Aqui, Agora, Sempre

Catherine Isaac · Apêndice

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Aqui, Agora, Sempre

A Autora

 

I nglesa de Liverpool, Catherine Isaac estudou História antes de completar uma pós-graduação em Jornalismo. Foi repórter estagiária no Liverpool Echo e tornou-se editora do Liverpool Daily Post, onde trabalhou durante 5 anos antes de dedicar-se totalmente à literatura. Sob o pseudônimo Jane Costello escreveu quase uma dezena de comédias românticas. Aqui, agora, sempre, primeiro romance assinado com seu nome verdadeiro, foi traduzido em 24 idiomas, conquistou o prêmio Sapere Books de ficção romântica (2019) e será adaptado para o cinema. A autora vive em Liverpool, com o marido e os três filhos.

Uma aprendizagem

Lispector, Clarice

9788581221892

160 páginas

 

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Aprender a amar e a ser ela mesma é o grande desafio da personagem Loreley, cujo apelido é Lóri. Para o leitor, o prazer maior é ir aprendendo aos poucos a conhecer Clarice Lispector, através da trajetória dessa personagem. Ambientado no Rio de Janeiro, Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres conta a história de amor de Lóri e Ulisses.

Lóri é uma moça rica de Campos, principal cidade do Norte Fluminense, que optou por morar no Rio, onde trabalha como professora primária e pode desfrutar de uma liberdade impossível em sua cidade natal. Ulisses é um professor de Filosofia, que conhece Lóri na rua e aos poucos vai conduzindo-a na aprendizagem do prazer.

Loreley é personagem de uma lenda do folclore alemão, que seduz e enfeitiça os pescadores. Ulisses é o herói da epopéia grega, que vence os obstáculos usando a inteligência. As duas personagens de Clarice trazem as características de seus modelos originais e envolvem o leitor numa trama que se torna ainda mais apaixonante por ser uma aventura no mundo da linguagem, sem começo nem fim. A narrativa começa com uma vírgula, como se fosse a continuação de algo já iniciado, e se encerra com dois pontos, indicando que a estória prossegue, embora não apareça no livro.

Como em todas as obras de Clarice Lispector, Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres é um ponto de vista feminino a respeito da vida. Lóri, na verdade, é a personagem central, enquanto Ulisses ocupa um papel secundário, mero referencial para os pensamentos e atitudes de Lóri. O livro conta, acima de tudo, a viagem empreendida por Lóri em busca de si própria e do prazer sem culpa. Uma viagem na qual Ulisses funciona como um farol, indicando onde estão os perigos e o caminho correto para a aprendizagem do amor e da vida.

 

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Morte no verão

Black, Benjamin

9788581227887

256 páginas

 

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Um magnata da imprensa encontra um fim violento. Teria sido suicídio ou assassinato? Numa onda de calor tórrida, segredos, mentiras e revelações na Dublin da década de 1950.

Em uma sufocante tarde de verão em Dublin, o magnata Richard Jewell – conhecido por seus inúmeros inimigos como Diamond Dick – é encontrado com a cabeça estourada por um tiro de espingarda. Jewell era o proprietário de grande parte dos veículos de imprensa do país e diretor do sensacionalista Daily Clarion, o jornal de maior vendagem da capital. Embora tudo leve a crer que tenha sido suicídio, os jornais, por convenção, não mencionam essa possibilidade. Caberá então ao detetive inspetor Hackett tocar as investigações, nas quais irá contar com a ajuda de seu velho amigo, o patologista Garret Quirke.

Quirke, que circula entre a alta sociedade e o submundo de Dublin com igual destreza, tem fortes suspeitas de que Jewell tenha sido assassinado. Na tentativa de solucionar a questão, Quirke confronta a elegante e enigmática viúva, Françoise, com quem tem motivações conflitantes e interesses amorosos; Dannie, a frágil irmã de Jewell que, em seu luto, procura apoio em David Sinclair, o ambicioso assistente de Quirke no laboratório de patologia; Carlton Sumner, um dos maiores rivais comerciais do magnata; além de todos que trabalham para a família, como o capataz Maguire e a esposa, Sarah, a governanta.

Todos parecem saber um pouco demais a respeito de Jewell, e, quando uma onda de calor envolve a cidade e os negócios escusos que sustentam o império de Jewell começam a ser revelados, Quirke e Hackett se veem presos em uma sinistra rede de intrigas e violência que esconde atrocidades ainda maiores.

Lançado em um redemoinho de surpreendentes eventos desconcertantes, Quirke irá descobrir que, em uma cidade em que o dinheiro e famílias intocáveis exercem total controle, ninguém está a salvo de perigos mortais.

 

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As Valentinas

Trigo, Luiza

9788581223926

24 páginas

 

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Bia é uma menina de catorze anos que detesta o dia dos namorados. Ela implica com a data, diz que é apenas um dia comercial, sem nenhuma razão histórica para existir, uma desculpa para se comprar presentes. Porém, Bia, no fundo, não gosta desse dia apenas porque nunca teve um namorado para comemorar a data. Ela e suas amigas são as nerds da escola e acham que nunca irão namorar.

No dia dos namorados ela acorda de mau humor e TPM, mas ainda assim decide fazer uma surpresa romântica para seus pais: preparar, com a ajuda da melhor amiga, uma jantar para os dois, com direito à decoração romântica.

Na ida para o colégio ela é surpreendida por seu melhor amigo, Bruno, que a entrega uma rosa de presente. Ela fica irritada com a provocação e eles discutem sobre a irritação dela. Bia explica por que gosta do Dia de São Valentim e conta a história do santo. Ela não vê sentido em comemorar o dia dos namorados, mas gosta do Dia de São Valentim.

Na escola, Bia e suas melhores amigas – Amanda, Priscila, Carol e Roberta – decidem afogar as mágoas do dia dos namorados fazendo uma "noite das solteiras". Ou seja, passar a noite juntas jogando jogos, comendo muitos doces e conversando. As meninas se reúnem, se divertem, falam de garotos e acabam conversando sobre a festa de 15 anos de Bia, que será realizada dentro de um mês. Todas querem saber os detalhes da grande festa, mas Bia mantém segredo e vai dormir feliz e de bom humor por ter a amizade de suas "valentinas".

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O primeiro guerreiro

Gomes, Helena

9788581224671

36 páginas

 

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Conheça a história de Kirian, o primeiro dos guerreiros eloras que renasceram no reino medieval de Britanya. Filho de Couchet, última bruxa da Ilha Média, e tendo como mentor o misterioso elfo, Razeel, o rapaz terá seu primeiro e definitivo confronto com os temidos nergals. O primeiro guerreiro, sequência de A herança da bruxa, é uma história da série A Caverna de Cristais, uma das sagas de fantasia/ficção científica pioneiras dentro da promissora literatura fantástica brasileira. Helena Gomes já tem mais de vinte obras publicadas, algumas delas selecionadas para programas de leitura como o PNBE, e recebeu distinções importantes, como o selo Altamente Recomendável da FNLIJ.

 

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O conto da aia

Atwood, Margaret

9788581227177

368 páginas

 

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O romance distópico O conto da aia, de Margaret Atwood, se passa num futuro muito próximo e tem como cenário uma república onde não existem mais jornais, revistas, livros nem filmes. As universidades foram extintas. Também já não há advogados, porque ninguém tem direito a defesa. Os cidadãos considerados criminosos são fuzilados e pendurados mortos no Muro, em praça pública, para servir de exemplo enquanto seus corpos apodrecem à vista de todos. Para merecer esse destino, não é preciso fazer muita coisa – basta, por exemplo, cantar qualquer canção que contenha palavras proibidas pelo regime, como "liberdade". Nesse Estado teocrático e totalitário, as mulheres são as vítimas preferenciais, anuladas por uma opressão sem precedentes. O nome dessa república é Gilead, mas já foi Estados Unidos da América. Uma das obras mais importantes da premiada escritora canadense, conhecida por seu ativismo político, ambiental e em prol das causas femininas, O conto da aia foi escrito em 1985 e inspirou a série homônima (The Handmaid's Tale, no original), produzida pelo canal de streaming Hulu em 2017. As mulheres de Gilead não têm direitos. Elas são divididas em categorias, cada qual com uma função muito específica no Estado. A Offred coube a categoria de aia, o que significa pertencer ao governo e existir unicamente para procriar, depois que uma catástrofe nuclear tornou estéril um grande número de pessoas. E sem dúvida, ainda que vigiada dia e noite e ceifada em seus direitos mais básicos, o destino de uma aia ainda é melhor que o das não-mulheres, como são chamadas aquelas que não podem ter filhos, as homossexuais, viúvas e feministas, condenadas a trabalhos forçados nas colônias, lugares onde o nível de radiação é mortífero.

 

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