Manual de Sobrevivência no Laboratório de Química Orgânica: Guia de Técnicas para o Aluno

O Septo de Borracha

FIGURA 8.2 Seringa com trava Luer e alguns de seus complementos.

O maior erro — um que eu ainda cometo — é perder a paciência quando estamos enchendo uma seringa com uma agulha fixada. Minha tendência é sempre a de puxar o êmbolo rapidamente e, com isso, termino sugando ar para dentro do tambor. Encha a seringa lentamente. Se você colocar ar dentro do tambor, empurre o líquido e tente novamente.

Injetar uma amostra através de um disco de plástico revestido de Teflon, ou um septo de borracha, é bem simples. Não tente arremessar a agulha — ao estilo faculdade de medicina — através do disco. Use ambas as mãos, se necessitar: uma para segurar o tambor, e a outra para evitar que o êmbolo se mova. Lentamente, empurre o êmbolo para dentro do tambor para liberar o líquido. O manuseio da seringa de microlitros e a injeção com

septo encontram-se discutidos no Capítulo 30, “Cromatografia a gás”.

 

O SEPTO DE BORRACHA

Se for usar seringas, é preciso conhecer algo a respeito do septo de borracha. Você coloca a extremidade menor na abertura onde vai fazer a injeção, e então gira a extremidade maior pelo lado externo da abertura

(Fig. 8.3). Você pode usar um pedaço de fio de cobre para evitar que o septo de borracha saia da abertura, principalmente se houver alguma chance de aumento de pressão dentro do aparelho.

 

FIGURA 8.3 O septo de borracha.

 

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