Aqui, Agora, Sempre

Catherine Isaac · Apêndice

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Aqui, Agora, Sempre

Agradecimentos

 

É difícil saber por onde começar os agradecimentos a todos que prestigiaram esse livro. Mas Sheila Crowley, da Curtis Brown, é um ótimo começo. Sem a ambição, a energia e a visão de Sheila, Aqui, agora, sempre não existiria, quanto mais teria impulsionado a minha carreira numa direção tão inesperada e maravilhosa.

Agradeço também a Rebecca Ritchie pelo seu apoio entusiasmado e simpatia inabalável. E a Anne Bihan, cujo trabalho árduo e paixão por esse romance são o motivo de estar sendo traduzido em tantos idiomas.

Uma das perguntas mais frequentes para qualquer escritor é: você gostaria que seu livro se transformasse em filme? Eu nem me permitia fantasiar sobre uma ambição assim tão elevada até Luke Speed da Curtis Brown dar a notícia de que Aqui, agora, sempre tinha sido indicado por John Fischer da Temple Hill para virar filme. Agradeço demais aos dois.

Obrigada à minha editora norte-americana, Pamela Dorman, da Penguin, com quem foi uma honra e um prazer trabalhar. Agradeço não só por ter a oportunidade de escrever para leitores dos Estados Unidos, mas também pelo cuidado que ela dedicou a esse livro e à quantidade imensa de coisas que aprendi durante o processo de edição.

Foi uma alegria trabalhar nessa nova orientação da minha escrita com meus editores de longa data, Simon & Schuster UK. Obrigada a Suzanne Baboneau, Jo Dickinson e Sara-Jade Virtue pelo comprometimento, empenho e, no caso de Sara-Jade, pelo gim. Obrigada também a Clare Hey pelo entusiasmo e pela orientação do primeiro manuscrito.

Tenho uma dívida com a Huntington’s Disease Association pela assistência deles enquanto fazia a pesquisa para esse livro. Foi desconcertante até encontrar Bill Crowder. A orientação dele e sua disposição para responder às minhas intermináveis perguntas foram valiosíssimas, assim como o tempo doado generosamente por Cath Stanley, que fez a gentileza de ler o manuscrito final inteiro.

Agradeço à Huntington’s Disease Society of America por permitir que eu reproduzisse a seção do seu site apresentada no capítulo 26.

Obrigada a Frederique Polet, meu editor da Presse de la Cité, por lapidar o diálogo em francês, aprimorando significativamente meu esforço, que provinha de um nível A bem enferrujado.

Para finalizar, agradeço à minha adorável família: Mark, Otis, Lucas, Isaac e à minha mãe e meu pai. Também ao tio Colin pelos cálculos e ao meu irmão Stephen por usar sua melhor iluminação nas minhas fotos.