Exame Neurológico Simplificado

Geraint Fuller · Capítulo 38 de 89

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Exame Neurológico Simplificado

Nervo trigêmeo: O que você encontra

• V3: lábio inferior (Fig. 11.1).

Compare um lado com o outro.

• Se anormal , teste a sensibilidade térmica. • Se um déficit sensitivo é encontrado, determine os seus limites, movendo do anormal

para o normal.

 

O reflexo corneano (aferente — divisão oftálmica do V; eferente — VII)

• Peça ao paciente para olhar para cima e para longe de você. Use um pedaço de

algodão retorcido na ponta para tocar a córnea a partir de uma posição lateral.

• Observe os dois olhos piscando e fechando.

• Se houver uma paralisia facial unilateral, a sensibilidade da córnea pode ser

demonstrada observando o olho oposto.

 

Erros com uns

• A conjuntiva é tocada em vez da córnea (Fig. 11.4).

 

FIGURA 11.4 Reflexo corneano: toque a córnea!

• O reflexo é levemente inibido nos usuários de lentes de contato. • O algodão apresentado de modo muito abrupto age como um estímulo

ameaçador provocando o piscamento.

 

Após o estímulo da córnea

• Nenhum dos lados responde = lesão de V 1 • Apenas um dos lados não responde = lesão do VII • Sensação subjetiva de redução da sensibilidade da córnea: V 1 parcial

Um reflexo corneano ausente pode ser um sinal precoce e objetivo de lesão

trigeminal sensitiva.

 

Nervo trigêmeo: O que você encontra

M otor

• Atrofia dos músculos temporal e masseter: rara. Causas: distrofia miotônica, doença

do neurônio motor, distrofia fáscio-escápulo-umeral.

• Fraqueza do fechamento da mandíbula: muito rara. • Fraqueza da abertura da mandíbula: a mandíbula desvia para o lado da lesão.