Tachdjian Procedimentos Ortopédicos Pediátricos

John A. Herring · Capítulo 91 de 121

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Tachdjian Procedimentos Ortopédicos Pediátricos

Procedimento 51: Correção do Dedo em Martelo por Ressecção e Artrodese da Articulação Interfalângica Proximal

P R O C E D I M E N

T O 5 1

Correção do Dedo em Martelo por

Ressecção e Artrodese da

Articulação Interfalângica

Proximal

 

Técnica Operatória

A, Uma incisão longitudinal de 3 a 4 cm é realizada sobre a face dorsal da

articulação interfalângica proximal (IFP) paralelamente e na borda

lateral do tendão do músculo extensor longo dos dedos. O tecido

subcutâneo é dividido e os retalhos cutâneos são retraídos.

B, O tendão do extensor longo é dividido e retraído para expor a cápsula

da articulação IFP. Os vasos e nervos digitais são protegidos contra

lesão. Uma incisão transversal é realizada na cápsula e as superfícies

articulares são amplamente expostas.

C e D, Usando uma rugina, são ressecadas cunhas do osso com base dorsal

da cabeça da falange proximal e da base da falange média. Deve ser

removido osso suficiente para permitir a correção da deformidade.

E e F, As falanges proximal e média são unidas por fixação interna com

um fio de Kirschner, que é inserido por via retrógrada. O fio de

Kirschner não deve atravessar a articulação metatarsofalângica. As

superfícies de osso esponjoso das falanges média e proximal devem

ficar apostas, e o alinhamento rotacional deve estar correto. A cápsula é

firmemente suturada outra vez por plicatura. A ferida é fechada de

modo rotineiro. A extremidade do fio de Kirschner é dobrada em 90

graus e cortada deixando-se 0,5 cm do fio com protrusão pela pele.

 

Cuidados Pós-Operatórios Um aparelho gessado curto que permita a caminhada é aplicado com uma faixa de material de imobilização para proteger o dedo do pé. O fio e o aparelho são removidos em 6 semanas, quando as radiografias demonstrarem fusão da articulação interfalângica.

 

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