Eu vejo Kate: O despertar de um serial killer
Eu quero, mas não posso ficar com…
Eu quero, mas não posso ficar com Ryan por muito tempo.
Ele é empurrado para dentro de um veículo da polícia, enquanto luzes piscam em todos os lugares. Jornalistas estão aglomerados em torno do governador Mathias Rogers e ele se recusa a falar. A festa definitivamente acabou.
Mas eu sei o que está acontecendo com Kate também. É uma habilidade que adquiri e não tenho certeza de quando.
Ele a tem agora e o que eu sinto é MEDO.
Por que eu temo por Kate?
Por que não quero que ela sofra?
Eu desejo estar com ela e estou na van.
Ela está consciente, seu rosto dói onde ele lhe deu um soco e agora o outro está se movendo para o banco onde ela se encontra.
Ela vê o plástico “enforca gato” em suas mãos.
Ela balança a cabeça, com os olhos em lágrimas.
– Por favor, não coloque isso em mim, eu faço o que você quiser, eu juro. – Então, começa a chorar.– Por que está fazendo isso comigo?
Ele se sente triste por ela, isso é um fato. E demonstra isso através de seus olhos. Mas seus movimentos são determinados quando se aproxima.
A cadela reage e eu a amo por isso. Ela o arranha freneticamente quando ele se aproxima e ele é forçado a lutar contra ela.
– Acalma essa vagabunda! – o assassino grita do banco da frente enquanto dirige.
O mais jovem obedece e pousa um soco seco e sólido no rosto dela.
Ela perde o controle sobre o mundo por alguns segundos e é o suficiente para ele apertar as mãos com tanta força com a presilha que ela grita.
– Fique aí – ele manda e implora ao mesmo tempo. – Eu não quero machucá-la novamente, Kate.
Ela não faz nada agora, além de chorar contra o assento.