Atlas de OCT em Retina
Pontos-chave
(Figs. 3, 4 e 10). A OCT é considerada uma modalidade fundamental para
identificar e caracterizar DDS (Suzuki, Sato & Spaide, 2014; Zweifel
et al., 2010). DDS em olhos mais velhos, com aparência macular normal,
como definido pela escala Age-Related Eye Disease Study (AREDS), é um
fator de risco para DMRI (Huisingh et al., 2016) A redução da visibilidade
de cones sobrepostos em DDS em imagens de óptica adaptativa pode ser
devida a várias causas possíveis — incluindo uma mudança na orientação
dos fotorreceptores, uma alteração de sua arquitetura celular ou ausência
dos próprios cones — o que diminui a função fotorreceptora do cone
(Mrejen et al., 2014).
As imagens de OCT de drusas refrácteis (material drusenoide contendo
pequenas esferas refrácteis) mostram pontos hiper-refletivos (muitas
pequenas esférulas ricas em fosfato de cálcio) e parecem ser uma etapa de
regressão de drusas marcada pela perda de EPR, contribuindo para o
desenvolvimento de AG (Suzuki et al., 2015).
Pontos-chave
• Pequenas drusas (“drupelets”) têm menos de 63 μm de diâmetro,
drusas intermediárias são de 63 a 125 μm e drusas grandes são
maiores que 125 μm.
• Pequenas drusas são consideradas envelhecimento normal e não
representam risco de progressão para DMRI avançada.
• Os depósitos drusenoides sub-retinianos (também conhecidos como
pseudodrusas reticulares) estão localizados acima do EPR e estão
associados à progressão para DMRI avançada.
• A OCT é valiosa no diagnóstico diferencial das drusas.
• Características específicas de drusas na OCT são investigadas como
biomarcadores para progressão da DMRI.
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