Mainstream: A guerra global das mídias e das culturas
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"Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e não mais lutando
por dinheiro e poder, então nossa sociedade poderá enfim evoluir a um novo
nível."
Frédéric Martel
Mainstream
A guerra global das m ídias e das culturas
Tradução de
Clóvis Marques
Rio de Janeiro
2012
Copy right © Éditions Flam m arion, 2010
Copy right desta tradução @ Civilização Brasileira, 2012
TÍTULO ORIGINAL
Mainstream : enquête sur cette culture qui plaît à tout le m onde
PROJETO GRÁFICO DE MIOLO DA VERSÃO IMPRESSA Evely n Grum ach e João de Souza Leite
CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO NA FONTE
SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ.
Martel, Frédéric, 1967-
M331m
Mainstream : a guerra global das m ídias e das culturas / Frédéric Martel; tradução de Clóvis Marques. – Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2013.
Form ato: ePub Requisitos do sistem a: Adobe Digital Editions Modo de acesso: World Wide Web
ISBN 978-85-200-1179-9 (recurso eletrônico)
1. Cultura popular – Aspectos sociais. 2. Sociedade de m assa I. Título.
CDD 306
CDU 316.7
Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução, arm azenam ento ou transm issão de partes deste livro, através de quaisquer m eios, sem prévia autorização por escrito.
Este livro foi revisado segundo o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
Direitos desta tradução adquiridos pela EDITORA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA Um selo da EDITORA JOSÉ OLYMPIO LTDA.
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Produzido no Brasil
2012
Sumário Nota do editor
Prólogo
I. O entertainment americano
1. Jack Valenti ou o lobby de Holly wood
A MPAA investe sobre a América Latina.
2. Multiplexes
Do drive-in ao multiplex– Quando a pipoca se transforma em modelo
econômico – Do “suburb” à “exurb” – Quando a Coca-Cola compra o
estúdio Columbia.
3. O estúdio: Disney
De Toy Story ao Rei Leão – Miramax e DreamWorks: a queda.
4. A nova Holly wood
“Os estúdios são os bancos”– “Nós não demos sinal verde para oHomem-
Aranha” – O marketing, ou o transporte do gado – O monopólio dos
sindicatos.
5. Todos “indies”, inclusive Indiana Jones
“O conteúdo somos nós” – Agentes secretos.
6. A invenção da pop m usic
“A geração mp3 ganhou, mas não é a minha geração” – “Cool é o hip mais
o sucesso comercial” – Nashville, a outra capital musical dos Estados Unidos
– Music Television.
7. Pauline, Tina e Oprah
Tina Brown ou o novo jornalismo cultural – A marca Oprah– O novo
crítico.
8. USC, a universidade do m ainstream
Pesquisa e desenvolvimento – A diversidade cultural.
II. A guerra cultural mundial
9. Kung Fu Panda: a China diante de Holly wood
Perto da praça Tian’anmen, no coração da censura chinesa – O roubo dos
multiplexes da Warner – Hong Kong, a Hollywood da Ásia – Como Murdoch
perdeu milhões na China e encontrou uma mulher.
10. Com o Bolly wood sai em conquista do m undo
A nova Bollywood.
11. Lost in translation
Cool Japan – Os mangás, mídia global– A guerra entre o J-Pop e o K-Pop.
12. Geopolítica dos dram as, novelas do Ram adã e telenovelas
A batalha dos formatos –As novelas do Ramadã– As novelas conquistam a
América (do Norte e do Sul).
13. Miam i, capital pop da Am érica Latina
“O reggaetón une as massas latinas” – L. A., Latin America.
14. Com o a Al Jazeera se tornou a rede m ainstream do m undo árabe
Na sede da Al Jazeera no Catar – Um formato News & Entertainment– A
guerra das imagens – Al Arabiya, ou quando os sauditas entram no jogo – O
rio da verdade – A televisão do Sul – “Visit Israel, Before Israel Visits You”.
15. O príncipe dos m eios de com unicação no deserto
Música no Líbano, televisão em Dubai, cinema no Cairo– Hollywood no
deserto.
16. A cultura antim ainstream da Europa
O sucesso enganador do vídeo game europeu– Uma cultura pan-eslava na
Europa central? – A libanização da cultura europeia – Londres e Paris,
capitais da world music africana – Nas fronteiras da Europa, da Ásia e do
mundo árabe: a Turquia americanizada.
Conclusão
Glossário
Fontes
Agradecim entos