Manual de Sobrevivência no Laboratório de Química Orgânica: Guia de Técnicas para o Aluno

Amostra na Coluna

FIGURA 31.6 A válvula injetora de amostra.

1. Fluxo de solvente normal. Nessa posição, o eluente entra na válvula,

percorre-a e sai para dentro da coluna sem qualquer complicação.

Você coloca a amostra na alça de injeção nessa posição.

2. Introdução da amostra. Com esse movimento, a válvula permite que

o eluente seja bombeado através da alça de injeção, e qualquer

amostra lá é transportada junto e para dentro da coluna. Você coloca a

amostra na coluna nessa posição.

Um autoamostrador de CLAE, além de ter aquela válvula de loop de injeção, precisa de um motor para mover a bandeja da amostra, e a tubulação para coletar a amostra, e seu(s) próprio(s) solvente(s) para pré-lavar e pós-lavar a tubulação de coleta da amostra.

Se tudo isso foi providenciado para você, e tudo que tem de fazer é colocar sua amostra devidamente preparada na bancada, apenas certifique-se que a sua esteja na posição correta.

 

AMOSTRA NA COLUNA

 

Uma vez que a amostra esteja na coluna, não há muita diferença entre o que ocorre aqui e o que ocorre na cromatografia de papel, camada fina, fase vapor (gás) ou de coluna. Os componentes da mistura permanecerão na fase estacionária ou se moverão na fase móvel em tempos diferentes e terminarão em locais diferentes quando você interromper o experimento.

Assim, qual a vantagem da CLAE? Você consegue separar e detectar quantidades em microgramas de amostras sólidas tanto quanto na CG, mas para a CG suas amostras sólidas têm de evaporar sem se decompor. Nem pensar. Você consegue analisar uma amostra sólida sem a decompor com a CLAE.