Destinada ao Grego: a babá e o viúvo proibido

D. A. Lemoyne · Capítulo 66 de 71

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Destinada ao Grego: a babá e o viúvo proibido

Capítulo 63

Mas completamente meu.

— Está sorrindo — ele diz quando o alcanço, quase em frente ao altar.

Esquece os protocolos, os ensaios que fizemos e me beija, provavelmente dando alguns cabelos brancos à cerimonialista.

— Por que não sorriria? — falo, quando nos afastamos para respirar. — Estou dentro do meu próprio conto de fadas.

— Cinderela?

— Não. Princesa Cecily

. Minha história é única. O começo dela

eu não desejaria a ninguém. O final, eu não trocaria por nada.

 

Capítulo 63

Nova Iorque

Meses depois — Bebêeeeeeee! — Joseph grita, apontando para a “fotografia”, na verdade, uma imagem de ultrassonografia

que emolduramos e

pusemos no quarto do nosso filho que ainda vai nascer

.

Dionysus, que estava ajeitando

um quadro na parede, olha para

trás e sorri ao ver o entusiasmo dele.

— Isso mesmo, meu homenzinho. Um irmão para você — diz.

— Imãun! — Joseph repete e depois, esquece da “conversa” e volta a brincar com os caminhões.

— Ou muitos irmãozinhos para ele.

Eu me levanto com dificulda

de da cadeira de balanço, a barriga

tornando impossível me erguer com graça.

Quando vê que estou meio “entalada” no assento, meu marido superprotetor corre para me ajudar. Mas ao invés de me levantar, senta-se e me puxa para seu colo.

— Eu quero meu time de futebol inteiro, como me prometeu —

digo.

— Seu desejo é uma ordem, minha dama. Pena que não dá para fazer mais de um bebê por vez. Pela minha vontade, emendaria uma gravidez na outra. Fica muito sexy e safada quando está grávida, ruiva.

— Eu não me importo em ter filhos

em sequência. Quero a casa

cheia e sugiro que pratiquemos para garantir a produção de herdeiros em série.

Ele geme e sinto-o endurecer embaixo do meu bumbum.

— Como eu disse, uma safada. Está me provocando porque sabe que o médico proibiu que eu te foda nessa última semana. Mas

 

assim que o período de resguardo passar, você não vai dormir, Cecily

.

Nascimento de Andrus

— Meu Deus do céu, eu amo ter meu filho

em meus braços —

digo, olhando meu Andrus, que é o pai escrito, mamar —, mas como você conseguiu ter dois de uma vez? — pergunto a Madison e depois olho para Brooklyn, a irmã dela. — Dói para caramba. Aliás, vocês duas tiveram gêmeos!

— Nós três — Elina diz.

— Nós quatro — Zoe sorri. — E no meu caso, duas vezes gêmeos. Tirando Brooklyn, todos são de pais gregos. Isso te diz alguma coisa?

— Jesus, sim! Que eu não vou escapar, então — brinco. — Só pode ser alguma coisa que colocam na água dos gregos. Estão tentando povoar o mundo por conta própria.

Todas riem e eu observo meu marido do outro lado do quarto, conversando com os parentes, mas com os olhos o tempo todo em cima de mim, como um leão protegendo a cria.

Minutos depois, quando a família

parte, ele vai lá fora pegar

Joseph, que segundo me disse, acaba de chegar com Eleanor

.

Não gostamos de deixá-lo no hospital por muito tempo porque não é um bom ambiente para uma criança, mas eu estou morrendo de saudade do meu filho e só terei alta amanhã.

Joseph também estava louco para conhecer o irmão.

— Bebêeeee! — Ele já entra cheio de energia, de mãos dadas com o pai.

— Shhhhhh… Precisa falar baixinho

com ele, meu amor — digo, quando Dionysus o senta na cama, ao meu lado. — Seu irmão é muito pequeno e se assusta facilmente.