Tachdjian Procedimentos Ortopédicos Pediátricos

John A. Herring · Capítulo 56 de 121

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Tachdjian Procedimentos Ortopédicos Pediátricos

Cuidados no Pós-Operatório

Q e R, Os músculos reto femoral e sartório são suturados às espinhas

ilíacas inferior e superior, respectivamente. Os músculos tensor da

fáscia lata, glúteos médio e mínimo e abdominal são suturados à crista

ilíaca. A ferida é fechada em camadas de modo rotineiro. Um gesso

pelvipodálico do tipo um-e-um e meio é aplicado com o quadril em 60

graus de abdução, em 10 a 15 graus de rotação medial e ligeira flexão.

 

Cuidados no Pós-Operatório

De 4 a 6 semanas após a cirurgia, o paciente é readmitido no hospital, o gesso é removido e um novo gesso pelvipodálico no quadril bivalvulado é feito. Deve ser um corte baixo na face lateral de modo que os exercícios de abdução do quadril possam ser realizados na metade posterior do gesso. São obtidas radiografias dos quadris para determinar a estabilidade da articulação do quadril. Um grande cuidado deve ser tomado para evitar causar uma fratura patológica do fêmur quando a criança é retirada do gesso.

O treinamento da transferência do iliopsoas segue os mesmos princípios

gerais como o treinamento de transferência do tendão na poliomielite. Na mielomeningocele, no entanto, a extensa paralisia do membro inferior necessita de apoio de órtese e o paciente é muito mais jovem. Assim, logo que o iliopsoas transferido possui força motora razoável, os membros inferiores podem ser aduzidos para a posição neutra, e a sustentação de peso é permitida com órteses bilaterais acima do joelho. A faixa pélvica borboleta mantém os quadris em 5 a 10 graus de abdução durante a locomoção. À noite, os quadris e a transferência são protegidos em gesso pelvipodálico no quadril bivalvulado ou em órteses plásticas quadril-joelho-tornozelo-pé.

 

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