Destinada ao Grego: a babá e o viúvo proibido

D. A. Lemoyne · Capítulo 64 de 71

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Destinada ao Grego: a babá e o viúvo proibido

Capítulo 61

Eu ando até a porta e a tranco. Quando volto para perto dela, vejo que seu rosto está corado e a respiração, falha.

— O que está fazendo?

— Não pode me dizer algo assim depois de semanas faminto, minha mulher

.

— Não podemos fazer nada. A equipe médica está do outro lado da porta.

— Não preciso de muito tempo. Só quero que goze na minha boca.

Seus olhos arregalam.

— Não está falando sério.

Apesar do que diz, eu já conheço-a bem demais para saber que está queimando de desejo também.

— Se não quer que eu enterre a cara no meio da sua boceta em dois segundos, peça-me para sair

, Cecily

. É sua última chance.

Ela passa a lín

gua pelos lábios,

depois, olha para a protuberância

na frente da minha calça.

Sem fal

ar mais nada, chega para trás na maca e planta os pés na beirada.

Em um centésimo de segundo, sua calcinha não existe mais.

— Eu não tenho outra para ir embora.

— Não vai precisar. Vou te levar direto para a cobertura. Quero-a na nossa casa, mas vamos passar o dia na cama, e não vai ser suave. Os empregados ouviriam.

— Meu Deus, você está me matando.

— Apoie as mãos na maca. Não quero que se machuque.

Ela obedece e com ambos os polegares, separo os lábios de seu

sexo.

Sem lhe dar tempo para o próximo pensamento, cubro sua boceta com a boca. A língua

lambendo toda a extensão ensopada

com seus fluidos.

Eu a devoro como um homem desesperado e privado de seu alimento favorito e sinto cada terminação nervosa dela vibrar ao meu encontro.

O primeiro

ataque é voraz, sedento, visando meu próprio prazer.

Eu quero engoli-la

inteira e não lhe dou opção, a não ser me

entregar tudo.

O gozo vem rápido, forte, ansioso. Os suspiros intercalan do com

arfadas de satisfação.

Eu desacelero, a língua seduzindo-a, ora usando os dentes para arranhar o clitóris

duro, ora com os lábios

sugando o nó de nervos.

Estou em uma missão que não é apenas fazê-la gozar. Estou determinado agora a lembrar-lhe que é minha, sempre será minha.

Eu não a chupo, apenas. Eu tomo posse de sua boceta doce.

Como, provo, lambo, a fodo com língua e dedos.

Percebo a urgência se construindo nela. A necessidade de alcançar o clímax.

Eu paro quando está muito perto e sorrio contra

seu sexo quando ouço o suspiro de frustração.

— Mais — pede.

— Diga que é minha.

— Isso é chantagem.

— Não. Estamos negociando. Eu te faço gozar até desmaiar de exaustão. Você nunca mais me afasta da sua vida. Nunca mais duvida do nosso amor. De como sou louco por você.

— Você me tem em suas mãos nesse instante. Concordaria com qualquer coisa que pedisse. Não seria um contrato válido.

Eu recomeço a atormentá-la com a boca. Sua respiração acelera.

Está quase lá e então, eu paro outra vez.

— Sou sua. É sim, um contrato válido — diz, segurando minha cabeça para que não tire a boca de onde ela precisa. — Não porque quero gozar, mas porque te amo, Dionysus. Sempre te amei.

A confissão

era o que eu desejava, mas não estava pronto para o quanto mexeria comigo ouvi-la.

Sou eu quem está louco agora e preciso de tudo.

— Não grite — aviso. — A equipe médica está na sala ao lado.

— Por que eu gritaria? Ohh…

Gemo ao sugar o clitóris

brilhante de tesão. Enfio dois dedos

nela, fodendo-a até que começa a impulsionar

os quadris, tentando

obter mais.

Eu não paro dessa vez porque ver Cecily

tão descontrolada me

enlouquece também.

Eu tiro tudo dela e doo na mesma medida.

 

Estou em casa novamente. Nela, dentro dela, com ela.

Cecily é meu abrigo, meu lar

. Minha.

Ela morde o próprio braço para não gritar quando por fim me entrega seu mel.

Eu me levanto e a puxo para mim.

— Prometa-se o mesmo — pede. — Diga que nunca mais vai me mandar embora.

— Nunca mais, agapi mou[29]. Nenhum de nós irá a lugar algum. Um mês depois

— Peyton está morta — Cecily

diz, entrando na minha sala, na

sede da emissora.

— O quê?

— Acabaram de me telefonar do hospital.

Querem que confirme

que é ela, já que não tem mais parentes vivas e Jodelle encontra-se

presa.

Coloco meus óculos e abro o notebook em cima da mesa. Não encontro notícia na internet com o nome dela.

— Não tem nada aqui. Nem mesmo na coluna policial da

emissora.

Todo dia são reunidas reportagens para chamadas de manchetes. Selecionamos o que vamos apresentar

.

— Não deve ter saído ainda. Provavelmente estão esperando que a identidade dela seja confirmada.

— Diga-me sobre os fatos.

— Parece que foi morta por um cafetão, em um motel barato.

Digito

a informação

e finalmente

encontro uma pequena nota em

um site sensacionalista.

“Profissional do sexo encontrada morta a facadas em aparente briga com agenciador

.”

É tudo o que preciso saber.

Fecho o computador e me levanto, andando para perto da minha noiva.

— Isso te abala?

— Tanto quanto a morte de qualquer ser humano me abalaria.

Não por Peyton ter sido minha parente por afinidade.

Eu só queria

saber o que aconteceu. Ela parecia bem financeiramente naquela

vez em que nos encontramos na festa. Como pôde acabar assim, em um hotel barato, morta por um cafetão?

Dou de ombros.

— Eu fiz com que ela ficass

e famosa depois que foi aos jornais

falar mal de você. Providenciei

para que cada site de fofocas

mostrasse a foto dela, identificando-a como garota de programa. A

partir daquele instante, nenhum dos antigos clientes a contrataria.

Eles são infiéis, mas exigem discrição. Não podem se dar ao luxo de terem os nomes envolvidos em escândalos. Peyton passou a ser persona non grata

. Como a única coisa que sabia fazer era vender o

corpo, teve que se ajustar.

— Foi culpa minha, então? T

ive algo a ver com ela acabar assim?

— Não. — Beijo

sua testa. — A responsabilidade

é toda minha.

Sou eu quem não perdoa. Sou eu quem sempre vai atrás de vingança.

— Você me perdoou por ter lhe ocultado a verdade.

— Foi um caso isolado,

Cecily

, e só porque é a mulher da minha

vida, meu amor e mãe dos meus filhos.

Não me vejo fazendo isso

com relação a qualquer outra pessoa.

— Tenho medo quando você fala assim.