Atlas de OCT em Retina

Darin R. Goldman · Capítulo 141 de 165

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Atlas de OCT em Retina

Principais Achados na OCT

FIG. 1 (A) Retinografia colorida da doença de Stargardt inicial típica mostrando flecks pisciformes amarelados. (B) A angiografia fluoresceínica correspondente mostra a impregnação dos flecks além do sinal da coroide silenciosa.

 

A OCT fornece informações complementares sobre a localização das

lesões patológicas em relação ao EPR, o que pode ajudar a confirmar o

diagnóstico. Nos casos de doença de Stargardt, a OCT é fundamental para

detectar e monitorar a atrofia macular que pode se desenvolver

parafovealmente ou subfovealmente.

 

Principais Achados na OCT

 

• Há disrupção do EPR, IS/OS/EZ e retina externa, que se

correlaciona com a gravidade da doença.

• A atrofia retiniana associada começa em uma localização

parafoveal, espalhando-se para a fóvea com a maior duração da

doença (inicialmente poupa a fóvea central) (Figs. 2–4).

FIG. 2 (A) A OCT na doença de Stargardt leve mostra uma disrupção irregular do complexo IS/OS/EZ na região parafoveal. A fóvea central está relativamente intacta. (B) O mapa correspondente de espessura da OCT revela um leve afinamento parafoveal secundário à perda da retina externa.

 

FIG. 3 Doença de Stargardt moderada com áreas focais de perda da retina externa e EPR. A fóvea central é poupada.

FIG. 4A E B (A) A OCT na doença de Stargardt severa/avançada mostra atrofia generalizada da retina externa e do EPR envolvendo toda a mácula. (B) O mapa de espessura correspondente ilustra melhor a atrofia macular difusa.

 

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