Introdução à Genética

Anthony J. F. Griffiths · Capítulo 50 de 398

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Introdução à Genética

Segregação independente de combinações de genes autossômicos e ligados ao X

a+; b a; b

a; b+ a+; b+

a; b+ a+; b+

a; b+ a+; b+

a; b+ a+; b+

50% 50%

 

A frequência igual desses dois tipos é uma demonstração convincente da distribuição independente que ocorre em meiócitos individuais.

Segregação independente de combinações de genes autossômicos e ligados ao X O princípio da segregação independente é algo útil na análise dos genótipos que são heterozigotos em relação a ambos os genes autossômicos e ligados ao X. Os autossomos e os cromossomos sexuais são movimentados independentemente por fibras do fuso ligadas aleatoriamente aos seus centrômeros, justamente como com dois pares de autossomos diferentes. São produzidas algumas proporções de di-híbridos interessantes. Vejamos um exemplo da Drosophila. O cruzamento é entre uma fêmea com asas vestigiais (autossômico recessivo, vg) e um macho com olhos brancos (recessivo ligado ao X, w). Simbolicamente, o cruzamento é:

♀ vg/vg; +/+ × ♂ +/+; w/Y

A F1 será:

 

Fêmeas de genótipo +/vg; +/w

Machos de genótipo +/vg; +/Y

Essas moscas da F 1 têm de ser intercruzadas para a obtenção de uma F2. Tendo em vista que o cruzamento é um cruzamento mono-híbrido em relação ao gene autossômico vestigial, ambos os sexos da F2 demonstrarão:

 

Em relação ao gene dos olhos brancos ligado ao X, as proporções serão como segue:

 

Se os genes autossômicos e ligados ao X forem combinados, as proporções fenotípicas da F2 serão: