Versos de Bulhão Pato
Capítulo XXIX
Mas que occulto eternamente
No meu peito ficará!
Que no infortunio nascido,
Só commigo tem vivido,
E commigo morrerá!
Ai! folhinha desbotada!
Outra vez á mão nevada
Volve de quem te ceifou!
Volve, e dize, sem receio,
Que te apertei contra o seio,
Que o meu olhar te adorou!
Maio de 1854.