Atlas de OCT em Retina
7.1: Aderência Vitreomacular
7 . 1
Aderência Vitreomacular
Darin R. Goldman
Resumo
Durante a evolução normal da separação vitreomacular relacionada à idade,
as áreas de vítreo podem permanecer ligadas à mácula (Capítulo 27.1). A
aderência vitreomacular representa um estado fisiológico normal da
interface vitreomacular (Fig. 1). O grau de aderência pode variar de focal a
extenso (Figs. 2 e 3). Esse achado benigno se distingue do estado
patológico da tração vitreomacular (Capítulo 7.2) que tem como resultado a
falha de distorção ou disrupção das camadas retinianas associadas (ou não)
ao impacto na visão. A presença de aderência vitreomacular pode ser útil
para determinar o risco futuro de distúrbios da interface vitreomacular.
FIG. 1A E B A aderência vitreomacular focal está presente sobrejacente à mácula central. A hialoide posterior é vista inserindo-se próximo às bordas da fóvea (setas) sem qualquer distúrbio do contorno foveal normal.
FIG. 2 A aderência vitreomacular extensa está presente em toda a mácula. A face posterior da hialoide se mistura, quase
imperceptivelmente, com a superfície da mácula (setas). Este olho posteriormente desenvolveu tração vitreomacular com um FTMH.