Atlas de OCT em Retina
Principais Achados na OCT
FIG. 2 OCT B-scan de um paciente com coriorretinopatia serosa central, associada ao descolamento do epitélio pigmentado (seta amarela).
Principais Achados na OCT
• Descolamento macular seroso juntamente com.
• Descolamento do epitélio pigmentado da retina.
• Espessamento da coroide.
• Granulações retinianas externas (Figs. 2-4).
• Neovascularização coroidal secundária pode ser identificada na
angiografia por OCT (Fig. 5).
FIG. 3A-D Avaliação multimodal de paciente com CSC inativa com vasos da coroide grandes e espessamento da coroide. (A) A autofluorescência foi capaz de identificar o sinal clássico do trato descendente associado a áreas de hiper-autofluorescência e hipoautofluorescência. (B) A angiografia com fluoresceína mostra áreas de hiper-fluorescência resultantes do defeito do epitélio pigmentado da retina. (C) Angiografia com indocianina verde mostra áreas de hiperpermeabilidade. (D) Na OCT B-scan, é possível identificar uma coroide espessada (linha amarela pontilhada e seta amarela) e dilatação dos vasos da coroide (asteriscos brancos).
FIG. 4 OCT B-scan de um paciente CSC aguda, associada às alterações granulares das camadas externas de fotorreceptores (seta amarela e ponta de seta).
FIG. 5 Avaliação multimodal de paciente com CSC com NVC secundária. (A) A retinografia colorida mostra o EPR manchado sem a presença de hemorragia intrarretiniana ou sub-retiniana. (B) OCT B-scan na fóvea mostra um descolamento de EPR plano (seta branca) associado a pouco fluido sub-retiniano, coroide espessada e vaso grande dilatado (seta amarela). (C) A angiografia fluoresceínica na fase intermediária não mostra nenhum vazamento perceptível. (D) Angiografia por OCT segmentada no coriocapilar indica claramente o complexo da membrana neovascular (linha tracejada amarela).
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