O Código Da Vinci
Capítulo Vinte e Cinco
Era um grito de alarme.
C A P Í T U L O 25
A embaixada dos Estados Unidos em Paris é um complexo compacto situado na Avenue Gabriel, a norte dos Champs-Elysées. O recinto, com doze mil metros quadrados, é considerado solo americano, o que significa que todos os que lá se encontrem estão sujeitos às mesmas leis e gozam das mesmas salvaguardas que teriamnos Estados Unidos.
A telefonista do turno da noite da embaixada estava lendo a edição internacional da Time quando a campainha do telefone a interrompeu.
— Embaixada dos Estados Unidos — respondeu.
— Boa noite. — O homem que ligara falava inglês com sotaque francês. —
Preciso de ajuda. — Não obstante a delicadeza das palavras, o tom era seco e oficial. — Disseram-me que há uma chamada telefônica para mim no sistema automático. O nome é Langdon.
Infelizmente, esqueci o meu código de acesso de três dígitos. Ficaria m uito grato se pudesse me ajudar.
A telefonista hesitou, confusa.
— Lamento muito, senhor. A sua mensagem deve ser muito antiga. Esse sistema foi desativado há dois anos, por razões de segurança. Além disso, todos os códigos de acesso tinham cinco dígitos. Quem lhe disse que tinha uma mensagem?
— Não têm um serviço de mensagens automático?