Atlas de OCT em Retina

Darin R. Goldman · Capítulo 76 de 165

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Atlas de OCT em Retina

Seção 14: Outras Alterações Maculares

S E Ç Ã O 1 4

 

Outras Alterações Maculares

 

Capítulo 14.1: Estrias Angioides

 

Capítulo 14.2: Retinosquise Juvenil Ligada ao

Cromossomo X

 

Capítulo 14.3: Albinismo Oculocutâneo

 

Capítulo 14.4: Perfluorocarbono Sub-retiniano

 

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Estrias Angioides

 

Shilpa Desai

 

A. Yasin Alibhai

 

Resumo

 

As estrias angioides são rupturas lineares na membrana de Bruch. São

causadas por uma quebra no colágeno e na lâmina elástica da membrana de

Bruch. Existem várias causas potenciais de estrias angioides, incluindo

pseudoxantoma elástico, síndrome de Ehler-Danlos, doença de Paget,

doença falciforme e outras hemoglobinopatias (Paton, 1972). As estrias

angioides podem causar alterações na visão de três maneiras diferentes.

Primeiro, a estria pode progredir através da fóvea, levando à perda do

epitélio pigmentado da retina (EPR). Trauma leve no olho pode causar

ruptura da coroide, levando à hemorragia sub-macular e perda de visão.

Finalmente, a neovascularização de coroide secundária (NVC) pode causar

hemorragia e edema macular. O exame clínico revela irregularidades

lineares laranja-avermelhadas a castanhas que se estendem radialmente da

região peripapilar para a retina periférica. A angiofluoresceinografia mostra

hiperfluorescência irregular ao longo da estria secundária à deposição de

EPR sobreposto (Fig. 1). A OCT mostra as estrias angioides na seção

transversal como uma descontinuidade na membrana de Bruch (Fig. 2).

Embora não haja nenhum tratamento específico para as estrias angioides,

qualquer condição sistêmica subjacente deve ser abordada. A NVC é a principal causa de perda de visão e pode ser tratada com anti-VEGF