Fogo Cruzado

James Patterson · Capítulo 121 de 129

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Fogo Cruzado

capítulo 117

 

SE AO MENOS AS COISAS pudessem ter continuado daquele jeito, como um verão sem fim...

Foi logo depois do Quatro de Julho que recebi o tal telefonema da Polícia Metropolitana, a ligação que todo mundo por lá jurava que não daria, não importando as circunstâncias.

Um detetive de Austin, Texas, havia ligado me procurando. Ele estava investigando uma ocorrência desconcertante e horrível de assassinato múltiplo. Acontece que o caso estava começando a mostrar uma semelhança espantosa com um dos meus – algo que eu pensara que havia resolvido anos antes.

Mesmo assim, indiquei a ele um detetive com quem eu havia trabalhado em Dallas e fiquei na minha. No momento eu não era policial. Pelo menos até setembro.

Mas então veio o telefonema seguinte, cerca de duas semanas depois, de uma detetive de São Francisco chamada Lindsay Boxer. Ela estava com um caso estranho nas mãos que também era muito similar aos assassinatos cometidos por um louco conhecido como “Sr. Smith”. Eu havia capturado Smith e o vira morrer. Pelo menos foi o que pensei.

Mas essa história fica para outro dia.