Manual de Sobrevivência no Laboratório de Química Orgânica: Guia de Técnicas para o Aluno

Dedicatória

Para Zoë e Anne,

que fazem todo esforço valer a pena.

 

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PREFÁCIO DA NONA

EDIÇÃO

 

Este Manual de Sobrevivência apresenta as técnicas básicas do laboratório de química orgânica, enfatizando como fazer o trabalho corretamente na primeira vez. E, uma vez mais, utilizei os comentários dos usuários e revisores como um guia nas mudanças e nos acréscimos que foram feitos.

A segurança no laboratório, sempre uma preocupação primordial, tem de considerar agora a inclusão de tecnologias tais como iPad, Nook, Kindle e mesmo mensagens de texto, onde elas se aplicam. Microescala, também onde se aplica, foi revista e atualizada. E, embora resistindo à exclusão dos espectrofotômetros de duplo feixe, foi acrescentada uma discussão sobre a técnica de refletância total atenuada, e práticas associadas foram

adicionadas a essa seção em Espectroscopia no Infravermelho (Capítulo

32).

A discussão e a apresentação da seção sobre Ressonância Magnética

Nuclear (RMN) (Capítulo 33) foram reescritas de modo que os métodos diferentes de preparação da amostra e operação do instrumento de onda contínua e FT-RMN foram descritos para maior efeito de comparação. Também foram acrescentados alguns espectros de RMN, com sugestões sobre a apresentação dos dados e interpretação básica.

Uma descrição mais moderna da instrumentação de CLAE (Capítulo

31) inclui uma discussão sobre os injetores automáticos, embora haja um pouco de desperdício, pois esse instrumento, agora altamente controlado pelo computador, não tem mais bombas e válvulas visíveis e quilômetros de tubos e encaixes — somente um conjunto de caixas coloridas e relativamente silenciosas que produzem excelentes dados com facilidade e um pouco de tédio.

Esse tipo de transição pôs esta edição do Manual de Sobrevivência um pouco em “modo de equilíbrio”, pois agora, sob recomendação dos revisores, algumas técnicas foram retiradas, ao passo que informações mais recentes foram incluídas. A preparação real das placas de CCF em lâminas de microscópio, que aparentemente não precisa mais ser feita, foi retirada, e comentários sobre a manipulação e o corte de placas pré-preparadas foram

atualizados e expandidos (Capítulo 27).

Gostaria de agradecer aos meus revisores, Sean O’Connor, Clemson University; Lucy Moses, Virginia Commonwealth University; Christine Rich, University of Louisville; Sean O’Connor, University of New Orleans; Jeffrey Hugdahl, Mercer University; Kathleen Peterson, University of Notre Dame; Chavonda Mills, Georgia College & State University; Beatrix Aukszi, Nova Southeastern University; Robert Stockland, Bucknell University; Jennifer Krumper, UNC-Chapel Hill; Rui Zhang, Western Kentucky University; Holly Sebahar, University of Utah e Adam List, Vanderbilt University, seus comentários e sugestões, a maioria dos quais foi incorporada neste trabalho.

Finalmente, gostaria de agradecer a Petra Recter, editor associado de Química e Física, a oportunidade de atualizar esta edição, e a Joan Kalkut, editor patrocinador, a tremenda paciência e o apoio durante um período particularmente difícil.

J. W. Zubrick

Hudson Valley Community College

 

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