Destinada ao Grego: a babá e o viúvo proibido
Capítulo 34
Troco o polegar pelo dedo indicador e aprofundo-o até encontrar meu alvo. Aquele ponto exato que assim que alcanço, ela urra, gozando gostoso outra vez.
Cecily estremece, tenta fugir. Não permito, mantendo-a onde quero. A boca aberta em sua entrada, engolindo seus sucos.
Ela se aperta em volta do meu dedo em pequenas contrações e a boceta vaza ainda mais de seu mel.
Eu puxo suas coxas sobre meus ombros e chupo tudo, sem deixar sobrar uma gota. A língua trabalhando dentro e fora, lambendo suas paredes internas, pelos, virilha.
Estou com tanto tesão que sinto dor, mas eu não consigo parar de comê-la.
— Eu vou desmaiar.
— Não vai. Eu não vou deixar. Vou te manter acordada por todo nosso tempo juntos.
Capítulo 34
Urgência e, ao mesmo tempo, uma necessidade de adiar, prolongar a tortura.
É o que ela me faz sentir
.
Quero levá-la para o meu quarto e fodê-la sem parar, mas também quero ficar aqui, olhando sua expressão pós-gozo, ainda perdida no prazer que acabo de lhe proporcionar
.
— Eu não sei se aguento você. É muito sexy. Me deixa tonta, desesperada.
Jesus, ela não tem filtro
algum. Tão crua e verdadeira. Despida
de artimanhas, entregue e sensual.
Eu a pego no colo outra vez e ando para as escadas da piscina.
— Só vamos saber se aguentará quando chegar ao fim. E eu nem comecei ainda.
Caminho com ela em meus braços, mas tomando o cuidado de segurá-la de lado e não com as coxas em volta da minha cintura, porque não confio em mim mesmo nesse instante.
Sentir o roçar de sua boceta em meu pau duro como aço poderia me fazer cometer a loucura de meter fundo, em pé mesmo.
Assim que entramos na sala, começo a andar em direção às escadas, mas Cecily me para ao dizer:
— Aonde estamos indo?
— Quero você na minha cama.
— Lá, não.
— Por que não?
— Eu não quero.
— No seu quarto, então?
Ela sacode a cabeça, negando.
— É íntimo demais. Aqui, na sala mesmo. Assim, não vou me lembrar de você ao dormir
.
— Vai se lembrar de mim de qualquer jeito.
Serei seu primeiro —
falo, não por arrogância, mas por uma questão de fato.
— Não quero lembrar de nós dois lá e não quero me deitar na sua cama. Eu desejo tudo — diz, corando —, mas não a intimidade.
— Não há nada mais íntimo do que o que vamos fazer
.
Ela não responde. Beija-me
ao invés disso e mesmo contrariado,
sigo para a sala.
— Estamos molhando tudo.
— Quem se importa, ruiva? Só estamos nós dois aqui e agora você será finalmente minha.
Eu nunca tive que trabalhar o autocontrole com uma mulher porque jamais cheguei ao ponto de perder a cabeça, mas com Cecily
, eu preciso de cada grama de força de vontade para pegar leve, seguir um roteiro minimamente civilizado
e não assustá-la
nessa primeira vez.
Se fosse cumprir a exigência
do meu corpo, a reclinaria
sobre o
sofá e a foderia até que desmaiássemos de exaustão, mas ela não tem experiência,
é virgem. Iria
traumatizá-la
e feri-la
também. Só de
pensar nisso, me sinto mal.
Eu a coloco de pé e me afasto para admirá-la.
— Você é uma deusa, Cecily
. Eu não sei como me convenci de
que podia me controlar
. Nunca tive a menor chance.
Parece sem jeito.
— Eu não quero que me olhe apenas. Toque-me. O relógio está
correndo.
As palavras dela me fazem queimar, e não pelo desejo somente, mas com uma mistura de raiva porque nunca antes recebi um ultimato.
Relógio correndo? Jamais deixei que determinassem o quanto teria do que quero, e não estou disposto a começar agora.
— Acha que detém o comando sobre nós dois, Cecily?
Vou te
mostrar o quanto está enganada. Nenhum de nós têm controle do que está acontecendo ou nem estaríamos aqui.
— Não quero pensar no porquê não deveríamos estar. Só quero sentir.
— Não é tão corajosa assim, ruiva. Nem quer ir para a cama.
— Por que se importa?
— Não merece somente uma foda na sala.
— Por que não? Vou ser só mais uma mulher na sua vida.
— É assim que quer ser tratada?
— É assim que prefiro
ser tratada. É uma escolha.
— Ajoelhe-se, então. Se está escolhendo ser uma transa de uma noite, precisamos começar suas lições. Vai aprender como gosto que chupem meu pau.
Eu esperava que protestasse, me mandasse me foder, mas ela ofega, os olhos adquirindo um brilho intenso e como uma maldita tentação, me obedece.
Sinto-me instável, furioso, mas morrendo de tesão, também.
Quero colocá-la sobre meus joelhos e surrar sua bunda por me deixar confuso, por ser tão deliciosamente
teimosa, por me desafiar
.
Mas quero mais ainda foder sua boca, boceta e bunda. T
omá-la uma
e outra vez duro e profundamente para que ela entenda que não dita as regras aqui.
A tensão sexual entre nós dois é tão grande que até mesmo o ruído das respirações me excita.
Eu nunca fui posto contra a parede e a sensação de estar do outro lado da mesa, de me ter negado o que sei que vou continuar querendo, faz meu lado mais cruel aflorar
.
Puxo cada grama de racionalidade
para não dar vazão ao tesão
violento,
porque não quero assustá-la apesar de tudo, mas quando toma a iniciativa de me tocar
, mando o controle para o caralho.
Ela me acaricia devagar e não é o que quero. Normalmente, meu desejo não é suave, mas com ela, a intensidade do meu tesão é brutal.
— Vou te ensinar a chupar meu pau. A me engolir até que não consiga respirar
. Quero meter profundamente nessa boca gostosa.
Pela primeira vez desde que cheguei, parece ansiosa.
— Está com medo?
— De não agradar você, apenas.
— Porra, Cecily
.
Eu guio meu pau duro na frente de seus lábios, roçando-os com a cabeça molhada de pré-gozo.
— Quero foder sua boca. Não que mame, apenas. Vou meter gostoso como vou fazer na sua boceta.
Ao invés de me empurrar, me chamar de pervertido, canalha, safado, ela geme e separa os lábios para me receber
.
— Lamba a cabeça do meu pau. Está louca por isso, né?
A língu
a escapa timidament
e e ela me prova quase que com
reverência, mas depois do primeiro contato, abre os lábios com avidez, sugando.
— Assim mesmo. Use a língua. Não morda.
Firmo seu rosto com uma mão e empurro os quadris. Ela é toda pequena em comparação a mim e não entra nem a metade.
— Relaxe a mandíbula. Não vou te machucar, mas preciso que me deixe entrar.
Começo a comê-la devagar, para que se acostume. Cecil y é uma
aluna atenta. Pega o ritmo e, em pouco tempo, me chupa com ganância.
Meto mais profundo e ela engasga, assustada, apenas para dois segundos depois me tomar novamente quase inteiro.
Aperto os dentes quando sinto a parede de sua garganta. As pernas tremendo pela força com que tento conter a luxúria.
— Já fez isso antes?
Ela não responde e eu me retiro.
— Fale.
— Você é meu primeiro tudo.
Merda, suas palavras não deveriam me deixar louco assim, mas nesse momento, não sou um empresário instruído e com uma cabeça liberal.
Sou um homem das cavernas, um filho
da puta
territorial e egoísta, satisfeito por ela só pertencer a mim.
Volto a meter, indo cada vez mais longe e mantenho o cabelo dela enrolado em meu punho.
Cecily
agora não tem opção a não ser me deixar invadi-la, mas
estou atento a seu rosto, tendo a certeza de que é o que quer.
— Sua boca é a porra do paraíso.
Ela geme em volta do meu pau pelo elogio.
Cecily está se entregando sem regras ou pudores, choramingando por mais, gulosa e safada.
Eu quero foder sua boca a noite toda, mas quero mais ainda me perder na boceta intocada.
Uso de toda força de vontade para parar porque meu pau pulsa e sei que mais um toque de sua língua e a inundarei com meu esperma.
— Eu não vou te foder aqui. Você merece mais — falo, enquanto
me abaixo para pegá-la no colo, sem dar a mínima para os
protestos.
Sigo direto para o meu quarto e a deito na cama.
Posiciono-me
sobre ela, ajoelhado, uma perna de cada lado de suas coxas e escorrego uma das mãos entre as dobras ensopadas.
— Safada. Tão molhadinha.
Enfio
um dedo em seu calor, fascinado
com a beleza de seu rosto enquanto se entrega ao prazer. Ela se mexe, circulando os quadris,
querendo mais.
Uma veia pulsa em minha garganta, sinal
claro de quanto estou
me esforçando para não agir como um selvagem.
— Preciso dessa boceta me apertando, Cecily
. Quero me enterrar
até as bolas em você.
Vou ao banheiro e pego uma tira de preservativos.
Com a habilidade
adquirida por anos de prática, me protejo
rapidamente, enquanto ela observa.
— Não tomo pílula.
— Eu imaginei.
Nunca fodi sem, a não ser quando estava
casado. Quero muito sentir sua carne contraindo à minha volta, mas não vou me arriscar. Se fica
sse grávida, nunca mais se livraria
de
mim.
Era para ser uma brincadeira , dado o pavor que ela parece sentir
de manter um caso comigo a longo prazo, mas incrivelmente, as
palavras não me causam incômodo como deveriam ao pensar em engravidar a babá virgem do meu filho.
Confuso com a descoberta, tento me concentrar apenas na atração sexual entre nós.
Eu me sento e a trago para o meu colo, mas não permiti ndo que
desça, mantendo-a ajoelhada apenas.
Puxo-a para um beijo,
lambendo sua boca doce e ela se remexe,
contorcendo-se, gemendo.
— Não se abaixe. Vou te foder assim porque estou com tanto tesão que temo que se ficar por cima, posso te machucar. Sou
grande e você, deliciosamente
apertadinha. Nessa posição, vai ter
mais controle do quanto aguenta até que eu possa meter tudo.
— Meu Senhor!
— O quê?
— Você pode me fazer chegar ao céu só falando — diz e pega minha mão, levando-a até o meio das coxas.
Ela pinga nos meus dedos.
— É uma virgem muito devassa, senhorita Bradley
.
— Sua virgem devassa, doutor Kostanidis — provoca, me beijando.
Dou um tapa em sua bunda e sinto seu sorriso contra minha boca.
— Você me mata, Cecily
.
— É recíproco.
— Desça devagar — comando, segurando as bochechas de sua bunda. — Não quero que sinta mais dor do que o necessário quando eu te fizer minha.
— Estou queimando por você, Dionysus.
— Essa mistura de garota ingênua com puro pecado ainda vai roubar minha sanidade, deusa. Separe os lábios da boceta para mim. Quero você bem aberta quando eu começar a meter.
— Oh, meu Deus… — geme e quando olho para baixo, as mãos estão afastando as dobras como mandei.
— Você é um tesão.
Eu toco seu clitóris
muito devagar e ela morde o lábio,
acho que
para segurar os gemidos.
Eu a puxo pela nuca com força, mantendo-a parada enquanto chupo seus lábios.
Pressiono a outra mão acima da bunda e a forço para baixo.
— Desce, roça essa boceta molhada no meu pau.
Ela choraminga e eu escorrego um dedo, fazendo pressão por trás, em sua outra entrada.
— Vou te tomar toda. Não hoje, por respeito a sua inocência, mas vou te comer inteira.
— Só temos hoje.
Eu não respondo porque sei que não será assim. É impossível provar algo tão doce quanto ela e não querer mais.
Eu entro só com a cabeça, dilatando seu sexo, mas sem empurrar ainda.
— Ahhhh…
Circulo seu clitóris com o dedo para que relaxe.
— Mais — pede, inclinando-se
sobre mim e oferecendo os peitos
lindos.
Ela está arrepiada e sinto sua ansiedade me alcançando em ondas.
— Está louca para ser fodida,
ruiva. Desesperada para que eu te
preencha.
— Dionysus…
O clamor dela me põe faminto
e sugo o bico intumescido
do seio.
Suas mãos vêm para o meu cabelo.
— Ohhh…
Cecily
é pura intensidade, responsiva e deliciosa.
Suas reações
alimentam minha loucura por ela.
Chicoteio o mamilo com a minha língua e ela agarra minha cabeça para me manter parado.
Inocente, sedutora, exigente. Ela é uma mistura inebriante.
— Desce mais. Tome o quanto aguenta.
Ela desliza mais um pouco, mas fica tensa.
— Dói?
— Você é muito grande para mim.
— Não existe isso, vai conseguir me acomodar inteiro, linda.
Eu
só preciso que esteja pronta e você está, Cecily
. Essa boceta
intocada está ensopadinha.
Empurro para cima, ao mesmo tempo em que a trago ao meu encontro, com a mão ainda em sua bunda.
O corpo me suga, mas ela solta um gemido angustiado.
— Muito?
— Sim. Eu te sinto me abrindo, mas não pare. É tão gostoso.
— Toque a pulsação no meu pescoço — ordeno e quando ela obedece, continuo. —
Percebe como meu coração está acelerado? Isso é o quanto estou me segurando para não me enterrar todo em você. Saber que em alguns segundos vou estar inteiro em sua boceta me deixa louco, Cecily
.
Ela me observa, esperando que eu a guie. Sua submissão, um contraste com a costumeira impertinência, me excita para caralho.
Cecily é quente por dentro e seu cheiro de mulher, de fêmea pronta para ser tomada, é como uma espécie de entorpecente que desperta todos os meus sentidos.
— Vai doer — aviso, perto da ruptura —, mas não posso mais esperar.
Coloco a mão entre nossos corpos e massageio seu nó rígido, apertando-o com pressão suficiente
para fazê-la implorar pelo
orgasmo e quando seu olhos perdem o foco, eu mudo o agarre para seus quadris e a faço sentar em mim, afundando-me por completo.
Ela tenta fugir e me morde.
— Não, amor. Vai passar. Confie em mim.
Sem sair de seu interior , mudo a posição, deitando-a e cobrindo
seu corpo com o meu.
— Dói muito…
— Eu sei, mas logo vai ficar
uma delícia.
Eu nunca quis alguém
como eu te quero, ruiva. Me deixa te foder gostoso.
Eu começo a me mexer devagar, atento às reações dela.
Ainda está tensa e com dor, mas quando abaixo a cabeça e mamo seu peito, geme e afasta as pernas, permitindo que me acomode melhor.
— Tome-me. Eu quero tudo. Meu corpo está doendo com você e por você, Dionysus.
Suas mãos agarram a minha bunda, me puxando.
Ela mantém o olhar preso no meu e os quadris se movem, inquietos, a boceta me sugando, causando um tremor de tesão à base da minha coluna.
Eu me afasto, saindo inteiro,
mas volto mergulhar até o saco. Os
pelos roçam, suores se misturando. Somos uma bagunça de desejo
escorregadio.
Eu a seguro pelas ancas, erguendo-a no ângulo que quero e urro de prazer quando sinto as bolas batendo contra sua bunda, enquanto martelo cada vez mais rápido e profundo.
— Quero comer essa boceta como café da manhã. Vou me alimentar de você todos os dias, metendo gostoso.
Ela se contrai, o que me mostra que gosta da minha boca imunda.
— A dor está passando. Não se segure. Tome-me como quiser.
Eu preciso de você.
Apoiado nos cotovelos, mordisco sua orelha.
Empurro forte, percorrendo várias vezes a estrada úmida de seu sexo.
Ela me aperta dentro do corpo, mas ainda está tensa.
Não paro. Deslizo
em sua boceta, penetrando-a profundamente e
ela arqueia, vindo ao meu encontro.
— Isso, minha delícia. V
em comigo, se entregue.
Acaricio
seu clitóris
e sinto pequenos espasmos em volta do meu
eixo.
— Vai gozar para mim. Comigo dentro de você. Envolva suas pernas na minha cintura.
Cecily se entrega, obediente e sedenta, mas agora já não recebe apenas. Aceita, mas doa, movendo-se como a deusa que é. A boceta quente e suave como seda me engolindo.
Meu coração alcança um ritmo perigoso, as batidas tão aceleradas quanto a fúria com que a fodo.
Ergo uma de suas coxas até meu ombro, circulando os quadris
até encontrar o ângulo que a faz gritar meu nome, descontrolada, gozando tanto que meus pelos ficam molhados.
O rosto bonito está corado, a boca entreaberta ainda deixando escapar gemidos.
Eu me ajoelho
na cama e a trago comigo, montada. Cecily
ainda
está gozando quando recomeço a fodê-la nessa posição, penetrando-a sem dó.
Mordisco pescoço, mamo os peitos, saboreando os picos durinhos.
Toco sua bunda com a ponta do dedo médio sem parar de meter e ela vem ao encontro da minha mão.
— Quer tudo, né? Quer que eu te tome inteirinha.
— Imagens
dela de quatro enquanto como sua bunda fazem meu pau virar aço dentro de suas paredes.
— Qualquer coisa com você — diz, me beijando. — Tudo com você. Ela se alavanca em meus ombros, descontrolada, carente e quando dou o que quer, fodendo-a como um animal,
se desmancha
em meus braços, emendando outro orgasmo.
— Quero mais. Não acabei ainda — aviso.
Eu a coloco em suas mãos e joelhos,
de costas para mim e meto
outra vez.
Ela parece uma boneca, entregue para que eu faça o que quiser.
Enfio tudo, investindo ferozmente em seu interior
. Segurando seus
quadris com uma mão, sem me importar que estará marcada amanhã. Desejando deixar minha marca.
Tomo sua boceta no ritmo que quero, lento, mas a cada vez, parando profundamente dentro dela, mantendo-a dilatada para mim.
Abaixo-me e mordo seu ombro. Curtindo cada investida dentro de
seu corpo, querendo ficar ali para sempre.
Molho o polegar na boceta e uso a umidade para penetrar de leve sua bunda.
No começo, fica tensa, mas eu não paro, persuadindo-a a aguentar.
A cada vez que entro em seu sexo, retiro o dedo de sua bunda, intercalando a penetração.
Cecily geme alto e rebola.