Tecnologia social: contribuições conceituais e metodológicas

Front Matter / Elementos Pré-textuais / Páginas Iniciales

Tecnologia Social: contribuições

 

conceituais e metodológicas

Universidade Estadual da

Paraíba

Prof. Antonio Guedes Rangel

Junior | Reitor

Prof. José Ethan de Lucena

Barbosa | Vice-Reitor

 

Latus é um selo da Editora da

Universidade Estadual da Paraíba

 

Diretor Cidoval Morais de Sousa

 

Conselho Ailton Elisiário de Sousa | UEPB

Editorial Antonio Guedes Rangel Junior |

UEPB

Elizabeth Cristina de Andrade Lima

| UFCG

João Morais de Sousa | UFRPE

José Benjamim Pereira Filho |

UEPB

Jomar Ricardo da Silva | UEPB

Luciana de Oliveira Chianca |

UFRN

Luciano B. Justino | UEPB

Luiz Custódio da Silva | UEPB

Rômulo Azevedo | UEPB

 

Design Gráfico Erick Ferreira Cabral

Jefferson Ricardo Lima Araujo

Nunes

Lediana dos Santos Costa

Leonardo Ramos Araujo

 

Comercialização Álisson Albuquerque Egito

 

Divulgação Zoraide Barbosa de Oliveira Pereira

 

Revisão Elizete Amaral de Medeiros Linguística

 

Normalização Jane Pompilo dos SantosRenato

Técnica

Renato Dagnino

 

Tecnologia Social

contribuições conceituais e metodológicas

Copyright © EDUEPB

A reprodução não-autorizada desta publicação, por qualquer meio, seja total ou parcial, constitui violação da Lei nº 9.610/98.

A EDUEPB segue o acordo ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, em vigor no Brasil, desde 2009.

Editora da Universidade Estadual da Paraíba Cidoval Morais de Sousa | Diretor Arão de Azevêdo Souza | Editor Assistente de projetos visuais Antonio Roberto F. da Costa | Editor Assistente de Conteúdo

Design Gráfico

Erick Ferreira Cabral

Jefferson Ricardo Lima Araujo Nunes

Leonardo Ramos Araujo

Coordenação de Distribuição e Livraria Júlio Cézar Gonçalves Porto

Comercialização

Álisson Albuquerque Egito Felipe Gomes Marques

Divulgação

Zoraide Barbosa de Oliveira Pereira

Revisão Linguística

Elizete Amaral de Medeiros

Normalização Técnica

Jane Pompilo dos Santos

Depósito legal na Biblioteca Nacional, conforme decreto nº1.825, de

20 de dezembro de 1907.

FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA

CENTRAL UEPB

303

D126t

Dagnino, Renato.

Tecnologia social [Livro eletrônico]: contribuições conceituais e metodológicas ./ Renato Dagnino. – Campina Grande, PB: EDUEPB; Florianópolis, SC: Ed. Insular, 2014

2819 Kb; ePUB: il.

ISBN 978-85-7879-327-2 (EDUEPB)

ISBN 978-85-7474-693-7

1. Processos sociais. 2. Desenvolvimento social. 3. Inclusão social. 4. Economia solidária. 5. Ciência e tecnologia para a cidadania. 6.

Tecnologia social. 7. Título.

21 ed. CDD.

Editora Insular / Editora da Universidade Estadual da Paraíba

 

Tecnologia Social

contribuições conceituais e metodológicas

Volume 2

Renato Dagnino

Série Tecnologia Social

Conselho editorial

Amilcar Davyt – Universidad de la República – Uruguai

Hernan Thomas – Universidad Nacional de Quilmes – Argentina Irlan von Lisingen – Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil Maria Lucia Maciel – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil

Noela Invernizzi – Universidade Federal do Paraná, Brasil Rafael Dias – Universidade Estadual de Campinas, Brasil

Renato Dagnino – Universidade Estadual de Campinas, Brasil

Ricardo Neder – Universidade Nacional de Brasília, Brasil

Silvio Caccia Bava – Instituto Pólis, Brasil

Editora Insular

Nelson Rolim de Moura | Editor Carlos Neto | Revisão

Carlos Serrao | Capa e Projeto gráfico

 

Editora Insular

Rodovia João Paulo, 226

Florianópolis/SC – CEP 88030-300

Fone/Fax: (48) 3232-9591

editora@insular.com.br – www.insular.com.br

– twitter.com/EditoraInsular

Table of Contents / Sumário / Tabla de

 

Contenido

 

Front Matter / Elementos Pré-textuais / Páginas Iniciales

Siglas

Apresentação

Introdução

No cravo, as críticas

Na ferradura, a proposta

1 - A tecnologia social e seus desafios

Como é a TC?

Como é, ou como deveria ser a TS?

O que faz a TC ser diferente da TS?

Será que a universidade tem condições de gerar TS a

partir da TC?

Como a universidade parece entender esse

desenvolvimento?

Será que é possível gerar a TS a partir da TC?

Vamos ver o que pode ser feito

Referências

2 - Em direção a uma estratégia para a redução da pobreza: a

Economia Solidária e a adequação sociotécnica

Introdução

As abordagens herdadas

A nova abordagem

Sobre o “campo”, o “movimento” e o “setor” da Economia

Solidária

O Desafio Cognitivo colocado pela nova abordagem e a

Adequação Sociotécnica

Direções de pesquisa

Considerações finais

Referências

3 - “Ciência e tecnologia para a cidadania” ou Adequação

Sociotécnica com o Povo?

Introdução

Cidadania, Nação e Povo na América Latina de hoje

Ciência e Tecnologia ou Adequação Sociotécnica?

As quatro concepções sobre a Tecnociência

A proposta da Adequação Sociotécnica

As modalidades de Adequação Sociotécnica

Considerações Finais

Referências

4 - Em direção a uma teoria crítica da tecnologia

Introdução

Processo de trabalho e atores sociais

As especificidades do controle na tecnologia capitalista

Conhecimento e controle no capitalismo

A tecnologia capitalista, a fábrica e o mercado

A tecnologia e as duas frentes de batalha do capitalista

Sobre a necessidade de uma abordagem não capitalista

ao conceito de tecnologia

Concebendo uma nova abordagem

Formulando um conceito genérico de tecnologia

Particularizando o conceito genérico: a tecnologia

capitalista

Particularizando o conceito genérico: a Tecnologia Social

O trânsito da Tecnologia Social para a Tecnologia

Convencional

Histerese e o trânsito da Tecnologia Convencional para a

Tecnologia Social

Considerações finais

Referências

5 - Mais insumos metodológicos para a análise, a pesquisa e o

desenvolvimento de Tecnologia Social

Introdução

Conceitos que podem ser usados como critérios para

seleção e análise de experiências de desenvolvimento de

TS

Entendendo processos: da economia informal (não

capitalista) à economia formal (capitalista)

Entendendo processos: da economia formal (capitalista) à

economia informal (não capitalista)

Uma atividade que se “informalizou”: o fenômeno

“catadores” e a TS a ele associada

Uma atividade que não se “formalizou”: o artesanato

Concebendo processos: da economia informal à

Economia Solidária (e à Tecnologia Social)

Considerações finais

Referências

6 - Dimensões para a análise e desenvolvimento de Tecnologia

Social38

Introdução

A ideia de “operador”

A matriz TS e as dimensões de análise

As dimensões e seus conjuntos

Conjunto Descrição

Conjunto Conhecimento

Conjunto Sustentabilidade Econômica

Conjunto Sustentabilidade Ambiental

Conjunto Sustentabilidade Cultural

Conjunto Sustentabilidade Política

Conjunto Alternativas Tecnológicas

Conjunto Entorno Sociotécnico

Conjunto Dinâmica Sociotécnica

A dimensão “Possibilidade de desconstrução da

Tecnologia Convencional”

Instrumentalização Primária

Instrumentalização Secundária

Para entender melhor...

A dimensão “Contexto socioeconômico”

A dimensão “Adequação Sociotécnica”

7 - Tecnologia Social e Economia Solidária: construindo a

ponte

Conceitos, posicionamentos e objetivos

Iniciando a construção

Economia formal, informal e taxa de lucro

Economia formal, informal e “funcionalidade subordinada”

“Conscientização”, “empoderamento” e obstáculos à

Economia Solidária

“Mercado econômico”, “mercado patrimonialista” e

“funcionalidade subordinada”

“Funcionalidade subordinada” e crack

Economia formal, Economia Solidária e propriedade dos

meios de produção

Economia Solidária e (neo)desenvolvimentismo

Keynesianismo e economia formal

Dimensionando a Economia Solidária: alguns indicadores

Sobre o custo relativo da inclusão social

Economia Solidária e setor formal: nem fechamento nem

rompimento

Completamento, adensamento e entrelaçamento de

cadeias produtivas

Economia Solidária e as duas partes do iceberg

A Tecnologia Social como “plataforma de lançamento” da

Economia Solidária

Tecnologia Social e Política de C&T: retomando críticas

Tecnologia Social e Política de C&T: mais algumas

propostas

Lógica do capital, “lógica do desespero” e “lógica

solidária”

Abrindo caminho para a “lógica solidária”

Mais alguns passos para a concepção da “lógica solidária”

O gestor da Economia Solidária e o “empreendedorismo”

À guisa de conclusão

Referências

8 - Elementos para uma avaliação das Incubadoras

Universitárias de Cooperativas

Introdução

Sobre a “inspiração” das incubadoras universitárias de

cooperativas

Sobre as incubadoras universitárias de empresas

A construção histórico-social do “inovacionismo” e a

naturalização da ideia de incubadora de empresas

Algumas evidências da construção do “inovacionismo”

Sobre a adequação das incubadoras universitárias de

cooperativas aos objetivos dos seus partidários

Mais alguns elementos de avaliação

Sintetizando e concluindo

9 - Por que Capacitação em C&T para o Desenvolvimento

Social?

Introdução

Sobre inclusão social

A dimensão tecnocientífica da inclusão social

O estágio em que estamos: o “lado da demanda”

O estágio em que estamos: o “lado da oferta”

O estágio em que estamos: o “lado da política”

As duas frentes de trabalho da Capacitação em C&T para

o desenvolvimento social

Alguns temas para reflexão

Uma agenda de trabalho

Considerações finais

À guisa de posfácio

Neodesenvolvimentistas versus “solidaristas”: um debate

necessário