Atlas de OCT em Retina
Principais Achados na OCT
resolução da hiper-refletividade da camada nuclear externa. No entanto,
podem ocorrer irregularidades localizadas permanentes do EPR e atrofia
retiniana externa com perda de fotorreceptores.
Principais Achados na OCT
• Anormalidades da OCT no EPPMPA correlacionam-se com lesões
clinicamente identificáveis.
• Os achados da OCT na fase aguda mostram hiper-refletividade ou
disrupção da camada plexiforme externa contígua ao EPR, que
inclui os fotorreceptores (Fig. 1A-D, Fig. 2A-E).
• Os achados da OCT na fase de resolução podem normalizar ou
deixar defeitos permanentes na camada nuclear externa, IS/OS/EZ
e EPR (Fig. 1E, Fig. 2D-F).
• Os achados atípicos da OCT incluem líquido intrarretiniano, líquido
sub-retiniano significativo e espessamento localizado da retina
interna (Fig. 3).
FIG. 1A-E Aparência clínica típica (A) e angiografia com fluoresceína (B) de EPPMPA na apresentação. (C) A OCT correspondente na fase aguda mostra áreas multifocais das bandas IS/OS/EZ e MLE interrompidas com hiper-refletividade anormal da retina externa (pontas de seta) que se estende da camada plexiforme externa até o EPR, inclusive dos fotorreceptores. Há líquido sub-retiniano discreto associado a cada lesão (setas vermelhas). (D) O outro olho mostra achados semelhantes. (E) 2 semanas após a apresentação, a OCT mostra uma normalização da arquitetura retiniana externa com restauração da banda da MLE e IS/OS/EZ, embora permaneçam atenuadas. (Cortesia Robin A. Vora, MD, e John Lewis, MD.)
FIG. 2A-F Na apresentação na fase subaguda da EPPMPA, diversas lesões são visíveis clinicamente (A) e muito mais visíveis angiograficamente (B). OCT mostra áreas multifocais de atenuação da retina externa (círculos amarelos) afetando predominantemente os fotorreceptores e o EPR, com relativa preservação da camada nuclear externa (C). Seis meses mais tarde, as lesões ativas apresentam resolução (D), deixando a agregação de pigmento no nível do EPR com uma normalização quase completa na OCT, embora a atenuação fraca do IS/OS/EZ permaneça (E). Essa tendência de normalização continua em 1 ano (F). Note as mesmas áreas destacadas por círculos amarelos na Figura 2C, E e F. (Fig. 2A e B com permissão de Reichel, E., Duker, J., Goldman D., Vora R., Fein, J. 2015. Handbook of retinal disease. JP Medical, London.)
FIG. 3 O caso atípico de EPPMPA mostra um fluido sub-retiniano significativo (asteriscos) e espessamento cístico localizado da retina externa. Essas características podem assemelhar-se aos achados da síndrome de Vogt-Koyanagi-Harada.
Bibliografia
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