, o enfio em sua bunda. Kate deixa escapar um gemido, mas ela move seus quadris tão ferozmente que sei que ela gosta.

Tenho que parar depois de cinco minutos disso, com medo de gozar. Eu me afasto dela e ela está virando na cama, ofegante, olhando para mim. Tudo o que consigo pensar é que quero comê-la a noite toda.

Ela está me empurrando para baixo na cama e monta em mim. Mexe seus quadris em movimentos circulares e não consigo tirar os olhos dela. Ela rebola e fecha os olhos agora, com as mãos no meu peito.

Deixo que ela me cavalgue, relaxo e a observo.