Atlas de OCT em Retina

Darin R. Goldman · Capítulo 49 de 165

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Atlas de OCT em Retina

7.1: Aderência Vitreomacular

7 . 1

 

Aderência Vitreomacular

 

Darin R. Goldman

 

Resumo

 

Durante a evolução normal da separação vitreomacular relacionada à idade,

as áreas de vítreo podem permanecer ligadas à mácula (Capítulo 27.1). A

aderência vitreomacular representa um estado fisiológico normal da

interface vitreomacular (Fig. 1). O grau de aderência pode variar de focal a

extenso (Figs. 2 e 3). Esse achado benigno se distingue do estado

patológico da tração vitreomacular (Capítulo 7.2) que tem como resultado a

falha de distorção ou disrupção das camadas retinianas associadas (ou não)

ao impacto na visão. A presença de aderência vitreomacular pode ser útil

para determinar o risco futuro de distúrbios da interface vitreomacular.

FIG. 1A E B A aderência vitreomacular focal está presente sobrejacente à mácula central. A hialoide posterior é vista inserindo-se próximo às bordas da fóvea (setas) sem qualquer distúrbio do contorno foveal normal.

FIG. 2 A aderência vitreomacular extensa está presente em toda a mácula. A face posterior da hialoide se mistura, quase

imperceptivelmente, com a superfície da mácula (setas). Este olho posteriormente desenvolveu tração vitreomacular com um FTMH.