Exame Neurológico Simplificado
Nervo trigêmeo: O que você encontra
• V3: lábio inferior (Fig. 11.1).
Compare um lado com o outro.
• Se anormal , teste a sensibilidade térmica. • Se um déficit sensitivo é encontrado, determine os seus limites, movendo do anormal
para o normal.
O reflexo corneano (aferente — divisão oftálmica do V; eferente — VII)
• Peça ao paciente para olhar para cima e para longe de você. Use um pedaço de
algodão retorcido na ponta para tocar a córnea a partir de uma posição lateral.
• Observe os dois olhos piscando e fechando.
• Se houver uma paralisia facial unilateral, a sensibilidade da córnea pode ser
demonstrada observando o olho oposto.
Erros com uns
• A conjuntiva é tocada em vez da córnea (Fig. 11.4).
FIGURA 11.4 Reflexo corneano: toque a córnea!
• O reflexo é levemente inibido nos usuários de lentes de contato. • O algodão apresentado de modo muito abrupto age como um estímulo
ameaçador provocando o piscamento.
Após o estímulo da córnea
• Nenhum dos lados responde = lesão de V 1 • Apenas um dos lados não responde = lesão do VII • Sensação subjetiva de redução da sensibilidade da córnea: V 1 parcial
Um reflexo corneano ausente pode ser um sinal precoce e objetivo de lesão
trigeminal sensitiva.
Nervo trigêmeo: O que você encontra
M otor
• Atrofia dos músculos temporal e masseter: rara. Causas: distrofia miotônica, doença
do neurônio motor, distrofia fáscio-escápulo-umeral.
• Fraqueza do fechamento da mandíbula: muito rara. • Fraqueza da abertura da mandíbula: a mandíbula desvia para o lado da lesão.