Atlas de OCT em Retina

Darin R. Goldman · Capítulo 162 de 165

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Atlas de OCT em Retina

Principais Achados na OCT

FIG. 1 Imagem de grande angular ilustrando a aparência característica da degeneração em lattice. (Cortesia de Netan Choudhry, MD.)

 

Essa limitação pode ser superada com um fotógrafo experiente e um

paciente cooperativo. No futuro, as modalidades de imagem da OCT podem

incluir modificações que auxiliem na obtenção de imagens periféricas, o

que tornaria seu uso mais prático para a degeneração em lattice.

 

Principais Achados na OCT

 

• A degeneração em lattice é caracterizada por forte aderência

vitreorretiniana nas bordas com vítreo claro sobrejacente à lesão.

• A retina envolvida tipicamente demonstra afinamento generalizado

(Figs. 2–7).

• O descolamento de retina subclínico é muito comum, uma

característica mais bem avaliada na OCT (Figs. 4–7).

• É comum uma inserção/tração vítrea sobre a superfície em forma de

U (em seção transversal) (Fig. 4).

FIG. 2 OCT orientada perpendicularmente ao eixo curto da degeneração em lattice. A retina envolvida é fina, com firme aderência vitreorretiniana em ambas as bordas da degeneração em lattice.

 

 

FIG. 3 Neste exemplo de degeneração em lattice, existe uma ampla tração vitreorretiniana sobre a região envolvida, criando um aspecto de espessamento retiniano localizado. (Cortesia de Netan Choudhry, MD.)

FIG. 4 A área de imagem é apenas na borda de uma pequena área de degeneração em lattice, que destaca a aparência anormal do vítreo sobrejacente. O vítreo é espessado, aparecendo como uma banda hiper-refletiva ampla em forma de U (linha branca). Características secundárias, incluindo um pequeno descolamento de retina subclínico e um cisto intrarretiniano também são visíveis. (Cortesia de Netan Choudhry, MD.)

 

FIG. 5 Duas pequenas áreas de degeneração em lattice são mostradas com aparência atípica da OCT. A tração vitreorretiniana focal sobrejacente a cada área criou um efeito semelhante à equise. A divisão e a elevação das camadas internas da retina são vistas na direção da cavidade vítrea. (Cortesia de Netan Choudhry, MD.)

FIG. 6A-C (A) Na borda desta área de degeneração em lattice, há uma forte aderência vitreorretiniana causando um descolamento de

retina subclínico (não visível ao exame clínico). (B) São ilustradas muitas das características da degeneração em lattice visíveis na OCT. (C) A ruptura da retina está presente na borda da tração vitreorretiniana, associada a uma pequena coleção de fluido sub-retiniano subclínica. (Fig. 6B cortesia de Netan Choudhry, MD.)

 

FIG. 7 Um descolamento de retina subclínico é mostrado, associado à degeneração em lattice típica. O vítreo imediatamente sobrejacente à degeneração em lattice é opticamente vazio e completamente hiporrefletivo em comparação com o vítreo ao redor, o qual exibe algum grau de refletividade granular. (Cortesia de Netan Choudhry, MD.)

 

Bibliografia

 

Manjunath V, Taha M, Fujimoto JG, et al. Posterior lattice degeneration

characterized by spectral domain optical coherence tomography. Retina.

2011;31(3):492–496.

 

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