Mão e Punho: SBOT Série Ortopedia Cirúrgica

Flávio Faloppa · Capítulo 52 de 98

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Mão e Punho: SBOT Série Ortopedia Cirúrgica

Redução

FIGURA 11-3 Classi cação universal das fraturas do rádio distal: tipo 1: extra-articular, não deslocada, estável; tipo 2: extra-articular, deslocada e instável; tipo 3: intra-articular, não deslocada e estável; tipo 4: intra-articular e deslocada; tipo A: redutível e estável após redução; tipo B: redutível, mas instável; tipo C: irredutível e instável; tipo D: complexa (cominuitiva, instável e irredutível).

 

REDUÇÃO

 

A tração isolada, que proporciona a manipulação e a estabilização dos fragmentos por meio de ligamentotaxia, não consegue corrigir a inversão da inclinação volar porque os ligamentos volares são mais curtos e fortes, sendo tracionados antes dos ligamentos dorsais. É necessário utilizar uma força dorsal direta sobre o fragmento com o uso da pressão do polegar direto sobre o fragmento. Quando existe um traço longitudinal separando a fossa do semilunar da estiloide do rádio, geralmente não se consegue a redução, especialmente se o fragmento estiver rotado ou se existir fragmento intra-articular impactado, sendo necessária, nestes casos, uma redução aberta para a redução dos mesmos e xação, seja por meio de os de Kirschner associados a xador externo, seja pelo uso de xações internas como placa e parafusos.