Destinada ao Grego: a babá e o viúvo proibido

D. A. Lemoyne · Capítulo 36 de 71

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Destinada ao Grego: a babá e o viúvo proibido

Capítulo 33

 

Encosto na porta que dá para a piscina e sei que Cecily tem consciência

de que estou aqui. Eu consigo ver seu corpo, não o rosto, mas se pudesse adivinhar

, diria que está envergonhada

porque para de andar.

Os meus olhos percorrem cada pedaço dela: pernas esguias, mas com coxas fortes, o quadril pronunciado que tanto me enlouquece, alimentando minhas fantasias mais sacanas. A boceta quase sem pelos, com um tipo de depilação

ousada. O abdômen

reto e os peitos grandes em comparação ao conjunto.

Ela é a visão de uma deusa encarnada. Toda feminina, mulher,

Cecily

consegue abrigar em si nuances de inocência e petulância.

Tentação e pureza.

Há também algo de vulnerável

nela, que me faz querer protegê-la

e que me impede de tratá-la como ajo com minhas outras mulheres.

Um elo invisível

que não tenho noção de como pode ter se

formado, mas que me liga inexoravelmente à minha ruiva.

Foi essa a razão para que, no começo, eu quisesse mandá-la de volta para o Kansas.

Agora que já a conheço melhor, no entanto, eu a desejo comigo, porque sou egoísta e preciso desvendá-la, descobrir o que há nessa menina-mulher que não encontrei em nenhuma outra.

— Você voltou sem avisar

. Achei que seria amanhã.

— Era para ter vindo mais cedo, mas agora estou satisfeito que

tenha te encontrado aqui.

— Sabia onde eu estava?

— Você nada toda noite quando estou viajando e Joseph fica com Elina.

— E me espiava?

— Sim, pelas câmeras.

Ela me dá um meio sorriso.

— Isso é um pouco pervertido, doutor Kostanidis.

Ela está me provocando, porque já não me chama mais assim.

— Pervertido? Acredite quando digo que até agora fui um santo, Cecily

. As minhas perversões ainda não vieram à superfície.

Quando acontecer, talvez você fuja.

— Acha que vou correr?

— Você me diz: vai? Ou quer experimentar tudo o que desejo fazer com você?

— Não sei do que está falando.

— Continue mentindo para si mesma. É virgem, mas inteligente.

Sabe que eu te quero.

— Eu devo me cobrir.

— Quer se cobrir?

— Deveria querer, mas gosto do jeito que você me olha. Não parece errado você me ver nua.

Abro os botões da minha camisa, mas não a tiro do corpo.

Desfaço-me dos sapatos e meias e dou alguns passos para perto dela.

— Como eu te olho?

— Com fome.

— É uma boa definição.

— Eu sinto fome de você também, mas não…

— Shhhh… sem negativas ou razões para não nos envolvermos.

Eu sei todas de cor, mas tenho uma proposta.

— Proposta?

— Duas semanas juntos — digo, tentando me concentrar em seu rosto, mas a maneira como Cecily fica à vontade, completamente nua na minha frente, está me enlouquecendo.

As duas semanas que acabo de determinar são porque esse foi o

maior período que já fiquei

com a mesma mulher, fora a minha

esposa.

— Está me propondo ficarmos

juntos por um período, com prazo

para terminar?

Ela não parece chocada, mas há algo por trás da pergunta que eu não consigo definir o que é.

Decepção?

Talvez seja um acordo cruel para se oferecer a uma virgem, mas é muito mais do que já entreguei a outras mulheres.

— Sim. Quinze dias para explorarmos essa atração que está nos consumindo e então, seguimos em frente sem olhar para trás.

— E o meu emprego?

— Continuará aqui por tanto tempo quanto desejar, desde que, uma vez que terminemos, esqueça do nosso período juntos. Nunca

deverá tocar no assunto ou insinuar o que quer que seja sobre nós

dois. Quando o fim chegar

, será um fim definitivo.

É ela quem se aproxima agora, o queixo erguido, linda para caralho com as mãos nos quadris, parecendo pronta para uma briga.

— Está tão seguro assim de que serei eu a ficar

suspirando pelos

quatro cantos com saudade de nós dois?

Jesus, a mulher está um passo além de ser uma delícia.

Cada

coisa que sai de sua boca, evoca o selvagem em mim. Ela me desafia sem dar a mínim

a para nossas posições sociais ou

diferença de idade e vivência.

Cecily é corajosa, combativa. Um tesão.

— Sou o experiente de nós dois. Tive muitas amantes. Nunca me envolvi

com alguém ao ponto de querer mais. Então, sim, acho que se um de nós vai ficar com saudade, será você.

— Nem mesmo com sua esposa quis mais?

— Nem mesmo com ela.

— Mas se casaram.

— Sim, nos casamos. Qual é o ponto dessa conversa?

Dá de ombros e nesse instante sua expressão é indecifrável.

— Tenho uma contraproposta.

Tento disfarça

r a surpresa enquanto calculo o que ela poderá querer. Só pode ser mais tempo comigo e talvez, por ela, pela minha ruiva gostosa, eu ceda. Porque, pensando bem, é provável que duas semanas não sejam suficientes.

— Estou te ouvindo, Cecily

.

No momento, eu concordaria com qualquer coisa que ela trouxesse para a negociação. Um mês, dois meses? T

udo bem.

Embora eu ache difícil

que meu interesse dure tanto, meu desejo

é o que está no comando e vou ceder à demanda dela se isso significa

ter aquelas coxas torneadas em volta da minha cintura enquanto me enterro em sua boceta.

— Uma noite e um dia.

Primeiro, acho que não ouvi direito.

— O quê?

— Falou para ficarmos

duas semanas juntos… como foi o termo

que usou, mesmo? Ah, lembrei:

“quinze dias para explorarmos essa

atração que está nos consumindo e então, seguimos em frente sem olhar para trás”. Não preciso de tanto. Estou apenas curiosa a respeito de sexo e você me atrai. Tenho vinte anos e nunca experimentei intimidades com um homem.

— Está me dizendo que só poderei tê-la por vinte e quatro horas?

Ela acena com a cabeça, parecendo indiferente ao meu choque.

— Eu só quero uma noite, a partir de agora. Dispense os outros funcionários.

Seremos só nós dois na casa. Serei sua até esse mesmo horário amanhã.

— Não. Eu não quero apenas vinte e quatro horas.

Cecily dá de ombros outra vez, como se a minha negativa em aceitar sua proposta encerrasse a negociação. Começa a andar para recolher um roupão em cima da espreguiçadeira.

Os quadris

em um balançar suave, a bunda empinada e redonda implorando por minhas mãos.

— Por que somente um dia?

Ela volta a me encarar

.

— Porque eu não posso me apaixonar por você. Duas semanas é tempo demais.

— E nesse prazo ridículo

que propôs acha que pode me dar tudo

o que quero?

— Não sei o que você quer, mas eu vou ser sua para qualquer coisa.

Eu a encaro, ainda sem acreditar no que diz.

— Está blefando? Porque se fecharmos esse acordo, nós o cumpriremos, Cecily

. Terá apenas um dia comigo. Sem concessão.

É o que quer?

— Sim, é o bastante — responde teimosa e sua autoconfiança me enlouquece.

— Então, a partir de agora, você é minha.

Eu não lhe dou tempo para pensar, trazendo-a para mim pela mão e fazendo com que solte o roupão que segurava.

O primeiro

contato da palma com a pele nua de suas costas faz

com que nós dois gemamos, o desejo febril

não podendo mais ser

contido.

Surpreendendo-me, Cecily se joga nos meus braços, puxando-me para baixo, faminta e apressada.

As mãos pequenas desliza

m pelo meu pescoço, mandíbula,

peito. Ela parece não saber onde tocar primeiro

e sua necessidade

é como gasolina no fogo que me consome.

— Qualquer coisa? — pergunto, completamente insano.

— Tudo com você. Sou sua — diz, apenas segundos antes de eu segurá-la pela mandíbula e devorar sua boca.

O tesão que sinto por ela me deixa transtornado, fora de mim, desesperado por seu contato e sabor.

Eu tenho seu rosto em minha mão e com a outra, puxo o corpo nu e úmido contra o meu.

Eu não a beij

o. Eu fodo sua boca, consumindo-a inteira com

ganância e selvageria.

No momento, estou pouco me fodendo para prazos, a única coisa que sei é que Cecily será minha. Já é minha.

Ela corresponde com avidez, queimando-se no mesmo fogo que eu, me oferecendo a boca em um beijo infinito em que línguas e

dentes duelam pelo controle, mas ao mesmo tempo, se rendem à entrega.

Não é um contato ensaiado, não há nada de elegante ou calculado

na maneira como nos tocamos. É fome crua, que vem cozinhando em fogo baixo.

Desejo desenfreado, demanda, precisão, urgência.

Cecily arranca minha camisa e morde meu peito.

Eu rosno e ela sorri. Faz de novo, como se fosse minha dona.

Como se tivesse me provado a vida toda e soubesse como me enlouquecer.

— Quero você na minha cama.

— Eu não me importo aonde. Só não pare.

A água secou de sua pele de seda, restando suor, fruto do tesão e febre. Enquanto como sua boca, minhas mãos se deli ciam pelas

curvas do corpo dela.

— Eu vou te foder tão profundamente que não vai se lembrar de como era antes que eu estivesse aqui — prometo, escorregando a mão até o centro de suas coxas.

Alcanço o vértice encharcado e ela fica na ponta dos pés, ansiosa, porém, eu tenho outros planos e a pego no colo.

Ela merece muito além do que uma foda apressada, mesmo que não haja nada que eu queira mais do que tomá-la aqui, em pé, porque meu desejo está um passo além do descontrole.

Ao invés de me dirigir

para o quarto, no entanto, vou para a

piscina.

Eu a coloco no chão quando nos aproximamos da água, dou um passo para trás e começo a me despir.

Cecily está encabulada, mas não desvia o olhar

.

— Não vamos subir?

— Ainda não. Eu fantasiei

ter você nua, ao meu dispor, aqui. Só

me deu vinte e quatro horas, mas não terá um lugar nessa casa que você caminhe sem se lembrar de mim, tomando-a.

— Não vou me lembrar. Eu nem gosto muito de você, para ser sincera. É só desejo, mesmo — ela me provoca, porque nós dois sabemos que é precisamente o oposto.

Ainda que eu não queira compromisso, o grande empecilho até

agora foi justamente esse: gostamos um do outro além do sexo. Das pequenas impl

icâncias

mútuas e da minha parte, da maneira como

me enfrenta sem dar a míni

ma para quem sou ou quanto dinheiro

tenho.

— Não gosta de mim? — pergunto, escondendo um sorriso, enquanto desço a boxer, a última

peça que faltava,

e meu pau salta

grosso e ereto.

Ela engole em seco, sem disfarçar o desejo.

Começo a me masturbar lentamente e seus olhos se arregalam.

Cada reação de Cecily me deixa ainda mais louco.

— Não, eu não gosto — continua mentindo. — Depois que acabar, eu vou seguir em frente.

— Talvez eu te persiga. Nunca vivi

a experiência

de ser deixado e

é isso que está planejando, não é? Me deixar querendo mais, na vontade?

— Sim, eu vou deixá-lo na vontade. Carente e suspirando por mim enquanto andar pela casa. Lembrando como foi me ter por apenas um dia. Vendo, mas sem poder tocar. O fim é inegociável.

Meu sangue ferve diante do desafio.

— Eu vou acabar com você hoje, Cecily

.

Ela se afasta sorrindo e corre para a água, mergulhando.

— Pode ser que eu também acabe com você, doutor Kostanidis

— a atrevida diz, depois que vem à tona. — Pode ser que eu o estrague para as minhas sucessoras.

As palavras soam como uma espécie de profecia e de algum modo, tenho a sensação de estar em desvantagem naquela negociação.

Estabeleça mais prazo — uma voz determina, mas eu a calo porque sou orgulhoso e nunca precisei

lutar pela atenção de uma mulher, então, convenço-me de que a fome vai passar

.

Vou atrás dela, mas como já havia percebido pelos vídeos, é boa nadadora. Entretanto, eu tenho uma missão, que é não desperdiçar um segundo do tempo que me deu.

Sigo em sua caça na água e quando finalmente

a alcanço, eu

não espero, pegando-a no colo e andando para uma das bordas.

Sento-a lá e encaixo-me no meio de suas pernas, afastando-as amplas.

Eu olho seu sexo sem dissi

mular e sua respiração fica pesada

quando percebe qual é o foco da minha atenção.

— Você está olhando… você está…

— Sim, olhando essa boceta linda.

Abaixo a cabeça e beijo o interior de suas coxas, percorrendo com a língua a carne durinha e molhada. Eu adio de propósito provar o que quero e Cecily

não consegue controlar a inquietação,

as mãos vindo para o meu cabelo.

— Com pressa?

— Não com pressa. Ansiosa. — Suspira.

— Ansiosa pelo quê? O que você quer?

— Você.

— Eu vou te dar tudo. Não duvide disso.

— Eu quero tudo. Hoje, você me pertence, Dionysus. É meu como serei sua.

O jeito como diz aquilo, sem pudor e entregando-se, é o meu gatilho.

Eu a puxo para a borda, quase descolando sua bunda da superfície

e sem lhe dar tempo de prever o que farei, separo os grandes lábios e caio de boca no clítoris duro.

O primeiro contato da minha língua com o feixe de nervos a faz tremer, tentando fechar as coxas.

Eu as mantenho afastadas e recomeço o ataque.

O gosto dela é de paraíso: doce e viciante.

Sua excitação encharca meus lábios e eu preciso de mais, então

substituo a boca no clitóris

pelo meu polegar porque preciso estar

nela de uma maneira ou de outra.

Enfio a língu

a profundamente em suas paredes estreitas. Eu

fodo seu canal aveludado, lambendo seu gosto, me tornando cada vez mais cativo de seu sabor

.

Ela endurece, o tesão fazendo com que puxe meus cabelos quase ao ponto da dor e eu a olho de baixo para cima, sem parar de comê-la.

Cecily choraminga e apoiando as mãos na borda, ergue os quadris.

Ela quer mais e vou dar tudo.

Ávido, sugo seu néctar com voracidade, lábios e língua devorando-a, querendo gravar seu gosto.

— Deite-se e apoie-se nos cotovelos.

Ela obedece e a posição me deixa ver melhor o quanto seu sexo brilha, ensopado de mel, os lábios já um pouco inchados das minhas chupadas.

Eu mamo sua boceta, me alim

entando da carne molhada e Cecily

treme, gemendo alto.

Prendo o clitóris

entre meus dentes e ela grita, descontrolada,

exigente, separando ainda mais as pernas, sem que eu mande.

Eu seguro seus quadris, lambo seu sexo em golpes longos e o primeiro orgasmo a faz convulsionar contra a minha boca.

Eu bebo tudo. Sugo e começo outra vez porque não consigo obter o suficiente.

Eu quero mais. Cada gota do prazer dela na

minha língua.

Cecily diz meu nome enquanto se entrega, assim como eu prometi que faria,

mas há algo de traiçoeiro

nessa conquista, porque

acho que posso ficar escravo desse chamado sensual.

Mesmo depois que seus tremores diminuem, eu não paro.

Eu a saboreio sem pressa, porque eu estou faminto e quero degustá-la, explorar cada recanto.

Giro a língua no clitóris

e meto meu polegar em sua abertura

intacta, dilatando-a, deixando que se acostume com a invasão.

Veludo quente. Um esconderijo

apertado. Uma prisão que quero

entrar voluntariamente.

Ela é meu oásis, meu éden.

Quero perder-me dentro de sua inocência,

ser aquele que a fará

mulher. O único detentor de seu prazer.

Os pensamentos incoerentes atravessam minha consciência, indo na contramão do nosso acordo e mesmo nesse instante, quando ainda não concluí

minha posse, eu sei que vou querer mais.

Sugo o clitóris

em mamadas suaves agora e ela enlouquece, me fazendo promessas, negociando o que eu quiser, desde que não pare.